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quarta-feira, 13 de março de 2013

Angels X Demons: É Hora de Agir - Season Finale - 1x22


 Metzli, Sedit, Ana, Julie, Uriel, Marcus e Ana estão frente a frente. Uriel pergunta:
-Você está junto com a Metzli, Ana?
-Pois é me uni a ela.
-Quando?
-Não faz muito tempo. Eu estava sozinha procurando Sedit, pois você foi para outro lugar. Eu me encontrei com Metzli, e conversamos. Aceitei trabalhar com ela.
-Então se uniu aos demônios?
-Aham. Miguel nem desconfiou.
-Mas chega de conversa. Vamos se divertir.
  Sedit ataca Lionel e começa a batalha entre eles. Uriel tenta ajudar, mas Metzli atrapalha. Ela fala:
-Não estou com muita vontade de te matar. Mas preciso.
  Metzli encosta a mão em Uriel e o mata. Acabou para ele.
  Lionel usa toda sua força e num golpe de sorte, mata Sedit. Ele pega Marina e diz:
-Deixem nós sair daqui.
-Eu quero a garota. Ela me será muito útil.  –Metzli fala
-Você não a pegará.  –Marcus diz
-Você não irá me impedir.
  Metzli vai para cima de Marcus, que se defende bem e até contra ataca, mas ele está com poderes limitados. Então Metzli acaba o derrotando. Ela fala:
-Até que você é forte. Mas é hora de partir.
-Não, eu posso te ajudar!
-Eu não preciso da sua ajuda.
-Para cuidar da Marina... Eu ajudo.
-Pode ficar tranqüilo, eu juro que não irei machucar a menina. Cuidaremos bem dela.
  Metzli então mata Marcus. Então Metzli fala:
-Ok garota. Você ficará comigo.
-Eu não quero.
-Você ficará bem conosco. Venha Marina.   –Ana fala
  Sem poder fazer nada, Marina dá a mão para Ana e Metzli diz:
-Vamos sair daqui agora.
  As três vão embora. Irão ir para um lugar seguro.
  No céu, o Arcanjo Miguel não sabe mais o quê fazer. Todos os seus anjos estão mortos e Ana o traiu. O Arcanjo Rafael vem falar com ele. Rafael pergunta:
-O quê irá fazer Miguel?
-Ainda não sei.
-Você precisa fazer alguma coisa.
-Eu sei Rafael! Irei agir.
-Então faça alguma coisa rápido.
-Eu sei o quê eu vou fazer irmão.
-O quê?
-Irei descer.
  Miguel toma essa decisão e desce para a Terra. Ele irá procurar Metzli.
  Enquanto isso, a ex-anja Suzi tem um sentimento estranho. Ela pensa:
- “O que está acontecendo? Preciso ir a algum lugar.”
  Suzi pega seu carro e vai até o castelo que Metzli estava escondida anteriormente. Ela vai andando e vê alguém. Ela pergunta:
-Quem é você?
  A pessoa vira e Suzi o reconhece. É o Arcanjo Miguel. Suzi pergunta:
-Miguel?
-Como você me achou Suzi?
-Eu tive um pressentimento... O quê você está fazendo aqui?
-Preciso fazer uma coisa. Você pode me ajudar.
  Miguel explica para Suzi entrar no castelo e apagar os símbolos enoquianos que bloqueiam a passagem dos anjos. Então Suzi pergunta:
-Só isso?
-Sim. Você sabe quais são os símbolos.
-Sei sim. Mas mesmo você não pode passar?
-Não. Tem alguns símbolos muito raros.
-Estou indo.
  Suzi entra e silenciamente faz o serviço. Ela sai do castelo e Miguel entra.
  Metzli e Ana se deparam com Miguel. Ele pergunta:
-Vou perguntar só uma vez. Onde está a garota?
  Miguel logo ataca Metzli e ela revida. Os dois começam a lutar e Ana decide fugir. Ela é interrompida por Suzi. Ela pergunta:
-Aonde vai com essa garota?
-Me deixe ir.
  Ana leva Marina para um lugar muito longe. Enquanto isso, Miguel e Metzli continuam batalhando. Miguel se fere, mas mata Metzli. Mas apesar disso, ele não encontra Ana. Ela conseguiu escapar.
  Miguel decide retornar ao céu, mas diversos anjos irão procurar Ana. Parte da missão foi concluída, mas não completada. A missão falhou.

Dirigido por: Patrícia Farias
Escrito por: Rodrigo Naressi

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Meu Coração é Todo Seu: Visita Básica- 1x22


Frente da casa de Luana, 19:00
(Giovana) É você...?
(Isabelle) Aham. Estava com saudades?
(Giovana) O quê faz aqui...?
(ISabelle) Vim fazer uma visitinha básica. Estou muito entediada, vim rever minhas grandes amigas: Você e a Luana.
(Giovana) Va...
(Isabelle) De tanta emoção em me ver, não consegue falar? Estou lisonjeada,
(Giovana) Saia...
(Isabelle) Eu arrécem cheguei. Mas não vou demorar muito.
(Luana) É você Giovana?
(Isabelle) Estamos aqui.
(Luana) Isabelle!?
(Isabelle) Sou eu.
(Luana) Vá embora!!!
  Isabelle se despede e vai embora.
(Danilo) Porquê estou gritando?
(Luana) A Isabelle estava aqui.
(Luiza) Sério?
(Luana) Aham, estava falando com a Giovana.
(Luciano) Está bem Giovana?
(Giovana) Aha...
(Joana) Vem cá Giovana. Vou te dar uma água com açúcar.
  Ruas da Lapa, 17:16
(Alice) Está faz tempo que não pega ninguém?
(Serginho) Faz.
(Alice) Eu vou te ajudar.
(Serginho) Vai ficar comigo?
(Alice) Nunca. Vou te arrumar uma amiga.
(Serginho) Qual amiga?
(Alice) Saia comigo hoje e verá.
  Casa de Daniel, 19:31
(Rosane) O problema é que você trata muito mal as pessoas.
(Daniel) Não tenho obrigação de tratar bem ninguém.
(Rayanna) Mas aí não pode vim ninguém aqui.
(Daniel) Nessa casa quem tem que ficar é nós.
(Rosane) Mas ás vezes eu quero fazer uma janta com uns amigos e não posso.
(Daniel) Não quero saber. Fazem em outro lugar.
(Rayanna) È, sabemos disso.
  Casa de Andressa, 19:47
(Andressa) Então foi bom?
(Michel) Foi sim. Aqueles bofes eram um sonho.
(Andressa) Mas você nunca ficou com mulheres?
(Michel) Já. Eu achei tão ruim, que depois de tudo tomei um banho de purpurina.
(Andressa) Então também transou com ela?
(Michel) Aham. Não gosto daquilo lá. Eu deixo pros hetéros.
(Andressa) Se você experimentasse a minha, iria mudar de ideia.
(Michel) Duvido muito. Só gosto de microfones saborosos.
  Casa de Luana, 20:02
(Luana) Não encontraram ela mesmo?
(Policial Mendes) Nem pistas dela?
(Luana) Ela sumiu mesmo.
(Policial Mendes) Iremos procurar ela.
(Danilo) Por favor achem ela.
(Policial Patrícia) Todos nossos esforços estão nessa procura.
(Danilo) Não pode mentir pra mim, eu sei tudo.
(Policial Patrícia) Não estou mentindo senhor. A polícia irá achar essa assassina.
(Luana) Eu acredito em vocês.
  Será difícil achar Isabelle.

Escrito por: Rodrigo Naressi

Twilight: O Que Você Quer, Edward? - 1x22


E Edward estava me olhando cheio de curiosidade, aquele mesmo olhar de frustração ainda mais distinto agora nos seus olhos pretos.
  Eu olhei de volta, surpresa, esperando que ele olhasse rapidamente pra longe. Mas ao invés disso, ele continuou me olhando intensamente nos olhos. Eu não afastaria o olhar de jeito nenhum. Minhas mãos começaram a tremer.
  "Sr. Cullen", o professor chamou, querendo a resposta para uma pergunta que eu não
tinha ouvido.
  "O ciclo dos caranguejos", Edward respondeu, parecendo relutante enquanto ele virava pra olhar para o Sr. Banner.
  Eu olhei para os meus livros assim que estava livre do olhar dele, tentando me encontrar. Covarde como sempre, eu coloquei o meu cabelo sobre o meu ombro direito pra esconder o meu rosto. Eu não conseguia acreditar na onda de emoções pulsando no
meu corpo - só porque ele olhou pra mim pela primeira vez em seis semanas.
  Eu não podia permitir que ele tivesse esse nível de influência sobre mim. Era patético. Pior que patético, não era saudável.
  Eu fiz o que pude pra não me dar conta da presença dele pela hora restante, e, já que era impossível, pelo menos fiz de tudo pra ele não se dar conta que eu me dava conta da presença dele. Quando o sinal finalmente tocou, eu me virei de costas pra ele pra juntar as minhas coisas, esperando que ele fosse embora imediatamente, como sempre.
  "Bella?" a voz dele não devia soar tão familiar pra mim, como se eu conhecesse esse som por toda a minha vida e não por apenas algumas semanas.
  Eu virei devagar, sem vontade. Eu não queria sentir o que eu sabia que ia sentir quando olhasse para o seu rosto mais que perfeito. A minha expressão era cautelosa quando eu finalmente me virei pra ele; a expressão dele era ilegível. Ele não disse nada.
  "O que? Você já está falando comigo de novo?" eu finalmente perguntei, um pouco de petulância desintencional na minha voz.
  Os lábios dele se contorceram, lutando contra um sorriso. "Na verdade não", ele admitiu.
  Eu fechei meus olhos e inalei vagarosamente pelo nariz, consciente de que os meus dentes estavam se apertando. Ele esperou.
  "Então o que você quer, Edward?" eu perguntei, mantendo meus olhos fechados; era mais fácil conversar coerentemente com ele desse jeito.
  "Me desculpe", ele pareceu sincero."Eu estou sendo muito rude, eu sei. Mas desse jeito é melhor, mesmo."
  Eu abrí meus olhos. O rosto dele estava sério.
  "Eu não sei o que você quer dizer", eu disse, minha voz cautelosa.
  "É melhor se nós não formos amigos", ele explicou. "Confie em mim". Meus olhos reviraram. Eu já ouví isso antes.
  "É uma pena que você não tenha descoberto isso mais cedo", eu falei entre meus dentes.
  "Você podia ter se poupado desse arrependimento".
  "Arrependimento?", a palavra e o meu tom obviamente pegaram ele de surpresa. "Arrependimento pelo quê?"
  "Por não ter simplesmente deixado aquela van estúpida passar por cima de mim." Ele estava incrédulo. Ele me olhava em descrença.
  Quando ele finalmente falou, ele parecia com raiva. "Você acha que eu me arrependo de ter salvado a sua vida?"
  "Eu sei que você se arrepende." , eu disse.
  "Você não sabe de nada", ele definitivamente estava com raiva.
  Eu virei rapidamente a minha cabeça, prendendo a minha mandíbula pra não soltar de vez todas as acusações que tinha contra ele.
  Eu juntei os meus livros, então me levantei e caminhei até a porta.
  Eu planejava sair da sala dramaticamente, mas é claro que eu bati a minha bota na porta e derrubei os meus livros. Eu fiquei lá por um momento, pensando em deixálos.
  Então eu suspirei e me abaixei para apanhá-los. Ele estava lá; eles já tinha os colocado numa pilha. Ele me passou eles, sua expressão dura.
  "Obrigada", eu disse geladamente.
  Ele revirou os olhos.
  "De nada", ele devolveu.
  Eu me levantei, dei as costas pra ele e fui pra aula de ginástica sem olhar pra trás.

Escrito por: Stephenie Meyer

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

The Vampire Diaries: The Awakening: Ataque na ponte Wickery-1x22


Depois da escola, as garotas foram à casa de Bonnie. Elas foram recebidas na porta da frente por um estridente latido, e quando Bonnie abriu a porta, um muito velho e muito gordo pequinês tentou escapar. Seu nome era Yangtze, e ele era tão mimado que ninguém exceto a mãe de Bonnie o suportava. Ele beliscou o tornozelo de Elena enquanto ela passava.
  A sala de estar era turva e lotada, com um monte de móveis particularmente enfeitados e pesadas cortinas nas janelas. A irmã de Bonnie, Mary, estava lá, tirando o alfinete do chapéu em seu ondulado cabelo vermelho. Ela era apenas dois anos mais velha que Bonnie, e ela trabalhava na clínica de Fell’s Church.
  “Oh, Bonnie,” ela disse, “Fico feliz por estar de volta. Olá, Elena, Meredith.”
  Elena e Meredith disseram “olá”. “Qual o problema? Você parece cansada,” disse Bonnie.
  Mary deixou seu chapéu na mesinha de centro. Ao invés de responder, ela fez uma pergunta. “Ontem à noite quando você voltou para casa tão abatida, onde você disse que vocês garotas tinham estado?”
  “Lá no – só lá na Ponte Wickery.”
  “Foi o que eu pensei.” Mary tomou um longo fôlego. “Agora, me escute, Bonnie McCullough. Nunca mais vá lá novamente, e especialmente sozinha e à noite. Você entendeu?”
  “Mas por que não?” Bonnie perguntou, estupefata.
  “Porque ontem à noite alguém foi atacado lá, é por isso que não. E você sabe onde eles o encontraram? Bem no banco debaixo da Ponte Wickery.”
  Elena e Meredith se encararam com assombro, e Bonnie agarrou com força o braço de Elena. “Alguém foi atacado debaixo da ponte? Mas quem foi? O que aconteceu?”
  “Eu não sei. Essa manhã um dos trabalhadores do cemitério o viu deitado lá. Ele era algum mendigo, suponho, e provavelmente estava dormindo debaixo da ponte quando foi atacado. Mas ele estava parcialmente morto quando o trouxeram, e ele não recobrou a consciência ainda. Ele pode morrer.”
  Elena engoliu em seco. “O que você quer dizer, atacado?”
  “Quero dizer,” disse Mary claramente, “que sua garganta quase foi arrancada. Ele perdeu uma quantidade incrível de sangue. No começo eles acharam que poderia ter sido um animal, mas agora o Dr. Lowen diz que foi uma pessoa. E a polícia disse que quem quer que tenha feito isso pode estar se escondendo no cemitério.” Mary olhou para cada uma delas em fila, sua boca uma linha reta. “Então se vocês estiveram na ponte – ou no cemitério, Elena Gilbert – então essa pessoa pode ter estado lá com vocês. Entenderam?”
  “Você não tem mais que nos assustar,” disse Bonnie fracamente. “Nós entendemos, Mary.”
  “Tudo bem. Bom.” Os ombros de Mary tombaram, e ela esfregou a parte de trás de seu pescoço cansadamente. “Eu tenho que deitar por um instante. Eu não quis ser brigona.” Ela saiu da sala de estar.
  Sozinhas, as três garotas olharam uma para outra.
  “Poderia ter sido a gente,” disse Meredith silenciosamente. “Especialmente você, Elena; você foi lá sozinha.”
  A pele de Elena estava formigando, a mesma dolorosa sensação de alerta que ela tivera no velho cemitério. Ela podia sentir o frio do vento e ver as fileiras de altas lápides ao redor dela. A felicidade e Robert E. Lee nunca pareceram tão distantes.
  “Bonnie,” ela disse lentamente, “você viu alguém lá? Foi isso o que quis dizer quando disse que alguém estava esperando por mim?”
  Na turva sala, Bonnie olhou para ela sem entender. “Do que está falando? Eu não disse isso.”
  “Sim, você disse.”
  “Não, não disse. Eu nunca disse isso.”
  “Bonnie,” disse Meredith, “ambas ouvimos você. Você encarou as velhas lápides, e então disse à Elena –”
  “Eu não sei do que estão falando, eu não disse nada.” O rosto de Bonnie estava espremido com raiva, mas havia lágrimas em seus olhos. “Eu não quero mais falar sobre isso.”
  Elena e Meredith olharam uma para outra desamparadamente. Lá fora, o Sol foi para trás de uma nuvem.

Escrito por: Lisa Jane Smith