Na cidade,Joe se acorda no meio da rua.Está a maior ventania.Janet vai até ele e o leva até o hotel.Todo mundo fica muito surpreso com a sua volta.Ele diz que não se lembra de nada do que aconteceu.Ele também diz que nem conhece ninguém deles.
Mais tarde,Joe vai até o retaurante chinês e tenta entrar na sala de Tom.Mas ela não abre.Então ele pergunta para os chineses onde está Tom.Um deles aponta para uma estante,onde está a foto de Tom e as cinzas dele.Então ele pergunta se Tom está morto e os chineses ficam quietos.Depois ele começa a falar com as câmeras,de onde está Tom.Agora,uma equipe na sede do "programa"está vigiando a cidade.Èrika diz para Janet que ela é a mais forte de todos.Pois é a única que "eles" não controlam.
Em San Nicasio,Mark e Kat estão hospedados em um hotel.O gerente vem e bate na porta.Kat atende e alguns policiais entram e prendem MArk Renbe.As acusações são:dois assassinatos e um sequestro.
Na cidade,Moira diz que Joe não enganará todos,com esse seu disfarçe.O gerente do hotel,entra no seu quarto e começa a conevrsar,via internet com o diretor de uma equipe do "programa".O diretor diz que ele irá conversar com a diretora do programa.Ela se conecta com ele e pergunta como Joe está.O gerente diz que Joe está agindo estranho.Então a diretora fala para ele ficar de olho em Joe.
Em San Nicasio,Mark é solto.O padre Luís deu uma força.E depois fala que se eles quiserem atravessar a fronteira,precisarão entrar nos caixões que estão atrás da camioneta do padre.
Na cidade,Charlie tenta relembrar Joe.Mas Joe não se lembra de nada mesmo.Janet fala com Joe,mas ele não se lembra dela e nem de ninguém.Então JAnet coloca a mão no ombro de Joe,e ele o ataca.Ele começa a ter umas lembrancas de antigamente,tudo está confuso em seu cérebro.JOe vai para matar JAnet,mas é parado por McNair,Blackham e Èrika.E depois sai correndo.
Em San Nicasio,o padre consegue passar pela fronteira.
Na cidade,todos vão procurar Joe.Mas ele está escondido em cima de um prédio,e lá as câmeras não podem ver.
Em San Nicasio,após passarem a fronteira,o padre para o carro e tira Kat e mark para fora dos caixões.Ele dá alimento e bebida para eles e começam a falar de uma vila que tem como povo "os azules".Então ele leva um tiro na cabeça.Um jipe vai atrás de Kat e Mark.Eles fogem para a floresta,e os homens de azul seguem eles.Kat e Mark se escondem e os homens de azul não os acham.
Na cidade,o gerente faz suas malas e decide ir embora.Mas Joe vem pedir respostas a ele.O gerente responde algumas questões de Joe e ele comete o mesmo erro que cometeu Janet.Encostar a mão no ombro de Joe.Então Joe começa a ter aqueles delírios e ataca o gerente.Joe deixa ele estirado na rua.E depois foge.O gerente está morto.Então todos decidem usar Janet como uma isca para falar com Joe.
Na sede do programa,a diretora pergunta para Liam(o diretor da equipe)o que aconteceu.Ele diz que teve um problema na reprogramação de Joe.
Nos arredores de San Nicasio,Kat e Mark estão completamente perdidos.
Na cidade,Janet vai se encontrar com Joe.Ele está na beira do telhado de um hotel.Joe ia se jogar,mas janet o puxa.Então ele começa a bater em Janet.Ele pega e coloca ela pra cair do hotel.E depois de Janet fazer com que Joe se esforçe,ele salva ela.
Na sede do programa,a diretora manda Liam ir até a cidade.Ele vai ser o novo gerente do hotel.
Na cidade,Janet desce até a recepção com Joe e diz pra ninguém encostar nele.Porém McNair vai pra cima dele.Mas Janet não deixa.Então Érika ataca Joe e acaba levando um soco de Janet.E depois os dois vão para fora.
Na manhã seguinte,Kat e Mark continuam andando.Eles acham uma estrada de chão,cheia de marcas de pneu.Eles começam a andar po ele e chegam numa cidade.A cidade onde está Janet e os outros.
Escrito por:Rodrigo Naressi & Henry Robles
sábado, 13 de agosto de 2011
Aproximação Perigosa-Uma Descoberta Surpreendente(1x9) -Reprise
Mark identifica quem é a pessoa que a agente quer pegar.É a sua namorada Emily Witsel.Agora ele não sabe o que fazer.
Ele vai até a direção de Emily,fazendo Alice se afastar.Mark diz:
-Oi Emily.Como vai?
-Oi amor.Bem e você?
-Bem também.
-Estou surpreso em te ver aqui.
-Eu gosto de relíquias.
-Eu também.Vamos ver as relíquias juntos?
-Claro.
Então Mark e Emily de mãos dadas,vão ver as inúmeras relíquias do museu.Alice fica ao redor dos dois,e Mark se cuida de um
possível ataque surpresa dela.
Após um tempo,Alice decide agir.Ela e mais dois agentes do Círculo Vermelho cercam os dois.Alice coloca uma arma nas costas
de Emily e manda ela sair com ela.Os dois agentes pegam Mark e também o levam para fora.
Lá fora,Emily desesperada pergunta:
-Quem é você?
-Meu nome é Alice Craig.Agente do Círculo Vermelho.
-Do Círculo Vermelho?
-Sim.A organização que você traiu.
-Faz tempo isso.Mas o que você quer de mim?
-Minha missão é te capturar.
Enquanto isso no outro lado do museu os agentes estão com Mark.Ele diz:
-Seus idiotas.Não sabem com quem estão lidando.
Mark consegue se soltar,pega sua arma e dispara nos dois agentes.Um deles leva dois tiros na cabeça e cai morto.O outro le
va um tiro na barriga e consegue disparar no braço de Mark.Mark chega perto do homem e o prende.Ele liga para o FBi de Nova
York:
-Eu sou o agente Lawrence.Eu quero falar com Adam.
-Olá.Eu sou a Mellany James,secretária do FBI.O senhor Livinski não está.O que o senhor deseja?
-Eu estou infiltrado em Los Angeles.EU preciso de apaio aqui no museu.
-Ok.Vou me contactar com a polícia de Los Angeles.Qual museu?
-Museu Krowski.
-Eles já estão indo.
Até a polícia chegar,Mark decide ir ver como está as coisas com Emily.Ele chega bem devagarinho e dispara em Alice.Ela cai
e Mark vai ver como está Emily.Ele pega ela rapidamente e vai em direção a polícial.Mark diz:
-Tem dois agentes lá nos fundos do museu.Um morto e um vivo.E a Alice Craig aí na frente.Pode deixar que eu levo a Emily até
a polícia.
Os policiais vão pegar os agentes criminosos e Mark leva Emily até a polícia com sua van.No meio do caminho ela pergunta:
-Você é policial?
-Sou do FBI de Nova York.E você á agente do Círculo Vermelho?
-Não.Eu era.
-HUm.
Chegando na polícia,Mark se identifica e os policiais levam Emily até o interrogatório.Mark pede para ele fazer o interro
gatório.Os policiais aceitam.Ele começa:
-Emily Witsel,qual sua relação com o Círculo Vermelho?
-Amor,eu não quero que você me interrogue.Deixa os policiais fazerem isso.
-Não.Vou ser eu.Agora responda.
-Ok.Eu já fui uma membra do Círculo Vermelho.
-Por que não é mais?
-Eles me deram uma missão de assassinato que eu não podia cumprir.Daí eu não segui ordens e saí da organização.
-Você tinha que matar quem?
-Minha melhor amiga:Jenny Lancaster.
Mark se surpreende cada vez mais.
Escrito por:Rodrigo Naressi
Ele vai até a direção de Emily,fazendo Alice se afastar.Mark diz:
-Oi Emily.Como vai?
-Oi amor.Bem e você?
-Bem também.
-Estou surpreso em te ver aqui.
-Eu gosto de relíquias.
-Eu também.Vamos ver as relíquias juntos?
-Claro.
Então Mark e Emily de mãos dadas,vão ver as inúmeras relíquias do museu.Alice fica ao redor dos dois,e Mark se cuida de um
possível ataque surpresa dela.
Após um tempo,Alice decide agir.Ela e mais dois agentes do Círculo Vermelho cercam os dois.Alice coloca uma arma nas costas
de Emily e manda ela sair com ela.Os dois agentes pegam Mark e também o levam para fora.
Lá fora,Emily desesperada pergunta:
-Quem é você?
-Meu nome é Alice Craig.Agente do Círculo Vermelho.
-Do Círculo Vermelho?
-Sim.A organização que você traiu.
-Faz tempo isso.Mas o que você quer de mim?
-Minha missão é te capturar.
Enquanto isso no outro lado do museu os agentes estão com Mark.Ele diz:
-Seus idiotas.Não sabem com quem estão lidando.
Mark consegue se soltar,pega sua arma e dispara nos dois agentes.Um deles leva dois tiros na cabeça e cai morto.O outro le
va um tiro na barriga e consegue disparar no braço de Mark.Mark chega perto do homem e o prende.Ele liga para o FBi de Nova
York:
-Eu sou o agente Lawrence.Eu quero falar com Adam.
-Olá.Eu sou a Mellany James,secretária do FBI.O senhor Livinski não está.O que o senhor deseja?
-Eu estou infiltrado em Los Angeles.EU preciso de apaio aqui no museu.
-Ok.Vou me contactar com a polícia de Los Angeles.Qual museu?
-Museu Krowski.
-Eles já estão indo.
Até a polícia chegar,Mark decide ir ver como está as coisas com Emily.Ele chega bem devagarinho e dispara em Alice.Ela cai
e Mark vai ver como está Emily.Ele pega ela rapidamente e vai em direção a polícial.Mark diz:
-Tem dois agentes lá nos fundos do museu.Um morto e um vivo.E a Alice Craig aí na frente.Pode deixar que eu levo a Emily até
a polícia.
Os policiais vão pegar os agentes criminosos e Mark leva Emily até a polícia com sua van.No meio do caminho ela pergunta:
-Você é policial?
-Sou do FBI de Nova York.E você á agente do Círculo Vermelho?
-Não.Eu era.
-HUm.
Chegando na polícia,Mark se identifica e os policiais levam Emily até o interrogatório.Mark pede para ele fazer o interro
gatório.Os policiais aceitam.Ele começa:
-Emily Witsel,qual sua relação com o Círculo Vermelho?
-Amor,eu não quero que você me interrogue.Deixa os policiais fazerem isso.
-Não.Vou ser eu.Agora responda.
-Ok.Eu já fui uma membra do Círculo Vermelho.
-Por que não é mais?
-Eles me deram uma missão de assassinato que eu não podia cumprir.Daí eu não segui ordens e saí da organização.
-Você tinha que matar quem?
-Minha melhor amiga:Jenny Lancaster.
Mark se surpreende cada vez mais.
Escrito por:Rodrigo Naressi
Top 10:Séries e aquelas decisões que atrapalharam tudo… (2x9)
Poucas são as séries que podem dizer que
percorreram ilesas suas temporadas.Na maioria das
vezes, em algum ponto, rola uma escorregada que tanto pode resultar só
em algumas críticas como no cancelamento.
Abaixo estão 10 séries que deram uma escorregada dessas e que amargam seus efeitos até hoje.
Grey’s Anatomy – George e Izzie se apaixonam.
É bem verdade que a grande má decisão da
série foi em seus bastidores, quando resolveram os problemas de elenco
com demissões e castigos, mas se formos pensar em Greys Anatomy
panoramicamente, George e Izzie eram os únicos personagens com problemas
de condução. Meredith, Alex, Cristina, Derek, Richard e Bailey (os
remanescentes originais) tiveram suas trajetórias conduzidas com coesão e
propriedade. E pra mim, o pontapé para todos os enganos cometidos com
esses dois personagens foi o momento em que Shonda Rhimes
resolveu que eles deveriam ter sua amizade poluída por um ridículo
interesse sexual. O casal era tão insípido que entristecia. Aquela
relação era tão absurda e desnecessária, que não demorou para o engano
ser percebido. O problema é que pra consertá-lo, começou a bola de neve
de impropérios. George cometeu mais desatinos, caiu no limbo da
criatividade e morreu depois de uma quinta temporada nula pra ele (a
praga de Izaiah Washington pegou firme). Izzie começou a
ver gente morta e o apelo à presença de Denny Duquete chegou a ser
invasivo. Teve um câncer que todo mundo sabia que não ia matá-la e saiu
da história. A boa sexta temporada da série, já sem os dois, provou que
às vezes manter o elenco fixo de um programa a qualquer preço, não é a
melhor saída.
Arquivo X – Os super soldados.
Na época em que Arquivo X estava no seu auge, esse conceito de trama mitológica central era nebuloso. Chris Carter
conduzia o programa sem saber exatamente quando soltar pistas e
revelações, já que o futuro da série era incerto. Poderia durar mais um
ano, dois anos, quatro anos… Enfim, não passava pela cabeça dele que
anos depois a ideia de continuidade mitológica iria revolucionar a
televisão e a maneira de contar uma história. Lost absorveu essas
influências e teve a sorte de poder ter sido planejada. Já Arquivo X,
quando chegou à sexta temporada, já sabia que precisava parar de enrolar
o espectador e dar respostas. Como Carter achava que só teriam mais um
ano, a série respondeu quase tudo na sexta temporada e guardou a última
grande revelação pra sétima. O problema é que a Fox queria mais, e um
oitavo ano, mesmo sem Mulder, aconteceu. E com a mitologia toda
revelada, outra precisaria nascer. Não sei por que raios alguém achou
que transformar os alienígenas em super soldados iria funcionar. Já na
metade da oitava temporada, dava pra ver que aquilo ia desandar. Mortos
voltando à vida, gravidez milagrosa, aliens que não morriam mesmo se
fossem triturados até virar carne moída… Mesmo assim, a nona temporada
veio, mas o estrago foi tão grande, que só podíamos lamentar o fim
desonrado de uma das séries mais inteligentes e interessantes da
história da TV.
Heroes – Hiro no Japão Feudal.
Eu precisaria de um post só para os
enganos cometidos por Heroes, mas se pararmos pra avaliar o exato
momento em que tudo pareceu sem sentido, eu acho que vamos perceber que
Hiro indo parar no Japão feudal foi o pontapé inicial. Vários episódios
depois ele continuava lá, em tramas que não acrescentavam nada à
história e que eram chatas de doer. As críticas devem ter sido tão
pesadas que amaldiçoaram a mão de Tim Kring e a partir
de então, nada cheirava tão mal na televisão quanto Heroes. Ninguém mais
morria, pois o sangue da Claire curava e ressuscitava; O Peter era mais
poderoso que Deus, pois absorvia qualquer habilidade. Então como
prendê-lo? Como chantageá-lo? Como obrigá-lo a fazer coisas? O rosário
de absurdos ia crescendo tão absurdamente, que o samba do crioulo doido
tocava aos berros em volta da série. O próprio Kring assumiu o
desgoverno de sua criação e uma das maiores promessas da televisão saiu
de cena envergonhada, com o rabinho heróico entre as pernas.
House – Huddy
Quando você escreve uma série sobre um
médico cheio de desprezo pelos outros, que começa a ter que interagir
com uma equipe inexperiente que pretende ajudá-lo em seus casos, você já
sabe que essa convivência prenuncia mudanças no comportamento dele.
Toda obra de arte sobre alguém, lida com amadurecimento e evolução ou
com ignorância e estancamento. O caminho escolhido por David Shore
foi o crescimento e ascensão das capacidades sociais de House. E que é o
caminho correto, visto que a convivência com seu time, com Wilson e
Cuddy, só poderia levá-lo a alguma melhora. O romance com Cuddy parecia
inevitável. Mas qual o futuro de uma série sobre um homem terrível, se
ele deixa de ser terrível? Na metade da sétima temporada, alguma coisa
parecia fora de lugar. Juntar House e Cuddy era uma decisão que
engrandeceria a série momentaneamente, mas os efeitos futuros dessa
escolha devastariam o personagem. Descaracterizariam sua persona. O
resultado? Um House inverossímil, jogando um carro contra uma sala de
jantar que poderia estar cheia de gente, e anunciando um oitavo ano que
pode afundá-lo num poço de péssimas escolhas de onde ele pode nem
conseguir sair.
True Blood – A convenção dos monstros.
Quando eu soube que Alan Ball
(de Six Feet Under) iria fazer uma série sobre vampiros, eu pensei: vem
coisa boa aí. Ele não vai fazer nada dentro do previsível. E não ia
mesmo. A ótima história sobre as criaturas saindo do anonimato depois do
sangue sintético tinha a maior qualidade de todas: o equilíbrio
perfeito entre a fantasia da trama e a proximidade da nossa realidade.
Apesar daquele sangue todo, víamos a história fantástica agindo sobre
personagens “reais”. Na segunda temporada eles redimensionaram as
coisas. Um ótimo e relevantíssimo debate político contrastava com a
mênade da mitologia grega. Equilíbrio perfeito! Aí veio a terceira
temporada e não sei por que, Alan Ball achou que misturar ao mesmo
tempo, os vampiros, lobisomens, metamorfos, bruxos, panteras humanas e
fadas, ia ser bom pra série. De repente, True Blood passou a ser sobre o
quanto de bizarrices se podem encontrar numa cidadezinha do interior
americano. Entre boas cenas (Russel na TV ainda é antológico) e
exageros dispensáveis, True Blood amargou críticas e precisou parar pra
pensar. Não era mesmo nada agradável ver Sookie no “mundo das fadas”
como se fosse um personagem de Walt Disney. E embora no início dessa
quarta temporada eles tenham tentado zerar o marcador (a passagem de um
ano foi uma ótima saída), aquela primeira sequência com Sookie saindo do
território das fadas foi quase motivo suficiente pra não seguir
acompanhando a série depois daqui. True Blood é muito melhor quando
investe na palavra. Bolas de luz explodindo como mísseis são totalmente
dispensáveis nesse contexto.
Lost – Realidade alternativa
Alguns podem estar pensando agora: não,
não foi a realidade alternativa, foi a caverna luminosa. Outros podem
achar: não, não foi nada disso… Foi a rolha dentro da caverna. No
entanto, acho que de todas as questões levantadas na última temporada de
Lost, a única que me faz sentir lesado é a manipulação emocional
provocada pela realidade alternativa. Se tivermos tempo e boa vontade,
vamos enxergar justificativas plausíveis e até mesmo interessantes para
tudo que rodeia a série. Essas justificativas podem não satisfazer todo
mundo (afinal de contas não é todo mundo que acredita na possibilidade
de as estátuas da Ilha de Páscoa terem chegado lá em discos voadores),
mas elas existem. Até mesmo a realidade alternativa tem sua
justificativa. É uma justificativa lírica, que só pôde exercer seu papel
no último episódio, quando os fãs já estavam tomados de paranóia e
certos de uma explicação concreta e não poética. Afinal, Lost nos
ensinou assim. Nos acostumou a esperar sempre um segredo prático. Eu
iria mais além e diria que o maior erro da sexta temporada foi o teaser
do primeiro episódio. Quando a cena mostra Jack no avião, e mergulha no
oceano para mostrar a ilha submersa, está nos indicando um caminho
específico: algo vai acontecer para que cheguemos até esse ponto. Mas
ninguém poderia imaginar – dadas as constantes e coesas reviravoltas dos
roteiros – que aquela cena com a ilha submersa não fosse uma “chave”
para explicar a realidade alternativa. Ninguém esperava que aquela cena
fosse inútil para entender os flash-sideways. A realidade alternativa
nos fez acreditar em explicações práticas durante tempo demais. Quando
ela resolveu cumprir sua função onírica – e que era interessante sim, e
que teria sido mais bem compreendida se não houvesse causado tanta
expectativa – os fãs já estavam desinteressados. Desconfiados pela
revelação da caverna luminosa. Enfim… Um engano de planejamento
lamentável. E que borrou a história daquela que pra mim ainda é a obra
mais impressionante que já tivemos a sorte de assistir.
Glee – Brittany pelos ares.
Um dos maiores problemas de Glee é a caricatura que escreve de si mesma. Às vezes parece que Ryan Murphy
não se dá conta de que tem ouro nas mãos e que tornou seus personagens
um grupo muito bom de representações da vida. Sem explicação e para
encaixá-los nos plots musicais, vai brincando com as personalidades de
cada um a seu bel prazer, sem medir as consequências e os efeitos a
longo prazo. As maiores vítimas são Rachel e Sue. Sue, já ultrapassando
todos os limites do crível. Seu ápice foi tentar lançar Britany de um
canhão, num momento cartunesco da personagem, que não tinha
absolutamente nenhum sentido. Essa insanidade, junto com outras
maluquices dispensáveis da treinadora, jogou os roteiristas numa cilada,
já que elevar a personagem ao seu extremo absurdo ainda na metade da
segunda temporada torna seu futuro uma incógnita. O que fazer com Sue se
ela já fez de tudo? Voltar a ser a treinadora das cheerleaders
unicamente, é inadmissível. O quê, então? Nessa linha de raciocínio só
mesmo virar o Stewie e começar a planejar a morte de Will e a dominação
do mundo. Ryan Murphy devia tomar umas lições com os criadores de Will
& Grace. Jack e Karen foram muito longe, mas nunca perderam o fiapo
de humanidade e coerência que os mantinha dentro do possível e do
perdoável.
Ally McBeal – O elenco da quinta temporada.
Quando a quarta temporada começou David E. Kelley
já não podia contar com alguns membros do elenco e Ally tinha perdido
seu maior interesse amoroso. Ele então providenciou o marketing
necessário: Robert Downey Jr. ressurgia depois de longa
ausência das telas. O personagem funcionou, mas a reabilitação de
Downey não era muito boa e ele continuou aprontando, e ainda por cima
levou Lisa Nicole Carson pra sarjeta também. A quinta temporada então não contaria com os dois, e nem com Lucy Liu,
que se ausentaria aos poucos. Era gente demais de fora. Um novo time
precisava aparecer e com a mão mais podre do mundo, David trouxe Julianne Nicholson, Josh Hopkins e James Marsden
(agora famosão), para a pior reunião de elenco da história. É bem
verdade que os roteiros estavam uma porcaria, mas a falta de carisma
desse povo – principalmente Julianne, que era a pretensa estrela –
beirava o risível. Mais de 10 episódios foram desperdiçados dando
atenção a eles. Passar por esses episódios foi um verdadeiro calvário.
Ally McBeal acabou sofrendo da “maldição da última temporada”, e viu
todo seu merecido prestígio descendo pelo ralo. Temporada muito ruim,
minha gente… Põe ruim nisso.
The OC – Morte de Marissa
Eu tenho que admitir que Marissa era uma
anti-heroína admirável. Fumava, bebia, cheirava, mentia, roubava, batia
na mãe… A lista era grande. Tudo o que Gossip Girl alardeou que seria e
não foi até hoje, Marissa foi em três temporadas de vida. Mas quando
essa terceira temporada chegou, já não tinha mais pra onde levá-la. A
história com Johnny tinha sido a gota d’água da chatice e Mischa Barton
também não colaborava nos bastidores. Com a promessa da quarta
temporada e a recusa da atriz em participar, o que fazer com a
personagem? A única razão de The OC figurar nessa lista é porque a
decisão de matar Marissa acabou resultando no abandono de alguns fãs, e
no fim da série. Mas quando houver uma lista de boas decisões, a morte
dela vai estar por aqui também. Foi uma decisão ótima que resultou em
episódios leves, divertidos, deliciosos, cheios de Taylor e que tornou a
quarta temporada a melhor de todas. Mas ao mesmo tempo, se não a
tivessem matado, talvez os fãs continuassem assistindo com a esperança
de vê-la em participações especiais… E aí The OC estaria conosco até
hoje.
The Killing – Alguém matou Rosie Larsen?
Imagina se toda vez que Damages chegasse
ao Season Finale, aquelas sequências misteriosas que vão revelando aos
poucos o clímax da ação, não fossem esclarecidas? Não seria terrível?
Hediondo? Pois bem, o pessoal lá de The Killing não acha. Eles acreditam
que enganar o espectador com uma surpresinha besta no final é
suficiente. Dão voltas e voltas por toda a temporada só para no final,
não dizer quem matou Rosie Larsen. Começo a me perguntar se alguém matou
mesmo a moça. Veja bem, eu adorei a série, fiquei amarradão na história
e adoro aquele clima sombrio, chuvoso, a Linden com cara de bunda o
tempo todo… Mas não ter a resposta maior no episódio final é
imperdoável. Dá vontade de tacar pedra… Não dá, não?
Entrevista:Lisa Edelstein(The Good Wife) (2x9)
Uma coisa engraçada aconteceu com Lisa Edelstein logo depois que sua saída de House foi
anunciada: ela começou a receber ligações. Muitas ligações, de pessoas
que queriam trabalhar com ela. “Foi muito legal,” ela disse ao TVLine em sua primeira entrevista desde que deixou o sucesso da Fox em maio. “Eu estava em uma nova posição, e foi muito empolgante.”
Uma das primeiras ofertas que ela recebeu foi feita pelos produtores de The Good Wife,
série em que ela fará um arco de 3 episódios como Celeste Serrano, uma
advogada que tem ligações com Will (Josh Charles). E hoje pela manhã,
quando começava a trabalhar no drama da CBS, ela ligou do set para discutir seu novo trabalho e refletir sobre House – sua saída súbtia, o chocante season finale e se ela, um dia, voltará como Cuddy.
Três meses depois, como você está se sentindo sobre sua saída de House?
Foi muito triste e eu fiquei muito desapontada. Foi uma decisão realmente difícil de ser tomada. Mas, no final das contas, eu achei que era a melhor coisa a fazer por mim e pela minha carreira. Eu estou realmente empolgada com o que está acontecendo agora. É onde o meu foco está. É interessante se jogar novamente no mundo depois de ter tido um emprego incrível por sete anos. Você se acomoda, relaxa e deixa que ele cuide de você por um tempo. E ter que voltar a luta é, ao mesmo tempo, assustador e realmente incrível.
Foi muito triste e eu fiquei muito desapontada. Foi uma decisão realmente difícil de ser tomada. Mas, no final das contas, eu achei que era a melhor coisa a fazer por mim e pela minha carreira. Eu estou realmente empolgada com o que está acontecendo agora. É onde o meu foco está. É interessante se jogar novamente no mundo depois de ter tido um emprego incrível por sete anos. Você se acomoda, relaxa e deixa que ele cuide de você por um tempo. E ter que voltar a luta é, ao mesmo tempo, assustador e realmente incrível.
Da maneirar como a temporada
terminou, eu aposto que você não foi embora com o sentimento de ter
colocado um ponto final em sua história.
Não. Definitivamente, não. Ninguém esperava essa reviravolta. Mas é isso o que acontece, às vezes.
Não. Definitivamente, não. Ninguém esperava essa reviravolta. Mas é isso o que acontece, às vezes.
Qual foi sua reação sobre aquele finale?
[Risos] As pessoas entraram em pé de guerra! Eles acharam que House estava tentando matar Cuddy. Eu entendo este argumento totalmente. Como você pode jogar um carro dentro da casa que você sabe que seus amigos estão, onde você sabe que há uma criança, e não pensar nisso? É realmente homicida. Embora no roteiro não esteja escrito dessa forma, porque ficou bastante claro que Cuddy e seus amigos e família tinham deixado o cômodo. Foi uma coisa muito extrema. Definitivamente, ultrapassou um pouco os limites.
[Risos] As pessoas entraram em pé de guerra! Eles acharam que House estava tentando matar Cuddy. Eu entendo este argumento totalmente. Como você pode jogar um carro dentro da casa que você sabe que seus amigos estão, onde você sabe que há uma criança, e não pensar nisso? É realmente homicida. Embora no roteiro não esteja escrito dessa forma, porque ficou bastante claro que Cuddy e seus amigos e família tinham deixado o cômodo. Foi uma coisa muito extrema. Definitivamente, ultrapassou um pouco os limites.
Você achou que foi algo estranho para House fazer?
O problema é que para atingir qualquer tipo de mudança para um personagem como aquele, você tem que ir a lugares extremos, mas talvez foi muito extremo para o público. Simplesmente, não é este tipo de série. Foi além dos limites em termos criativos? Não. Faz sentido. Mas em termos de ser uma série de TV aberta, eu acho que foi longe demais para muitas pessoas.
O problema é que para atingir qualquer tipo de mudança para um personagem como aquele, você tem que ir a lugares extremos, mas talvez foi muito extremo para o público. Simplesmente, não é este tipo de série. Foi além dos limites em termos criativos? Não. Faz sentido. Mas em termos de ser uma série de TV aberta, eu acho que foi longe demais para muitas pessoas.
A série começa em setembro com House na cadeia. Você acha que essa é uma punição justa?
[Risos] Acho que sim. Não sei.
[Risos] Acho que sim. Não sei.
Se esta for a última temporada da série, você estaria aberta a retornar como convidada especial?
Eu não conversei com ninguém de lá, então acho improvável. Sabe Deus o que eu estarei fazendo. Eu tenho muitas coisas em vista. Eu não quero responder isso e deixar ninguém esperançoso. Essa não parece ser a direção que ninguém está indo.
Eu não conversei com ninguém de lá, então acho improvável. Sabe Deus o que eu estarei fazendo. Eu tenho muitas coisas em vista. Eu não quero responder isso e deixar ninguém esperançoso. Essa não parece ser a direção que ninguém está indo.
Parece que é a direção que David Shore está indo (em entrevista recente, o criador de House disse que adoraria ter Lisa de volta para o series finale da série).
Bem, eu não posso conversar com David Shore via imprensa. Seria uma atitude mais corajosa se alguém pegasse o telefone.
Bem, eu não posso conversar com David Shore via imprensa. Seria uma atitude mais corajosa se alguém pegasse o telefone.
O que você pode nos contar sobre seu personagem em The Good Wife? É realmente muito ousado ela ter ligações com Will.
Ela tem um histórico com Will. Ela é uma advogada com uma ética maleável. [risos] Ela realmente gosta de apostar e do jogo da lei. Ela também é uma apostadora profissional. Ela joga há muito tempo e tem um histórico com Will neste universo também. Então, tudo que ela faz é arriscado, e é realmente divertido – especialmente, em contraste a Alicia (Julianna Margulies), que tem tudo sob controle. Esta mulher não segue nenhuma dessas regras em sua vida.
Ela tem um histórico com Will. Ela é uma advogada com uma ética maleável. [risos] Ela realmente gosta de apostar e do jogo da lei. Ela também é uma apostadora profissional. Ela joga há muito tempo e tem um histórico com Will neste universo também. Então, tudo que ela faz é arriscado, e é realmente divertido – especialmente, em contraste a Alicia (Julianna Margulies), que tem tudo sob controle. Esta mulher não segue nenhuma dessas regras em sua vida.
Dizem por aí que Celeste e Will eram parceiros.
Eu não sei nada sobre eles serem parceiros de negócios. Eu sei que apostávamos juntos. E sei que temos um histórico amoroso.
Eu não sei nada sobre eles serem parceiros de negócios. Eu sei que apostávamos juntos. E sei que temos um histórico amoroso.
É possível que seu arco de três episódios seja estendido?
Quem sabe? Eu gosto do tamanho do trabalho porque estarei por aqui por um mês inteiro e então estarei disponível para voltar para o trabalho em Los Angeles. Mas eu amo trabalhar, então se eles quiserem continuar com o meu personagem, nós veremos o que pode acontecer.
Quem sabe? Eu gosto do tamanho do trabalho porque estarei por aqui por um mês inteiro e então estarei disponível para voltar para o trabalho em Los Angeles. Mas eu amo trabalhar, então se eles quiserem continuar com o meu personagem, nós veremos o que pode acontecer.
O que vem depois? Parece que você está desenvolvendo alguns projetos. Pode falar algo sobre eles?
Ainda não. Tem um projeto que estou fazendo sozinha que requer tanta pesquisa que estou ficando pronta para uma dissertação. Eu também estou trabalhando com um produtor em uma possível nova série. Então, está tudo muito no começo no momento, mas minhas inspirações criativas estão fluindo. Eu realmente quero me envolver mais com a produção, para poder participar um pouco mais.
Ainda não. Tem um projeto que estou fazendo sozinha que requer tanta pesquisa que estou ficando pronta para uma dissertação. Eu também estou trabalhando com um produtor em uma possível nova série. Então, está tudo muito no começo no momento, mas minhas inspirações criativas estão fluindo. Eu realmente quero me envolver mais com a produção, para poder participar um pouco mais.
Seria o cenário ideal você produzir uma série da qual é a protagonista?
Eu não me importo em ser a estrela. Eu realmente gosto de ser parte de um elenco. A vida de Hugh Laurie é extremamente limitada pela carga de trabalho de 14 horas por dia, e ainda adicionar a produção em cima disso é uma tarefa grande. Eu quero apenas usar meu cérebro o máximo que puder.
Eu não me importo em ser a estrela. Eu realmente gosto de ser parte de um elenco. A vida de Hugh Laurie é extremamente limitada pela carga de trabalho de 14 horas por dia, e ainda adicionar a produção em cima disso é uma tarefa grande. Eu quero apenas usar meu cérebro o máximo que puder.
Trilha Sonora:Hannah Montana 1 (1x3)
Hannah Montana é a trilha sonora original da série do Disney Channel de mesmo nome, lançada no dia 24 de outubro de 2006, pela Walt Disney Records. As 8 primeiras canções do álbum são interpretadas por Miley Cyrus,
porém, creditas a personagem interpretada por ela na série. As outras 4
canções seguintes são interpretadas por outros artistas e a última
canção se trata de um dueto de Miley com seu pai na vida real e na
série, Billy Ray Cyrus. A trilha foi a 8ª mais vendida do ano nos Estados Unidos, com quase 2 milhões de cópias vendidas. No país, foram vendidas, no total, 3,7 milhões de cópias, e 5 milhões em todo o mundo.
Vendas
O álbum debutou em #1 na Billboard 200 nos Estados Unidos, vendendo 281.000 cópias na 1ª semana, ultrapassando artistas como John Legend e a banda My Chemical Romance, e na segunda semana, continuou em 1º, após vender 203.000 cópias e "acabar" com o debut do álbum de Barry Manilow, The Greatest Songs of the Sixties. Tornou-se a primeira trilha a debutar em #1 e também a 1ª trilha de um programa de TV nos últimos 20 anos a chegar ao #1.Permaneceu na Billboard 200 (nunca saindo dos primeiros 100 álbuns) até abril de 2008, sendo certificado 3x Platina pela RIAA,ouro em apenas 4 semanas no Reino Unido e colocando 8 canções na Billboard Hot 100 (incluindo a canção tema, The Best of Both Worlds). Em seguida, duas edições extras foram lançadas: A Holiday Edition e a 2-Disc Special Edition.
Faixas
| # | Título | Compositor(es) | Artista | Duração |
|---|---|---|---|---|
| 1. | "The Best of Both Worlds" | Matthew Gerrard, Robbie Nevil | Hannah Montana | 2:54 |
| 2. | "Who Said" | Gerrard, Nevil, J. Landers | Hannah Montana | 3:15 |
| 3. | "Just Like You" | Adam Watts, Andy Dodd | Hannah Montana | 3:14 |
| 4. | "Pumpin' Up the Party" | Jamie Houston | Hannah Montana | 3:10 |
| 5. | "If We Were a Movie" | Jennie Lurie, Holly Mathis | Hannah Montana | 3:03 |
| 6. | "I Got Nerve" | Lurie, Ken Hauptman, Aruna Abrams | Hannah Montana | 3:06 |
| 7. | "The Other Side of Me" | Gerrard, Nevil | Hannah Montana | 3:07 |
| 8. | "This is the Life" | Lurie, Shari Short | Hannah Montana | 2:58 |
| 9. | "Pop Princess" | B. Romans | The Click Five | 4:24 |
| 10. | "She's No You" | Gerrard, McCartney, Nevil | Jesse McCartney | 3:33 |
| 11. | "Find Yourself in You" | Gerrard, A. Hezlep, J. Ross, S. Ross | Everlife | 3:35 |
| 12. | "Shining Star" | M. White, P. Bailey, L. Dunn | B5 | 2:44 |
| 13. | "I Learned From You" (com Billy Ray Cyrus) | S. Diamond, Gerrard | Miley Cyrus ft. Billy Ray Cyrus | 3:26 |
Duração total:
|
42:26 | |||
Notícias Séries-2ª Edição:Saída de Stabler de Law & Order: SVU será bem explorada
Para quem achava que a saída do detetive Stabler (Chris Meloni) de Law & Order: SVU poderia ser encoberta, uma boa notícia: fe acordo com Michael Ausiello do TVLine, Warren Leight, showrunner da série, declarou que a saída do personagem será explicada.
“As razões de sua ausência e o efeito
disto no esquadrão e em Olivia serão explorados nos primeiros episódios
da nova temporada”, contou Leight.
Ele se recusou a elaborar mais as
informações, mas parece quase certo que os eventos do último episódio –
no qual Stabler atirou e matou uma garota – terão um papel em sua saída.
A participação de Meloni na série
durante 12 anos chegou ao fim em maio quando o ator e a NBC não
conseguiram acertar um novo contrato.
A 13ª temporada – que estreia dia 21 de
setembro nos Estados Unidos – terá dois novos detetives interpretados
por Danny Pino (de Cold Case) e Kelli Giddish (de The Good Wife).
Notícias Séries-2ª Edição:Robert Pugh entra para o elenco da série "Game of Thrones"
O ator Robert Pugh acaba de ser escalado para interpretar o papel de Craster na segunda temporada de “Game of Thrones”.
Craster é um selvagem, o mestre de Craster Keep e aparentemente poderoso, apesar de estar perto do final de sua vida.
Notícias Séries-2ª Edição:Novidades no elenco da série "Homeland"
A
atriz Cynthia Barrett foi confirmada para entrar ao elenco da série em
sua primeira temporada. A atriz fará o papel de um oficial da CIA, mas
não foram divulgados maiores detalhes.
Notícias Séries-2ª Edição:NBC pede script para nova série de Frankenstein
Seguindo os passos da Fx, a NBC está atrás de uma série de terror. E o
personagem escolhido é um dos mais clássicos e tradicionais do cinema.
O bom e velho Frankenstein pode estar voltando às telinhas como uma
série da emissora. Isso por que a NBC pediu a produção de um piloto
sobre o personagem. Por trás do projeto estão nada mais, nada menos do
que Russel Friend (Produtor de House) e Garret Lerner, da Universal
Studio, que detém os direitos sobre o personagem.Notícias Séries-2ª Edição:Courtney Ford acerta participação especial em "CSI:New York"
O site TVLine divulgou uma notícia colocando a atriz Courtney Ford como
uma das convidadas especiais para a nova temporada da série “CSI: New
York”.
Ford irá interpretar a personagem Nicole, uma bonita ladra de carros com
um estilo bem específico: ela só rouba carros que valham pelo menos um
quarto de milhão de dólares! A participação da atriz está programada
para ocorrer no terceiro episódio da 8ª temporada.Notícias "Glee" -Heather Morris será uma das dubladoras em "A Era do Gelo 4"
A Era do Gelo, uma das séries de animação de maior sucesso na história, ganhará seu quarto filme em 2012. A Blue Sky Studios e a 20th Century Fox Film Corporation anunciaram a relação completa dos dubladores do novo longa-metragem.
Há várias novidades no elenco, entre elas Heather Morris, não se sabe ainda qual será sua participação, a lista ainda conta com Kunal Nayyar(série de TV The Big Bang Theory), as cantoras Nicki Minaj e Jennifer Lopez, entre outras celebridades.
O novo filme trará o esquilo neurótico Scrat provocando graves consequências na Terra ao ir em busca de sua sonhada noz. As mudanças possibilitam que Sid encontre sua família, a qual não vê há muito tempo. Enquanto isso os demais companheiros tentam voltar para casa, em meio a uma série de obstáculos.
A Era do Gelo 4 tem lançamento nos cinemas americanos agendado para 13 de julho de 2012.
Há várias novidades no elenco, entre elas Heather Morris, não se sabe ainda qual será sua participação, a lista ainda conta com Kunal Nayyar(série de TV The Big Bang Theory), as cantoras Nicki Minaj e Jennifer Lopez, entre outras celebridades.
O novo filme trará o esquilo neurótico Scrat provocando graves consequências na Terra ao ir em busca de sua sonhada noz. As mudanças possibilitam que Sid encontre sua família, a qual não vê há muito tempo. Enquanto isso os demais companheiros tentam voltar para casa, em meio a uma série de obstáculos.
A Era do Gelo 4 tem lançamento nos cinemas americanos agendado para 13 de julho de 2012.
Notícias Séries:Criadora de Gilmore Girls tem novo projeto
A ABC está finalizando um contrato para fazer uma versão de The Nanny Diaries a ser escrita por ninguém menos que Amy Sherman-Palladino, a criadora de Gilmore Girls.
A série, que terá produção-executiva de Ryan Seacrest (o apresentador do American Idol), será baseada no best seller das ex-babás Emma McLaughlin e Nicola Kraus, que já virou filme com Scarlett Johansson, Laura Linney (The Big C)
e Paul Giamatti em 2007. O livro é um olhar satírico da alta sociedade
de Manhattan vista pelos olhos das babás que trabalham para ela.
O último projeto de Amy foi o roteiro de um piloto para CW em 2010, que a emissora acabou não aprovando.
Notícias Séries:Atriz de No Ordinary Family em Hawaii Five-0
Segundo o TVLine, a série Hawaii Five-0 servirá de cenário para uma reunião de dois atores de Entourage neste outono americano: Autumn Reeser acabou de assinar para viver um interesse romântico do personagem de Scott Caan, Danny.
Reeser – cujo personagem em Entourage não
se cruzou com o de Scott – vai interpretar a Dra Akina, a curadora de
um museu marítimo que empresta seus conhecimentos à investigação de um
assassinato que leva McGarret (Alex O’Loughlin) e Danny para o mundo dos
tesouros afundados. A personagem pode se tornar recorrente na série.
Este é o primeiro trabalho de Reeser depois que No Ordinary Family foi cancelada. A nova temporada de Hawaii Five-0 estreia dia 19 de setembro.
Notícias Séries:Jon Cryer fala sobre Charlie Sheen e Ashton
Em entrevista ontem de manhã num jornal matinal, Jon Cryer, o Alan Harper de Two and a Half Men, falou sobre a tumultuada saída de Charlie Sheen, depois de sua briga pública com o produtor-executivo Chuck Lorre, e a integração de Ashton Kutcher no elenco da série.
Sobre as ações de Charlie, Cryer disse
que foi “estranho e uma coisa terrível de se estar envolvido.” Segundo o
ator, apesar de tudo, ele “ficou contente que alguma paz tenha ficado
como herança” de toda a confusão, implicando que o clima no set não deveria ser dos melhores. E ele fez questão de deixar claro que nunca mais quer passar por algo parecido.
E ele completou dizendo que, embora não
possa falar muito, o mote para saída do personagem de Charlie da série
“será engraçado.”
Sobre a contratação de Ashton Kutcher
para tomar o lugar de Charlie Sheen, ele disse que a produção “conseguiu
trazê-lo de uma maneira incrível. Ashton gravou na sexta e foi um
sucesso.”
Two and a Half Men estreia sua nona temporada no dia 19 de setembro nos Estados Unidos.
Notícias Séries:Veja teasers da nova série do criador de Glee, "American Horror Story"
Nova série do mesmo criador de Glee e Nip/Tuck, Ryan Murphy, American Horror Story, estreará em outubro nos Estados Unidos.
E para deixar o público já no clima de suspense, foram divulgados inúmeros teasers bem misteriosos.
Na história, Connie Britton e Dylan
McDermott interpretam um casal que se muda para Los Angeles com sua
filha sob circunstâncias desesperadas, tentando reconstruir suas vidas.
Mostrando um lado muito diferente do glamour de Hollywood, a casa revela um passado sangrento.
Fique com os misteriosos teasers de American Horror Story:
O primeiro teaser, chamado, Cello, mostra um relacionamento incomum entre dois personagens.
O segundo mostra um bebê, ou seria uma boneca?
O próximo se chama Casal. Não precisa de explicações, né?
E finalmente o último, que se chama Caixão.
A série estreia no dia 5 de outubro nos Estados Unidos.
Notícias Séries-Ashton Kutcher torna-se ator mais bem pago da TV
De acordo com o Zap2It, Ashton Kutcher é o ator mais bem pago da TV americana. Ele substitui Charlie Sheen não apenas em Two and a Half Men, mas também no posto de maior salário.
As informações dão conta de que ele irá
receber 700 mil dólares por episódio. Ainda assim, os produtores da
série estão economizando, já que Sheen ganhava 1,2 milhões de dólares.
A CBS também fará economia com a entrada de Ted Danson em CSI. Ele substitui Laurence Fishburne e vai ganhar 225 mil por episódio – Fishburne recebia 350 mil.
Em relação aos protagonistas de outras
séries que irão ao ar no outono americano nas quatro grandes emissoras, o
ganho médio é de 125 mil dólares por episódio. Poucas são as exceções:
Tim Allen (da comédia Last Man Standing, da ABC) e Kiefer Sutherland (do drama de midseason Touch, da Fox) ganharão 225 mil por episódio.
Notícias Séries-2ª Edição:Descubra quem substituirá o Chefe Webber em Grey’s
O substituto do chefe de cirgurgias em Grey’s Anatomy foi revelado, conforme notícia do site Aceshowbiz.
Dr. Owen Hunt, que já havia sido considerado para o cargo na série, se
tornará o novo manda-chuva do Seatle Grace Hospital e isso deverá
acontecer logo no início da oitava temporada.
“Ele ficará surpreso como qualquer
outro, e muito nervoso,” disse Kevin McKidd, que interpreta o
personagem. ”Ele é mais um cara de ação, é o chefe de cirugias na área
de traumas – é isso que ele sabe fazer. E então ele passa a ter um cargo
administrativo. Acho que a maneira com a qual ele passará a lidar com
isso é que será interessante.”
As coisas não serão fáceis para Owen
nesta troca de hierarquias. “As pessoas não vão facilitar,” explica
McKidd. “Não será fácil ocupar um cargo que foi de Richard Webber. Estes
doutores e cirurgiões têm egos gigantescos, e eles não gostam de
mudanças como estas.”
Richard deixará seu cargo após toda a
confusão gerada por Meredith e os testes clínicos de Alzheimer na
temporada passada. Mesmo assim, James Pickens Jr., o ator que o
interpreta, esta confirmado para o próximo ano do programa.
Grey’s Anatomy retornará no dia 22 de setembro nos Estados Unidos com um especial de duas horas.
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