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sábado, 2 de abril de 2011

Curiosidades:Two And a Half Men

Para quem não sabe, a sitcom que está ou estava na sua oitava temporada (vai saber o que a emissora vai decidir fazer com a série) mostra a vida de Charlie Harper (Charlie Sheen), um solteirão que vive em uma casa de praia acompanhado por belas mulheres e tem um carrão. Mas tudo muda quando seu irmão Alan (Jon Cryer) chega com seu sobrinho Jake (Angus T. Jones) para morar com ele.

A audiência de Two and a Half Men é um sucesso. Mesmo com reprises, a série alcança níveis de deixar qualquer série ameaçada de cancelamento com muita inveja. Apesar de não ter prêmios significativos (só um Emmy para Jon Cryer como ator coadjuvante), Two and a Half Men é definitivamente um dos maiores sucessos da CBS.


# Chuck Lorre, um dos criadores do show, também escreveu a música-tema de Two and a Half Men.

# A atriz Blythe Danner (a mãe do Will em Will & Grace e de Gwyneth Paltrow na vida real) foi a primeira escolhida para viver a mãe de Charlie e Alan. Ela até começou a ensaiar com o elenco, mas por motivos não revelados, a atriz acabou deixando o papel.

# A música de abertura de Two and a Half Men é cantada por músicos em estúdio e não pelos atores Charlie Sheen, Jon Cryer e Angus T. Jones, que somente simulam estarem cantando a música.

# Todo episódio tem seu título retirado de alguma fala do roteiro do próprio episódio.

# Charlie Sheen se tornou o ator mais bem pago em uma comédia televisiva em 2008 com um salário de nada menos que US$ 300.000,00 por episódio. Esse valor aumentou para US$ 1.800.000,00 em 2011.  Angus T. Jones também é um dos adolescentes mais ricos do mundo. Ele ganha, em média, US$ 250.000,00 por episódio de Two and a Half Men.
# Sabia que April Bowlby (a Kandi) fez mais aparições na série como participação especial do que como integrante do elenco regular de Two and a Half Men? Na terceira temporada, quando era somente participação, ela apareceu dez vezes. Após entrar para o elenco na quarta temporada, só apareceu cinco vezes.
# A Berta seria somente um personagem recorrente, mas Conchata Ferrell deu tão certo no papel que se tornou regular já na segunda temporada.

# Rose deixa a série próximo ao fim da quarta temporada porque a atriz Melanie Lynskey foi participar de um piloto de uma série da FOX chamada Drive. Como o show foi cancelado pela emissora, ela acabou voltando posteriormente para Two and a Half Men.

# Até nos episódios atuais, ainda não sabemos qual a profissão de Judith. Herb é pediatra, Alan é quiroprata, Charlie é escritor de jingles (posteriormente é compositor), Evelyn é corretora de imóveis, Berta é dona de casa, Kandi é atriz e Rose trabalha no banco de seu pai.

# Charlie Sheen, Jon Cryer e Ryan Stiles (Herb) já haviam trabalhado juntos no filme Top Gang! – Ases Muito Loucos.

# Antes de interpretar a Chelsea, Jennifer Taylor já havia interpretado quatro outras mulheres em três episódios diferentes de Two and a Half Men, incluindo o piloto. Em todas as participações, adivinha o que ela interpretava? Um caso amoroso de Charlie, claro.

# O nome completo do Alan é Alan Jerome Harper, o do Charlie é Charles Francis Harper e o do Jake é Jacob David Harper.

# Mesmo sendo o irmão mais novo na série, Jon Cryer é cinco meses mais velho que Charlie Sheen.  Cryer faz aniversário no dia 16 de abril (tá pertinho!) e Sheen faz aniversário no dia 3 de setembro. Os dois nasceram em 1965.

# O nome de Charlie Harper é uma homenagem a Charles Harper Yates, um editor que trabalhou com Chuck Lorre na série Dharma & Greg.

# Um piloto alternativo de Two and a Half Men chegou a ser gravado. A diferença entre este e o que foi ao ar é a atriz que interpreta a mãe dos Harpers, como falei em uma curiosidade ali em cima.


Entrevista:David Shore(Criador da série House)

Por que House ainda não foi renovado para a oitava temporada? É um dos únicos seriados que teve grande sucesso esse ano e ainda não tem um próximo ano garantido...

Ainda não foi renovado por causa de um simples motivo. Estranhamente, a maioria das séries são propriedade do estúdio que é afiliado à sua emissora, e você acaba com negociações que não são realmente negociações - a mão esquerda negocia com a mão direita. Nós estamos em uma posição onde a emissora que exibe House nos EUA é a Fox, mas somos propriedade da NBC Universal. Então é uma negociação dupla. Ambas querem que aconteça, mas eu imagino - eu não foi informado da negociação - que a NBC queira mais dinheiro e a Fox queira pagar menos. Mas vai ser renovado, ambos querem isso.

E o elenco já tem contrato assinado?

Não, não temos contratos. Temos contrato com alguns deles. Temos contrato com Hugh e mais alguns, mas vamos ter que negociar com alguns dos outros atores uma vez que a série for renovada.

Olivia Wilde é uma delas?

Temos um contrato com Olivia Wilde, mas ela tem muitas opções. Ela está fazendo vários filmes.

Ela vai voltar?

Sim, mas eu ainda não sei o que vai acontecer e como vai acontecer. Eu sei que no passado ela já teve que sair para participar de filmes, então eu suspeito que vai ser alguma coisa parecido com isso.

Você tem alguma ideia de como tudo vai terminar? Você tem medo que acabe?

Eu não tenho ideia de como vai terminar. Eu não penso na série como um todo, eu penso em episódios com um começo, meio e fim. Eu não pensei na série dessa forma. Eu não tinha um destino específico para a série, era só uma questão de explorar o Dr. House por quanto tempo fosse possível, enquanto ele ainda fosse interessante. Eu não acho que vidas têm inícios naturais - óbvio que elas começam e terminam, mas não é em uma estrutura natural de três atos. Isso é tudo sobre ele, não é sobre uma parte de sua vida, é sobre ele e sua vida no geral. Mas o final é algo que eu comecei a pensar mais ultimamente, mas não tenho algo já específico em mente, mas imagino que nos próximos anos eu terei que resolver isso.

Você pensa em terminar a série com um episódio de duas horas - talvez um filme, coisas nesse formato ou não?

Essa é uma grande possibilidade. Nós fizemos um especial de duas horas há uns dois anos. Foi bem no estilo de filme, filmamos como se fosse realmente um filme, tivemos ensaios, a diretora foi Katie Jacobs e ela gastou bastante tempo trabalhando no projeto. Tudo ficou muito bom - foi quando House estava no hospital psiquiátrico. Faz muito sentido terminar com algo grande, dramático e transformá-lo em uma referência para as pessoas. Mas eu não posso dizer o que vou fazer porque não sei o que vou fazer no episódio até saber o que vai ter ele.

Mas artisticamente falando, House tem esse diferencial. Ela não é como outra série qualquer da TV. Você realmente tenta posicioná-lo perto dos filmes...

Eu acho que uma das melhores coisas atualmente na TV é que - primeiro, a TV dá um ótimo espaço para o roteirista. O foco maior é na história em si, não no evento, não no espetáculo. Mas a outra coisa, além disso que eu falei, é que em House, temos um pouco de efeito especial em que entramos no corpo humano. Isso seria impossível para uma série com um orçamento de série. Nós temos um ótimo orçamento, mas mesmo assim, há alguns anos, teria sido impossível. Esse era o tipo de coisa que somente os filmes mais caros podiam fazer. Então podemos fisicamente fazer coisas bem similares às dos filmes. O público está bem mais antenado, eles esperam ver histórias bem inteligentes e bem contadas e eles esperam que também seja bonito. Eles esperam por um filme e isso é ótimo. Então, sim, nós tentamos fazer com que todos os episódios fiquem visualmente parecidos com um filme - nós fizemos aquele de duas horas e o exibimos em um cinema em Los Angeles, na tela grande, e ficou espetacular.

E é ainda mais difícil hoje em dia, com TVs HD.

É uma exibição em alta definição então você vê todos os defeitos.

Mas quando você começou, House ainda não era em HD, né?

Quando começamos, a TV ainda era 4:3 - a Fox foi a última a mudar de formato. Todo ano nós perguntávamos se podíamos mudar para o 16:9 e eles lutavam e lutavam contra isso - aparentemente, alguém de alto escalão ainda achava que todo mundo tinha TVs 4:3 e achava que as pessoas que tinham TVs nesse formato teriam a parte de cima e a parte de baixo da programação cortados. Isso até é verdade, mas você entra em uma loja de TV - eu tenho certeza que aqui [no Brasil] também é assim - entra em qualquer loja de eletrônicos e todas as TVs são tela plana, widescreen, tem aquele formato de filme e há uma razão para isso - fica mais bonito. Nós vemos o mundo assim, em 16:9 e não em 4:3. Então fica mais bonito, é mais natural, é mais consistente com o que fazemos. Eu comecei a perceber isso há alguns anos. Um dia eu estava assistindo à NBC e a simples mudança no formato deixava tudo mais bonito. Ficava parecendo com um filme. Não era por causa de alguma coisa que eles estavam fazendo - nossa produção é tão boa quanto a deles, nosso diretor de fotografia é tão bom quanto o deles - era só porque eles já estavam no 16:9 e nós ainda estávamos no 4:3.

Muitos fãs de Lost não gostaram da temporada final. Você tem medo de que os fãs de House também não gostem do possível final?

Toda temporada eu tenho medo que o público não vai mais gostar de nós, e alguns realmente não gostam mais, mas também ganhamos novos fãs toda temporada. Eu realmente me importo com todos os episódios individualmente. Quero que cada um deles seja tão bom quanto puder ser, mas obviamente o último episódio tem mais foco e mais atenção e de uma certa maneira, ele se torna seu legado. As pessoas se lembram da série, mas elas se lembram particularmente do último episódio. Então, me preocupa um pouco. É uma coisa difícil e bem arriscada de se fazer - a maioria das séries termina de forma não muito boa, apesar de algumas exceções ao longo dos anos, mas... The Bob Newhart Show, não sei se você conhece esse, e Mary Tyler Moore terminaram... Mas a maioria das séries terminam de uma forma que não é completamente satisfatória - o que talvez possa ser bom, pois você quer que as pessoas queiram mais.

Você gostou dos finais de Família Sopranos e Seinfeld? Ambos foram bastante controversos e fãs não gostaram muito.

Sim, ambos foram problemáticos. Eu tenho uma teoria no do Sopranos - eu acho que ele está morto. Mas é gratificante assim, porque as pessoas falaram muito sobre isso. O episódio de Seinfeld... Eu amo aquele seriado, é ótimo, mas eu pessoalmente não achei que foi um dos melhores episódios.

Você se arrepende de alguma coisa que já aconteceu na trama de House?

É difícil se arrepender de qualquer coisa nessa indústria. Não estou dizendo que nunca cometi erros. Se eu tivesse que fazer tudo de novo, talvez até mudasse algumas coisas, e você acaba aprendendo muito conforme erra, mas você não tem muito tempo para sentar e realmente pensar nas coisas que eu mudaria.

Você pode dar um exemplo?

Você está me pedindo para dizer o que eu não gosto na série? [risos] A trama do Vogler não foi minha preferida, lá na primeira temporada. Houve episódios que eu não gostei muito, mas Chi McBride foi ótimo - a trama, eu achei que era muito mais "mocinho contra bandido" do que estamos acostumados a fazer, ou que eu gosto de fazer. Novamente, nada do que eu fiz é perfeito, mas eu estou satisfeito. Eu revejo alguns episódios de vez em quando, nas reprises - não os assisto com muita frequencia -, e vejo um pedacinho e penso "isso até que foi bom" e isso me faz sentir bem, porque eu geralmente espero odiar o que vejo. [risos] Eu acho que vou ver todos os problemas, acho que vou ver tudo o que estava me irritando na época.

Até agora, na sétima temporada, não vimos House tocando qualquer tipo de instrumento, o que acontecia com um grande frequência. Isso tem alguma relação com o atual relacionamento entre ele e a Cuddy?

Não, acho que isso é só uma coincidência. É interessante, eu não tinha pensado nisso - nós não dissemos conscientemente que House não tocaria mais instrumentos. Nós o colocamos para tocar alguma coisa quando cabe no momento, cabe na cena. Então é relacionado, mas não conscientemente. Por ele estar onde está e estar fazendo o que está fazendo, não houve um momento em que pensamos que seria um bom momento para colocá-lo tocando qualquer coisa. Ele é muito bom - Hugh [Laurie] tem um álbum de blues sendo lançado entre junho e agosto.

E, além disso o House não está morando na casa dele, então existe uma desculpa.

[risos] Sim, os instrumentos estão todos lá. Mas ele está morando lá, sim, nós só não vemos muito.

Quanto tempo leva geralmente entre a finalização de um episódio e sua exibição?

Varia. Pode ser bem curto, como umas quatro semanas - acho que pode ficar até mais curto que isso quando estamos nos apressando. No começo do ano são por volta de dois meses, talvez até mais que isso, dependendo de quando eles começam a exibir os episódios. Geralmente, começamos a gravar no início de julho e aí os episódios começam a ser televisionados por volta de setembro, começo de outubro. Então temos uns dois meses aí. Mas pelo fato de levar por volta de oito, nove dias úteis pra gravar um episódio, e como eles são televisionados uma vez por semana, temos cinco dias úteis entre os episódios, e se exibirmos episódios toda semana, sem parar, nós acabamos nos alcançando e a pós-produção acaba ficando sob mais pressão. É por isso que tiramos o programa do ar algumas semanas de vez em quando.

Você acha que com a pirataria, torrents e coisas do gênero, nós podemos ter com que os episódios sejam exibidos aqui no Brasil ao mesmo tempo, ou ao menos no mesmo dia, que nos EUA?

Eu não vejo porque não e eu não acho que vocês estejam tão atrás assim...

Por volta de um mês.

É realmente um mês? Eu acho que vocês estão mais próximos do que isso, pelo que as pessoas me disseram. Pelo meu ponto de vista, não há motivos de não ser mais próximo. Eu sei que no Canadá eles vão ao ar exatamente ao mesmo tempo que os EUA. Não há razão pra isso não acontecer, porque aí vocês têm que ouvir seus amigos que pesquisaram na internet e descobriram o que aconteceu. Eu acho que isso também prejudica nossa emissora daqui, porque eu tenho certeza que muita gente baixa ilegalmente e assiste os episódios antes que eles sejam exibidos. Faria muito sentido se eles fossem ao ar ao mesmo tempo.

Fonte:http://www.omelete.com.br/series-e-tv/house-omelete-entrevista-david-shore/

Episódio Piloto:The Vampire Diaries

Episódio:Nome:Pilot  Dirigido por:Marcos Siega  Escrito por:Kevin Williamson e Julia Plec
Estréia:10 de Setembro de 2009  Audiência:4,91 milhões.


Sinopse:Quatro meses depois de um trágico acidente de carro que matou seus pais, Elena Gilbert (17 anos) e seu irmão, Jeremy (15), ainda estão tentando lidar com a dor e seguir suas vidas. Elena sempre foi uma estudante ‘famosa’, bonita, popular e sempre envolvida com seus amigos e a escola; mas agora ela luta para esconder sua tristeza. Como o ano letivo começa, Elena e suas amigas são fascinadas por uma aluno novo – bonito e misterioso -, Stefan Salvatore. Stefan e Elena são atraídos um para o outro de imediato, e ela não sabe sobre os séculos de idade do garoto, de sua luta para viver pacificamente entre os humanos, enquanto seu irmão, Damon, é a personificação do vampiro bruto e violento. Agora, estes dois irmãos vampiros – um bom e um mau – estão em guerra pela alma de Elena e pelas almas dos amigos e familiares dela, além de todos os moradores da pequena cidade de Mystic Falls, Virgínia. 

Will Arnett em piloto da NBC com Christina Applegate

Will Arnett será colega de elenco de Christina Applegate no piloto que ela desenvolveu para a NBC.
O projeto ainda sem título do produtor de Saturday Night Live, Lorne Michaels, e sua roteirista, Emily Spivey, é uma comédia familiar sobre uma mãe trabalhadora e seu marido que sempre fica em casa e os parentes intrometidos. Arnett interpretará o marido.
Isso significa que ele não foi secretamente escalado para substituir Steve Carell em The Office. Arnett fará uma participação no season finale da temporada, junto com Ricky Gervais, o que fez com que especulassem se ele seria o novo chefe na série.

Atriz de Família Soprano diz que é possível filme sobre série

Eddie Falco afirmou que ainda há chances de Família Soprano ser adaptada para o cinema.
Durante uma aparição no programa The Early Show, a atriz quatro vezes ganhadora do Emmy advertiu que não recebeu nenhuma atualização sobre a série do criador David Chase após sua finale no episódio Made In América, em 2007. Apesar disso, ela ainda não perdeu as esperanças.
“Sou sempre a última a saber”, disse Falco. ”É normalmente  minha mãe quem me liga e diz: ‘Você está fazendo um filme.” A atriz continuou: “Eu não ouvi nada sobre isso. Mas sabe,  até poderia prosseguir de alguma maneira”.
Eddie Falco interpretou, por seis temporadas, Carmela Soprano, a esposa que sempre lutou moralmente contra seu marido mafioso Tony (James Gandolfini), de comportamento criminoso, freqüentes infidelidades e ataques de fúria.
Atualmente, Falco é a personagem-título da série da Showtime Nurse Jackie.

Body of Proof tem boa estreia

Body of Proof se mostrou uma série vencedora logo em sua estreia, afinal ela se tornou a segunda premiere mais assistida da temporada 2010-11 da TV.
E não é só isso. Ela também foi a série dramática da ABC com melhor estreia na midseason em quatro anos, e mais do que dobrou o desempenho do canal no horário.
Apenas o remake de Hawaii Five-0 teve melhores resultados do que a nova série de Dana Delany (Desperate Housewives), que estreou com 13,85 milhões de telespectadores, tirando o primeiro lugar de The Good Wife, que teve 9,99 milhões.