segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Twilight: Não Consigo Ler Você-1x27
"Você me perdeu de novo."
O sorriso arrebatador reapareceu.
"Eu sempre falo demais quando estou com você- esse é um dos problemas."
"Não se preocupe, eu não entendo nada mesmo.", eu disse.
"Eu estou contando com isso."
"Então, em Inglês simples, nós somos amigos agora?"
"Amigos...", ele meditou, em dúvida.
"Ou não." eu murmurei.
Ele sorriu. "Bem, nós podemos tentar, eu suponho. Mas eu te aviso que eu não sou um bom amigo pra você." Por trás do sorriso, se aviso era de verdade.
"Você diz muito isso.", eu notei, tentando acalmar o nervosismo no meu estômago e manter minha voz calma.
"Sim, porque você não está me ouvindo. Eu estou esperando que você acredite em mim. Se você for esperta, você vai me evitar."
"Eu acho que você também já deixou clara a sua opinião sobre o meu intelecto.", meus olhos reviraram.
Ele sorriu.
"Então, enquanto eu estou sendo...não esperta, nós vamos tentar ser amigos?" eu lutei pra entender a confusa mudança.
"Isso parece correto."
Eu olhei para as minhas mãos entrelaçadas na garrafa de limonada, sem saber o que fazer agora.
"No que você está pensando?", ele perguntou curiosamente.
Eu olhei pra os seus profundos olhos dourados, fiquei abobalhada, e como sempre, soltei toda a verdade.
"Eu estou tentando descobrir o que você é."
A mandíbula dele se contraiu, mas ele continuou sorrindo com algum esforço.
"Está tendo alguma sorte?", ele perguntou num tom desinteressado.
"Não muita", eu admiti.
Ele gargalhou. "Quais são as suas teorias?"
Eu corei. Durante o último mês eu estive entre Bruce Wayne e Peter Parker. Não tinha jeito de eu dizer isso.
"Você não vai me contar?" ele perguntou inclinando a cabeça pra um lado com um sorriso chocantemente tentador.
Eu balancei minha cabeça. "Muito embaraçoso".
"Isso é muito frustrante, sabe", ele reclamou.
"Não", eu discordei rapidamente, meus olhos revirando. "Eu não consigo imaginar porque isso seria frustrante- só porque uma pessoa se recusa a te dizer o que ela está pensando, só porque ela está só criando pequenas observações obscuras que te mantêm você acordado se perguntando o que elas poderiam querer dizer com aquilo... agora, porque isso seria frustrante?"
Ele fez uma careta.
"Ou melhor", eu continuei, o tom de aborrecimento saindo livremente agora. "Digamos que essa pessoa também fez algumas coisas bizarras- de salvar a sua vida sob circunstâncias impossíveis um dia pra depois tratar você como uma estranha no outro
dia, e ele nunca explica nada disso, mesmo se ele prometeu. Isso, também seria muito não frustrante."
"Você tem um temperamento um pouco forte, não tem?"
"Eu não gosto de duplos padrões".
Nós encaramos um ao outro, sem sorrir.
Ele deu uma olhada por cima do meu ombro, e então,inesperadamente, ele sorriu silenciosamente.
"O que é?"
"O seu namorado parece estar pensando que eu estou sendo rude com você- ele está se questionando se deve ou não vir aqui apartar a nossa briga.", ele sorriu silenciosamente de novo.
"Eu não sei do que você está falando", eu disse frigidamente. "Mas de qualquer forma, eu tenho certeza que você está enganado."
"Eu não estou. Eu já te disse, a maioria das pessoas é fácil de ler."
"Exceto eu, é claro."
"Sim. Exceto você.", seu humor mudou de repente; seus olhos se tornaram pensativos.
"Eu me pergunto o porquê disso."
Escrito por: Stephenie Meyer
The Vampire Diaries: The Awakening: Fundadores de Fell's Church-1x28
Bonnie estava na pista de dança, de olhos fechados, deixando a música flutuar por ela. Quando ela abriu seus olhos por um instante, Meredith estava acenando da lateral. Bonnie empinou seu queixo em revolta, mas a medida que os gestos ficavam mais insistentes ela revirou seus olhos para Raymond e obedeceu. Raymond seguiu.
Matt e Ed estavam atrás de Meredith. Matt estava olhando de cara feia. Ed parecia desconfortável.
“Elena acabou de sair,” disse Meredith.
“É um país livre,” disse Bonnie.
“Ela foi com Tyler Smallwood,” disse Meredith. “Matt, tem certeza de que não ouviu onde estavam indo?”
Matt balançou sua cabeça. “Eu diria que ela merece o que quer que aconteça – mas é minha culpa, também, de um certo jeito,” ele disse desoladamente. “Eu acho que devemos ir atrás dela.”
“Sair do baile?” Bonnie disse. Ela olhou para Meredith, que balbuciou as palavras você prometeu. “Eu não acredito nisso,” ela murmurou selvagemente.
“Eu não sei como iremos achá-la,” disse Meredith, “mas nós temos que tentar.” Então ela acrescentou, com uma voz estranhamente hesitante, “Bonnie, por um acaso você não sabe onde ela está, sabe?”
“O quê? Não, é claro que não; eu estive dançando. Você ouviu falar nisso, não ouviu: é por isso que se vai a um baile?”
“Você e Ray fiquem aqui,” Matt disse para Ed. “Se ela voltar, diga que estamos procurando.”
“E se nós vamos, é melhor irmos agora,” Bonnie interpôs de forma descortês. Ela se virou e prontamente deu de cara com um blazer escuro.
“Ora, dá licença,” ela repreendeu, olhando para cima e vendo Stefan Salvatore. Ele não disse nada enquanto ela e Meredith e Matt se dirigiam à porta, deixando Raymond e Ed parecendo infelizes para trás.
As estrelas estavam distantes e brilhantes como o gelo no céu sem nuvens. Elena se sentiu exatamente como elas. Uma parte dela estava rindo e gritando com Dick e Vickie e Tyler por cima do estrondo do vento, mas parte dela estava observando de longe.
Tyler estacionou no meio da colina da Igreja arruinada, deixando os faróis acesos enquanto todos desciam.
Apesar de haveram vários carros atrás deles quando saíram da escola, eles aparentemente foram os únicos que foram até o cemitério.
Tyler abriu o porta-malas e puxou um pacote com seis latas de cerveja. “Mais para a gente.” Ele ofereceu uma cerveja à Elena, que balançou sua cabeça, tentando ignorar a sensação de náusea no buraco de seu estômago. Ela se sentia muito errada por estar aqui – mas não tinha jeito de ela admitir isso agora.
Eles escalaram o caminho lajotado, as garotas vacilando em seus saltos altos e se inclinando nos garotos. Quando alcançaram o topo, Elena arfou e Vickie soltou um gritinho.
Algo enorme e vermelho estava pairando um pouco acima do horizonte. Levou um momento para Elena perceber que era na verdade a Lua. Era tão grande e irreal quanto um objeto de cena de um filme de ficção-científica, e sua massa inflada brilhava tediosamente com uma luz insalubre.
“Como uma grande e podre abóbora,” disse Tyler, e tacou uma pedra nela. Elena forçou-se a sorrir brilhantemente para ele.
“Por que não entramos?” Vickie disse, apontando uma mão branca para o buraco vazio na entrada da Igreja.
A maior parte do telhado tinha caído, apesar do campanário ainda estar intacto, uma torre se erguendo acima deles.
Três das paredes estavam de pé; a quarta estava apenas na altura do joelho. Havia pilhas de escombros por todo o lugar.
Uma luz resplandeceu na bochecha de Elena, e ela se virou, assustada, para ver Tyler segurando um isqueiro. Ele sorriu, mostrando fortes dentes brancos, e disse, “Quer apertar a minha Bic?”
A risada de Elena foi a mais alta, para cobrir seu desconforto. Ela pegou o isqueiro, usando-o para iluminar a tumba dentro da Igreja. Não era como qualquer outra tumba no cemitério, apesar de seu pai ter tido que viu coisas similares na Inglaterra. Parecia com uma grande caixa de pedra, grande o bastante para duas pessoas, com duas estátuas de mármore deitadas em repouso na tampa.
“Thomas Keeping Fell e Honoria Fell,” disse Tyler com um grande gesto, como se os apresentando. “O Velho Thomas supostamente fundou Fell’s Church. Apesar de na verdade os Smallwoods também estarem lá na época.
O tataravô do meu bisavô morava no vale perto de Drowning Creek –”
“– até que ele foi comido por lobos,” disse Dick, e ele jogou sua cabeça para trás numa imitação de lobo. Então ele arrotou. Vickie deu risada. Irritação passou pelos belos traços de Tyler, mas ele forçou um sorriso.
Escrito por: Lisa Jane Smith
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Rodrigo Naressi
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07/01/13,
1x28,
Segunda,
Soap,
The Vampire Diaries: The Awakening
A Different Christmas- Piloto- Series Premiere- 1x1 (Reprise)
Numa casa no Brooklyn, New York, mora Patrick, um garoto de 11 anos muito esperto e brincalhão. Ele mora junto com seu pai e com sua mãe, sendo uma criança muito feliz, apesar de não terem muito dinheiro. Uma família sem muita riqueza, mas com muito amor.
Está chegando o Natal e Patrick brinca o dia inteiro na cidade com seus amigos, principalmente Alex, sua melhor amiga. Alex tem 12 anos e os dois são amigos já fazem 6 anos. Eles brincam muito com a neve, paixão dos dois. São bolas de neve para todo lado. Até fizeram um boneco de neve, chamado Friendly Snowman(Boneco de Neve Amigável).
Faltam 4 dias para a véspera de natal, e Patrick está ansioso para ganhar presentes. Ele quer ganhar um carrinho de brinquedo e um boneco do Batman.
Em casa, Patrick conversa com seus pais:
-Vão me dar presentes né?
-Vou tentar te dar os dois filho. -Pai de Patrick avisa.
-Mas eu quero o carrinho e o boneco do Batman.
-Nòs veremos se poderemos Patrick. -Sua mãe fala.
-Tá bom mãe.
Na manhã seguinte, Patrick e Alex brincam com o Friendly Showman, que está no quintal da casa da Patrick. Patrick pergunta para Alex:
-O quê ganhará de Natal?
-Uma linda casa da Barbie, com suas amigas. E você?
-Ainda não sei, talvez um carrinho e um boneco do Batman.
-Como ainda não sabe?
-Não sei se irei ganhar os dois.
-Porquê?
-Meus pais tentarão comprar para mim.
-Eu posso ajudar.
Patrick e Alex se surpreendem com o Friendly Snowman falando.
Dirigido por: Rodrigo Naressi e Patrícia Farias
Escrito por: Rodrigo Naressi
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Rodrigo Naressi
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1x1,
A Different Christmas,
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Minissérie,
Piloto,
Reprise
Frase do Dia
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Rodrigo Naressi
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Comedy Central,
Eric Cartman,
Frase do Dia,
South Park
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