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quarta-feira, 13 de março de 2013

Angels X Demons: A Missão Acabou - 1x20


 Metzli chegou para resolver tudo. Ela pede:
-Pode me devolver esse verme?
-Acho que não será possível.  –Uriel diz
-Então poderemos fazer uma troca.
-Você não tem nada que eu possa querer.
  Metzli pega Ana e Celeste e as segura. Ela diz:
-Agora eu tenho. Vai me devolver o Sedit?
-Você é descuidada Metzli.   –Uriel diz
  Num golpe rápido. Zacariel ataca Metzli por trás. Ele coloca a mão na cabeça dela e tenta a matar, mas não consegue. Metzli começa a rir e fala:
-Só pode estar de brincadeira.
  Ela vira e repete a ato de Zacariel, o matando. Metzli diz:
-Ok, eu tentei negociar.
  Ela acaba matando Celeste e joga Ana longe. Lionel fala:
-Vou sair daqui. Boa sorte Uriel.
  Lionel foge e Uriel fala para Metzli:
-Não tenho medo de você.
-Interessante. Está pronto para morrer?
  Metzli se aproxima de Uriel e tenta o atacar. Ele consegue desviar e contra ataca, mas sem sucesso. Metzli diz:
-Você não pode me matar. Não é poderoso o bastante.
  Metzli pega Sedit, que diz:
-Você veio me buscar.
-Ainda preciso de você. Vamos.
 -Esperem!    -Uriel grita
Então ele começa a falar palavras estranhas. Sedit pergunta:
-O quê ele está falando Metzli?
-Alguma coisa enoquiana.
-Você não entende?
-Não. Eu não entendo nada que você está falando.    –Metzli fala para Uriel.
-Droga!   -diz Uriel
-Ele está louco. Vamos sair daqui.    –Sedit fala para Metzli.
  Metzli e Sedit vão embora e Ana pergunta para Uriel:
-O Miguel não quer ajudar?
-Ele disse que é perigoso.
-Mas o objetivo era acabar com Metzli. Como ele não ajudou?
-Não sei. Nós falhamos Ana. E perdemos todos nossos amigos.
-O que faremos agora?
-Iremos voltar ao céu. Nossa missão por aqui acabou.
  Ana e Uriel retornam ao céu. Eles vão diretamente falar com Miguel:
-Por que você não nos ajudou Miguel?   -Ana pergunta
-Era muito arriscado mandar mais homens. Não pude fazer nada.  –Miguel explica
-Mas agora perdemos Metzli. A nossa missão não era pegar ela?   -Uriel pergunta
-Sim, mas vocês falharam. O grupo de vocês era grande e forte. A culpa não é minha.   –Miguel fala
-Nós estávamos enfrentando uma líder do inferno. Ela é muito poderosa.   –Ana fala
-Eu quero voltar para lá. Vou terminar esse trabalho.   –Uriel fala
-Você não é capaz.   –Miguel diz
-Posso não ser, mas irei tentar. Não ficarei aqui parado.   –Uriel fala
-Você não irá.   –Miguel ordena
-Irei sim!    -Uriel grita
  Uriel tenta voltar para a terra, mas é parado por dois anjos. Ele diz:
-Me soltem!
-Não podemos.
  Então Uriel tira duas das espadas que pegou de Sedit e mata os anjos. Ele consegue voltar a terra.
  Miguel e Ana ficam perplexos. Uriel desrespeitou uma ordem direta e matou dois irmãos. Ele ficou incontrolável.

Dirigido por: Felipe Menezes
Escrito por: Rodrigo Naressi

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Meu Coração é Todo Seu: Enlouquece Círculos Pequenos e Grandes - 1x20


Casa de Luana, 22:03.
(Rafael) Como foi o encontro com a sogra?
(Luana) Ela é legal.
(Rafael) Não é venenosa como todas as outras?
(Luana) Não, ela é gentil.
(Rafael) Que bom então.
  Ruas da Lapa, 22:27.
(Felipe) Hoje vamos sair né?
(Júlia) Não sei...
(Felipe) Por que?
(Júlia) Acho que minha mãe não vai deixar.
(Felipe) Mas pede para ela.
(Júlia) Eu irei pedir.
  Casa de César, 06:49.
(Rayanna) Vamos para o colégio?
(César) Aham.
(Rayanna) Pensei que saísse mais cedo.
(César) Não tenho horário certo.
(Rayanna) Vamos só sair essa hora?
(Cèsar) Aham.
  Casa de Michel, 07:13.
(Michel) Você é muito louca.
(Eduardo) Eu não, sou extrovertida.
(Michel) Tá bom.
(Eduardo) Cadê aqueles bofes que iam pegar nós de jeito?
(Michel) Eles irão vir por umas 8.
(Eduardo) E o quê nós iremos fazer até eles chegar?
(Michel) Nós podemos brincar com meu enlouquecedor de circunferências. Ele chega a tremer, de tanta potência.
(Eduardo) Prefiro esperar eles.
(Michel) Verdade, vou preservar meu branquinho, vou deixar para eles.
(Eduardo) Claro.
  Escola Caio Fernando Abreu, 07:45.
(Giovana) Tá com uma garota né?
(Luciano) Aham.
(Giovana) Eu conheço.
(Luciano) Provavelmente não.
(Giovana) Quero conhecer ela.
(Luciano) Estamos só ficando.
(Giovana) E a Carla?
(Luciano) Não sei, ela é sua amiga.
(Giovana) Esqueceu ela?
(Luciano) Na verdade, ela nunca esteve na minha cabeça. Então nem tinha como esquecer.
  Escola Caio Fernando Abreu, 08:11.
(Carla) Estou ficando com um novo garoto.
(Fernanda) Que bom. Ele é bonito?
(Carla) É um gato. Ele é tão bonito que quando eu olhei para ele, eu pensei que estava enxergando o Neymar na minha frente.
(Fernanda) Mas o Neymar é feio.
(Carla) Daonde, ele é bonito. Com aquele cabelo de chupim com gel, aquele corpo de anoréxico com AIDS e aquela cara de favelado feliz, mas exibido como um galo depois de só ter cruzado com galinhas caipiras, cruza algumas galinhas de fazenda de rico.
(Fernanda) È...
  Casa de Cleuza, 08:36.
(Stephany) Sim mãe, eu sinto prazer.
(Cleuza) Mas essa bainha de rola é igual as outras? Cabe faca preta e branca?
(Stephany) Claro mãe. Desce muito careca.
  Stephany veio para ficar será?

Escrito por: Rodrigo Naressi

Twilight: Consequências do Acidente - 1x20


No meu sonho estava muito escuro, e a pouco luz que havia lá parecia estar vindo da pele de Edward. Eu não conseguia ver ele, só as costas dele enquanto ele andava pra longe de mim, me deixando na escuridão. Não importava o quanto eu corresse, eu não conseguia acompanhá-lo; não importava o quanto eu gritasse por ele, ele nunca se virava. Confusa, eu acordei no meio da noite e não consegui mais dormir pelo que pareceu ser um longo tempo. Depois disso, ele estava nos meus sonhos praticamente
toda noite, mas sempre distante, nunca a meu alcance.
  O mês que se seguiu ao acidente foi incômodo, tenso, e, a princípio, até embaraçoso. Para meu desânimo, eu me tornei o centro das atenções pelo resto da semana. Tyler Crowley estava impossível, me seguindo, obsecado com a idéia de me recompensar de algum modo. Eu tentei convencê-lo de que o que mais queria era que ele esquecesse o que aconteceu - especialmente já que nada aconteceu comigo - mas ele continuou insistindo.
  Ele me seguiu entre as aulas e se sentou na nossa agora lotada mesa do almoço. Mike e Eric eram ainda menos amigáveis com ele do que um com o outro, o que me deixou preocupada por estar ganhando outro fã indesejado.
  Ninguém pareceu preocupado com Edward, apesar de eu ter explicado milhões de vezes que ele era o herói - como ele me tirou do caminho e quase foi atingido também. Eu tentei ser convincente. Jéssica, Mike, Eric e todos os outros sempre comentavam que eles nem sequer tinham visto ele lá até que a van foi tirada do caminho. Eu pensei comigo mesma porque ninguém havia visto ele em pé lá longe, antes que ele estivesse de repente, impossivelmente salvando a minha vida. Com pesar, eu me dei
conta da possível causa - ninguém estava tão conscinte da presença de Edward quanto eu estava. Ninguém mais observava ele como eu. Que pena.
  Edward nunca estava cercado de espectadores ansiosos pela sua atenção. As pessoas evitavam ele como sempre. Os Cullen e os Hales se sentavam na mesma mesa como sempre, sem comer,falando apenas uns com os outros. Nenhum deles, especialmente Edward, olhou mais na minha direção.
  Quando ele sentava perto de mim na sala, tão longe de mim quanto a mesa permitia, ele parecia totalmente alheio á minha presença. Só de vez em quando, quando os pulsos dele se apertavam - a pele ficava ainda mais branca ao redor dos ossos - eu ficava imaginando se ele estava mesmo tão inconscinte quanto queria fazer parecer. Ele desejava não ter me tirado do caminho da van de Tyler - pra mim não havia outra conclusão.
  Eu queria muito falar com ele, e no dia depois do acidente eu tentei. Na última vez que eu ví ele, fora da sala de emergência, nós dois estávamos tão furiosos. Eu ainda estava com raiva por ele não confiar em mim a ponto de dizer a verdade, apesar de eu estar cumprindo com a minha parte do trato perfeitamente. Mas ele tinha de fato salvado a minha vida, não importa como. Durante a noite a minha raiva se transformou em gratidão.
  Ele já estava sentado quando eu entrei em Biologia, olhando diretamente pra frente. Ele não deu nenhum sinal de que sabia que eu estava lá. "Olá Edward", eu disse agradavelmente, pra mostrá-lo que eu ia me comportar direitinho.
  Ele virou uma fração na minha direção sem olhar pra mim, balançou a cabeça uma vez, e então olhou pro outro lado.
  E esse foi o último contato que eu tive com ele, apesar dele estar lá, a um passo de mim, todos os dias. As vezes eu ficava observando ele, sem conseguir me controlar - á distância, contudo, na cafeteria ou no estacionamento. Eu observava como os seus olhos dourados ficavam perceptivelmente mais e mais pretos a cada dia. Mas na aula eu não dava mais atenção a ele do que ele dava pra mim.
  Eu estava arrasada. E os sonhos continuavam.

Escrito por: Stephenie Meyer

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

The Vampire Diaries: The Awakening: Virando Vampiro - 1x20


 Ela parou. Stefan estava encarando-a com horror e pena, e ela sorriu reconfortantemente para ele. “Não foi tão terrível afinal. Houve um pouco de dor no começo, mas isso rapidamente passou. E a sensação na verdade era prazerosa. Quando ele me deu seu próprio sangue para beber, eu me senti mais forte do que estivera há meses. E então nós esperamos juntos as horas até o amanhecer. Quando o cirurgião veio, ele não pôde acreditar que eu era capaz de me sentar e falar. Papa disse que era um milagre, e ele chorou novamente de alegria.” Seu rosto ficou perturbado. “Eu terei que deixar meu pai em breve. Um dia ele irá perceber que desde a doença eu não envelheci uma hora sequer.”
  “E você nunca irá?”
  “Não. Essa é a maravilha disso, Stefan!” Ela olhou para ele com uma alegria infantil. “Eu serei jovem para sempre, e nunca morrerei! Imagina?”
  Ele não podia imaginá-la como outra coisa que não o que ela era agora: adorável, inocente, perfeita. “Mas – você não achou isso aterrorizante no começo?”
  “No começo, um pouco. Mas Gudren me mostrou o que fazer. Foi ela que me disse para fazer esse anel, com uma pedra que me protegeria da luz do Sol. Mais tarde, ela me trouxe animais que seu filho capturava.’
  * uma bebida feita de leite quente coalhado, cerveja, vinho, etc, e tomada geralmente na hora de dormir.
  “Não... pessoas?”
  Sua risada soou alto. “É claro que não. Eu posso conseguir tudo o que eu preciso em uma noite de uma pomba. Gudren diz que se eu desejar ser poderosa eu devo tomar sangue humano, já que a essência da vida de um humano é mais forte. E Klaus costumava me encorajar, também; ele queria fazer troca de sangue novamente. Mas eu digo à Gudren que eu não quero poderes. E quanto à Klaus...” Ela parou e abaixou seus olhos, então pesados cílios deitaram-se sobre sua bochecha. Sua voz estava muito suave enquanto continuava. “Eu não acho que é algo para se fazer levianamente. Eu tomarei sangue humano somente quando achar meu companheiro, aquele que ficar ao meu lado por toda eternidade.” Ela olhou para ele seriamente.
  Stefan sorriu para ela, sentindo-se tonto e explodindo de orgulho. Ele mal podia conter a felicidade que sentia naquele momento.
  Mas isso foi antes de seu irmão Damon voltar da universidade. Antes que Damon voltasse e visse os olhos azuis de pedras preciosas de Katherine.
  Da sua cama no quarto de telhado baixo, Stefan gemeu. Então a escuridão puxou-o para as profundezas e novas imagens começaram a adejar por sua mente.
  Eram vislumbres esparsos do passado que não formavam uma seqüência conectada. Ele os via como cenas brevemente iluminadas por flashes de luz. O rosto de seu irmão, deformado numa máscara de raiva desumana.
  Os olhos azuis de Katherine brilhando e dançando a medida que ela piruetava em seu novo vestido branco. O vislumbre branco atrás de um limoeiro. A sensação de uma espada em sua mão; a voz de Giuseppe gritando de longe. O limoeiro. Ele não deve ir atrás do limoeiro. Ele viu o rosto de Damon novamente, mas dessa vez seu irmão estava rindo selvagemente. Rindo continuamente, um som como o esmigalhamento de um copo quebrado. E o limoeiro estava perto agora...
  “Damon – Katherine – não!”
  Ele estava sentado totalmente ereto em sua cama.
  Ele correu mãos trêmulas por seu cabelo e estabilizou sua respiração.
  Um sonho terrível. Havia muito tempo que ele fora torturado por sonhos como aquele; muito tempo, deveras, desde que ele tivera um sonho. Os últimos poucos segundos repetiram-se continuadamente em sua mente, e ele viu novamente o limoeiro e ouviu novamente a risada de seu irmão.
  Aquilo ecoava em sua mente quase claramente demais. De repente, sem estar atento de uma decisão consciente de se mover, Stefan se encontrou na janela aberta. O ar noturno estava gelado nas suas bochechas a medida em que ele olhava na prateada escuridão.
  "Damon?" Ele enviou o pensamento em uma explosão de Poder, investigando. Então ele caiu em absoluta imobilidade, escutando com todos os seus sentidos.
  Ele não sentia nada, nenhuma onda de resposta. Perto, um par de pássaros noturnos levantou vôo. Na cidade, muitas mentes estavam dormindo; na floresta, animais noturnos cuidaram de seus negócios secretos.
  Ele suspirou e voltou-se para o quarto. Talvez ele estivesse errado quanto à risada; talvez ele até mesmo estivesse errado sobre a ameça no cemitério. Fell’s Church estava quieta, e pacífica, e ele deveria tentar emular isso. Ele precisava dormir.

Escrito por: Lisa Jane Smith