quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Twilight: Eu Irei te Ajudar- 1x30
Mike pareceu ansioso quando colocou o braço dele ao redor da minha cintura e colocou meu braço sobre seus ombros. Eu me inclinei pesadamente nele enquanto saíamos da sala.
Mike me guiou lentamente pelo campus. Quando estávamos passando pela cafeteria, fora do campo de visão da sala de aula, quando o Sr. Banner não podia mais ver, eu parei.
"Será que você pode me deixar sentar um minuto, por favor?", eu implorei.
Ele me ajudou a sentar na beira da calçada.
"E o que quer que você faça, mantenha a sua mão no bolso", eu avisei. Eu ainda estava muito atordoada. Eu caí pro lado, encostando o meu rosto no cimento frio, sujo da calçada e fechei meus olhos. Isso pareceu ajudar um pouco.
"Uau, você está verde, Bella", Mike disse nervosamente.
"Bella?", uma voz diferente chamou de longe.
Não! Por favor diga que eu estou imaginando essa voz horrivelmente familiar.
"Qual o problema- ela está machucada?" A voz dele estava mais próxima agora, e ele parecia aflito.
Eu não estava imaginando. Eu apertei meus olhos, esperando morrer. Ou pelo menos, não vomitar.
Mike pareceu estressado. "Eu acho que ela está passando mal. Eu não sei o que aconteceu, ela nem furou o dedo."
"Bella", a voz de Edward estava bem ao meu lado, aliviada agora. "Você consegue me ouvir?"
"Não", eu gemi. "Vá embora".
Ele sorriu.
"Eu estava levando ela para a enfermaria", Mike explicou em tom de defesa, "Mas ela não conseguiu ir adiante".
"Eu vou levar ela", Edward disse. Eu ainda podia ver o sorriso na voz dele. "Você pode voltar para a sala de aula."
"Não", Mike protestou. "Sou eu quem deve fazer isso".
De repente a calçada desapareceu. Meus olhos se abriram com o susto. Edward tinha me pego nos braços, tão facilmente como se eu não pesasse nada.
"Me ponha no chão!" Por favor, por favor não me deixe vomitar nele.
Ele já estava caminhando antes que eu terminasse de falar.
"Ei!" Mike chamou, já muito atrás de nós.
Edward ignorou ele. "Você parece horrível", ele me disse sorrindo.
"Me coloque de volta na calçada", eu gemi. O movimento da caminhada não estava ajudando muito. Ele me segurou longe do corpo dele, cuidadosamente, aguentando todo o meu peso só nos braços- ele não parecia estar se incomodando.
"Então você passa mal quando vê sangue?", ele perguntou. Isso parecia divertido pra ele.
Eu não respondi. Eu fechei meus olhos e lutei contra a náusea com todas as minhas forças, apertando meus lábios.
"E nem é o seu próprio sangue" ele continuou, se divertindo.
Eu não sei como ele conseguiu abrir a porta enquanto me carregava, mas de repente estava quente, então eu sabia que estávamos do lado de dentro.
"Meu Deus", eu ouií uma voz de mulher suspirar.
"Ela passou mal na aula de Biologia", Edward explicou.
Eu abri meus olhos. Eu estava na secretaría e Edward continuou avançando em direção
á enfermaria. A Sr. Cope, a recepcionista ruiva da secretaría, passou na frente dele para abrir a porta. A enfermeira que tinha cara de vovó, tirou os olhos de um livro, pasma, enquanto Edward me carregava pelo quarto e me colocava gentilmente em cima do papel que cobria o colchão de vinil na única cama.
Então ele se afastou e foi se inclinar numa parede tão distante quanto foi possível. Seus olhos estavam brilhando, exitados.
"Ela só está um pouco enjoada", ele garatiu para a enfermeira. "Eles estão testando o
sangue na aula de Biologia."
A enfermeira balançou a cabeça. "Sempre tem um."
Ele tentou abafar um riso.
"Fique um pouco deitada, meu bem; vai passar logo".
"Eu sei", eu suspirei. A náusea já estava desaparecendo.
"Isso acontece muito?", ela perguntou.
"As vezes", eu admití. Edward tossiu para disfaçar outra risada.
"Você pode voltar para a sala agora", ela disse pra ele.
"Eu devo ficar com ela", ele disse com tanta autoridade que- mesmo torcendo os lábios a enfermeira não discutiu mais.
"Eu vou pegar um pouco de gelo pra você colocar na sua testa, querida",ela disse pra mim e então saiu da sala.
"Você estava certo", eu gemí deixando os meus olhos fechados.
"Eu geralmente tenho- mas sobre o que em particular desta vez?"
"Faltar a aula é saudável." eu pratiquei respirar uniformemente.
"Você ma assustou por um minuto lá fora", ele admitiu depois de uma pausa. O tom que ele usou fez parecer que ele estava confessando uma fraqueza vergonhosa.
"Eu pensei que Mike estava arrastando o seu cadáver pra enterrá-lo no bosque".
"Ha ha". Eu ainda estava com os olhos fechados, mas estava me sentindo melhor a cada minuto.
"Honestamente- eu já ví cadáveres com uma cor melhor. Eu já estava preocupado em ter que vingar o seu assassinato".
"Pobre Mike. Eu aposto que ele está bravo".
"Ele absolutamente me detesta.", Edward disse alegremente.
"Você não tem como saber disso". eu discuti, mas depois imaginei se ele tinha como saber.
Escrito por: Stephenie Meyer
The Vampire Diaries: The Awakening: Defendendo Elena- 1x31
A porta da Igreja abriu diante dele.
Elena viu a Lua por sobre o ombro esquerdo de Tyler. Era estranhamente apropriado que aquela seria a última coisa que ela veria, ela pensou. O gritou ficou preso em sua garganta, engasgado pelo medo.
E então algo pegou Tyler e o jogou contra a lápide de seu avô.
Foi isso que pareceu para Elena. Ela rolou para o lado, arfando, uma mão agarrando com força seu vestido rasgado, a outra tateando por uma arma.
Ela não precisava de uma. Algo se moveu na escuridão, e ela viu a pessoa que tinha puxado Tyler de cima dela. Stefan Salvatore. Mas era um Stefan que ela nunca vira antes: os traços delicados de seu rosto estava branco e frio de fúria, e havia uma luz homicida naqueles olhos verdes. Sem ao menos se mover, Stefan emanava tanta raiva e ameça que Elena teve mais medo dele do que ele tinha tido de Tyler.
“Quando eu conheci você, eu sabia que nunca aprenderia bons modos,” disse Stefan. Sua voz estava suave e gelado e leve, e de alguma maneira deixou Elena tonta. Ela não podia tirar seus olhos de cima dele enquanto ele se movia em direção à Tyler, que estava balançando sua cabeça perplexamente e começando a se levantar. Stefan moveu-se como um dançarino, cada movimento fácil e precisamente controlado. “Mas eu não fazia idéia que seu personagem estava tão sub-desenvolvido.”
Ele acertou Tyler. O grande garoto estava estendendo uma mão robusta, e Stefan acertou-o quase negligentemente no lado do rosto, antes que a mão fizesse contato.
Tyler voou contra outra lápide. Ele se arrastou e ficou de pé ofegantemente, seus olhos brancos. Elena viu um filete de sangue no seu nariz. Ele ele ordenou.
“Um cavalheiro não força sua companhia em ninguém,” disse Stefan, e o golpeou. Tyler esparramou-se de novo, de cara para baixo nas ervas daninhas e urzes. Dessa vez ele foi mais lento ao levantar-se, e sangue fluiu de ambas narinas e de sua boca. Ele estava expirando como um cavalo assustado a medida que se jogava para cima de Stefan.
Stefan agarrou a parte da frente da jaqueta de Tyler, girando ambos e absorvendo o impacto do ataque homicida. Ele chacoalhou Tyler duas vezes, forte, enquanto aqueles grandes punhos musculosos o giravam como um moinho de vento, incapaz de se conectar. Então ele soltou Tyler.
“Ele não insulta uma mulher,” ele disse. O rosto de Tyler estava contorcido, seus olhos revirando-se, mas ele agarrou a perna de Stefan. Stefan sacudiu-o e então o chacoalhou de novo, e Tyler ficou frouxo como uma boneca de pano, seus olhos revirando-se. Stefan continuou falando, segurando o pesado corpo para cima e pontuando cada palavra com um chacoalhão de esmagar os ossos. “E, acima de tudo, ele não a machuca...”
"Stefan!" Elena gritou. A cabeça de Tyler estava estalando para cima e para baixo com cada chacoalho. Ela estava com medo do que estava vendo; com medo do que Stefan podia fazer. E com mais medo do que tudo da voz de Stefan, aquela voz fria que era como uma dança de florete, bela e mortal e completamente cruel. “Stefan, pare.”
Sua cabeça virou-se em direção à ela, assustado, como se tivesse esquecido sua presença. Por um momento ele olhou para ela sem a reconhecê-la, seus olhos pretos na luz do luar, e ela pensou em algum predator, algum grande pássaro ou um carnívoro astuto incapaz de emoções humanas. Então entendimento veio ao seu rosto e um pouco da escuridão se esvaiou de seu olhar.
Ele olhou para baixo para a cabeça frouxa de Tyler, então ele o colocou gentilmente contra a lápide de mármore vermelho. Os joelhos de Tyler se entortaram e ele deslizou para encará-los, mas para o alívio de Elena seus olhos se abriram – ou pelo menos o esquerdo se abriu. O direito estava inchado e só abria por uma fenda.
“Ele vai ficar bem,” disse Stefan de forma vazia.
A medida que seu medo baixava, Elena sentia-se vazia. Chocada, ela pensou. Eu estou em choque. Eu provavelmente vou começar a gritar histericamente a qualquer minuto agora.
“Tem alguém para levá-la para casa?” disse Stefan, ainda naquela voz friamente morta.
Elena pensou em Dick e Vickie, fazendo Deus sabe o que ao lado da estátua de Thomas Fell. “Não,” ela disse.
Sua mente estava começando a trabalhar novamente, tomar nota das coisas ao seu redor. O vestido violeta estava todo rasgado na frente; estava arruinado. Mecanicamente, ela puxou-o para cima.
“Eu te levarei,” disse Stefan.
Mesmo através do entorpecimento, Elena sentiu um ligeiro tremor de medo. Ela olhou para ele, uma figura estranhamente elegante entre as lápides, seu rosto pálido na luz do luar. Ele nunca parecera tão... tão bonito para ela antes, mas aquela beleza era quase alienígena. Não só estrangeira, mas desumana, porque nenhum humano podia projetar aquela aura de poder, ou de distância.
“Obrigada. Isso seria muito gentil,” ela disse lentamente. Não havia nada mais para fazer.
Escrito por: Lisa Jane Smith
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Rodrigo Naressi
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10/01/13,
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A Different Christmas- Parando de Acreditar- 1x4 (Reprise)
É véspera de natal. Todo mundo está alegre e contente por ter chegado esta data. Muitas crianças ansiosas para ganharem presentes e realizar seus sonhos. A família reunida numa bela ceia de natal, comemorando essa data tão especial. O clima natalina contagia a maioria das pessoas.
Patrick se acorda e lembra do sonho que teve essa noite. Sonhou que estava brincando com seu carrinho e seu Batman de brinquedo. Ela estava muito feliz, como nunca na vida. O melhor momento da sua vida era aquele.
Ele se encontra com Alex e os dois vão brincar na neve. Alex pergunta:
-Será que você vai ganhar seus presentes?
-Não sei...
-Não está confiante?
-Estava, mas agora não tanto.
-Acredite até o fim. Se você desistir, não há jeito de realizar seu sonho.
-È...
-Ei pessoal!
-È o Friendly Snowman Patrick! -Alex fala entusiasmada
-Eu vi.
-Você pode andar também?
-Posso sim Alex. Tudo graças a vocês.
-Imagina. Seu amigo irá ajudar o Patrick?
-Terá que esperar até a noite para saber.
-Acho que nem vou ganhar. -Patrick fala desacreditado.
-Não confia em mim? -Friendly diz desapontado.
-Não mais.
Nisso, Friendly Snowman começa a derreter. Alex pergunta nervosa:
-Porquê você está derretendo!?
-Quando o meu melhor amigo não acredita mais em mim, a minha vida já não vale mais.
-Não Friendly!
O sol aparece e faz com quê Friendly Snowman derreta. Patrick e Alex ficam muito tristes. Choram bastante. O Natal não será tão feliz.
Dirigido por: Patrícia Farias
Escrito por: Letícia Carvalho
Publicada por
Rodrigo Naressi
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1x4,
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Reprise
Frase do Dia
“A família do Kenny é tão pobre que ontem eles tiveram que hipotecar a caixa de papelão deles de novo.“
-Eric Cartman, South Park
-Eric Cartman, South Park
Publicada por
Rodrigo Naressi
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