Hoje vou compartilhar com vocês a experiência mais linda e fantástica que, por merecimento, pude passar nesta minha encarnação.
Para aqueles que não acompanharam meus relatos anteriores, tenho grande facilidade de me comunicar com desencarnados durante o sonho.
No entanto, este sonho foi diferente. Sonhava que conduzia a minha avó a um hospital. Não era como um hospital terreno, horroroso e assombroso. Era lindo, limpo e principalmente, sabia desde o começo que se estava em um plano superior.
Brevemente, o hospital tinha um piso de mármore, tão limpo que se podia ver o próprio reflexo no chão. Na porta da sala principal, em que sempre conduzia a minha avó, havia uma linda rosa desenhada num vitral esplendoroso.
Sentia-me segura. A minha avó sempre desconfiada, não queria aceitar o remédio que os enfermeiros lhe ofertavam. Eu insistia com ela e dizia que ia tomar junto, e assim esses sonhos se sucederam por seis meses.
Um dia resolvi contar os sonhos à minha avó. Ela ria e dizia que estava chegando a hora dela partir. Minha avó sempre tivera muito medo da morte e me perguntava como era o lugar. Toda animada dizia que era lindo.
Bom, no mês de janeiro de 2007, tive o ultimo sonho que conduzia a minha avó por aqueles corredores tão familiares. Na porta da sala estava meu avô, falecido há dez anos, ele me disse que daquele dia em diante ele assumiria e me agradeceu.
Acordei chorando, sabia que a passagem da minha avó estava próxima.
Um mês depois, descobrimos o câncer na minha avó. Ela sofreu muito com o tratamento. No mês de abril piorou. Não podia vê-la toda semana, pois morava a 300 km.
Sonhei que minha tia havia dado a notícia do seu falecimento. No sonho uma grande angústia tomou conta do meu ser, chorava desesperadamente, queria gritar, fugir, foi então que me vi no portão de casa. Ela estava a minha espera com os braços abertos.
Abraçamo-nos com uma intensidade… senti o seu cheiro… o seu corpo… uma luz imensa a iluminava e tudo que pude ouvir foi um “até logo”. Senti uma sensação de conforto, e toda a angustia foi embora.
Acordei, embora fosse de madrugada, liguei para a minha mãe que estava com a minha avó no hospital. Senti a sua voz embargada e disse a minha mãe: “Fique calma… a vovó está em paz.”
Choramos muito no telefone, pois a minha mãe me confirmara que a minha avó não resistira e acabara de falecer.
Apesar de ter visto a minha avó fisicamente dez dias antes, considero que a nossa despedida ocorreu na data de sua passagem. Meses após a sua morte, tive o merecimento de saber que a minha avó teve permissão para me dar um passe consolador, tendo em vista a grande ligação que nos une. Acreditem!!! Os laços que nos unem são eternos!!!
Escrito por:Rodrigo Naressi
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domingo, 6 de janeiro de 2013
Acontecimentos Sobrenaturais: Despedida-1x7 (Reprise)
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sábado, 5 de janeiro de 2013
Acontecimentos Sobrenaturais- O Sonho de Minha Mãe- 2x2 (Reprise)
O que vou relatar neste momento são coisas que vêem acontecendo já faz algum tempo, por isso darei alguns dados importantes para serem analisados.
Há um ano sofro com problemas de insônia, e foi a partir deste período que comecei a enxergar "coisas" demais.
Durante minha vida, venho vivenciando coisas estranhas, mas agora isso está se tornando mais frequente, e o que agora escrevo é o que mais me preocupa no momento.
Tudo começou a mais ou menos 2 meses atrás em uma noite de 5ª feira. Eu estava sozinha com minha mãe em casa, pois meu pai estava viajando. Costumava chegar da faculdade e ficar sentada no sofá da sala assistindo TV até 1 da manhã (pois não consigo dormir antes disto), mas naquele dia, algo me empediu de ficar.
Comecei a ouvir uma respiração ofegante que vinha lá de fora, atrás da porta da cozinha que dava para a varanda dos fundos; no momento pensei ser meu cachorro, pois quando ele dorme tem uma respiração alta, porém quando olhei lá fora não tinha nada. Voltando para a sala, nem mesmo deu tempo de sentar no sofá, quando escuto batidas na geladeira (como se fossem ossos dos dedos quando batem em algum lugar). Naquele momento não precisei de mais nada, fui logo desligando a TV, e rezando tentei dormir.
As 3:10 da manhã acordo com passos no corredor dos quartos, era minha mãe, que logo parou em minha porta e perguntou:
- Cínthia, você foi até a cozinha agora?
Respondi surpresa:
- Não mãe. Por que?
- Acordei assustada com um barulho de tampa de panela caindo no chão, mas quando cheguei lá, não tinha nada fora do lugar.
Neste momento ela me chamou para ir dormir com ela, e no outro dia quando meu pai chegou de viagem, escutei ela comentando sobre o caso com ele.
Agora, o fato que ocorreu no sábado de madrugada do dia 27 é o que mais me intriga.
Fomos para a casa de meu irmão mais velho, que mora em Belo Horizonte com mais dois meninos de minha cidade, pois meu pai faria um concurso para delegado lá no domingo.
Como o apartamento só tem dois quartos, resolvemos eu, meu pai e minha mãe dormir na sala de televisão. Minha mãe dormiu em um colchão perto da mesa de jantar, eu em um sofá da sala e meu pai no outro.
Na madrugada, acordo mais uma vez com minha mãe assustada acordando meu pai e colocando o colchão abaixo de meu sofá dizendo que teve um pesadelo.
No outro dia pergunto para minha mãe sobre a confusão que havia ocorrido, e ela me relata o seguinte sonho:
- Sonhei que havia um homem correndo rapidamente na escuridão, tão rápido que levantava minhas cobertas com o vento que provocava. Não podia ver sua fisionomia, e era tão real que cheguei a pensar que não estava sonhando e que era o Renato (um dos amigos que moram com meu irmão e que faz faculdade de Ed.Física). Mas quando falei com ele, ouvi uma voz rouca dizendo "Vou pegar, estuprar, estuprar..." e vindo em direção ao sofá onde você estava. Neste momento acordei e coloquei meu colchão embaixo de seu sofá.
Realmente não sei o que anda acontecendo, venho tendo sensações ruins, sempre cansada, nervosa, algumas vezes imagino ou vejo "Orbs" flutuando, ou vultos. Talvez pode ser da doença, talvez não, mas sei que minha mãe de alguma forma, está vendo o que anda me aflingindo e sei que irá me proteger sempre que necessário.
História de: Cinthia Andrade
Adaptado por: Rodrigo Naressi
Há um ano sofro com problemas de insônia, e foi a partir deste período que comecei a enxergar "coisas" demais.
Durante minha vida, venho vivenciando coisas estranhas, mas agora isso está se tornando mais frequente, e o que agora escrevo é o que mais me preocupa no momento.
Tudo começou a mais ou menos 2 meses atrás em uma noite de 5ª feira. Eu estava sozinha com minha mãe em casa, pois meu pai estava viajando. Costumava chegar da faculdade e ficar sentada no sofá da sala assistindo TV até 1 da manhã (pois não consigo dormir antes disto), mas naquele dia, algo me empediu de ficar.
Comecei a ouvir uma respiração ofegante que vinha lá de fora, atrás da porta da cozinha que dava para a varanda dos fundos; no momento pensei ser meu cachorro, pois quando ele dorme tem uma respiração alta, porém quando olhei lá fora não tinha nada. Voltando para a sala, nem mesmo deu tempo de sentar no sofá, quando escuto batidas na geladeira (como se fossem ossos dos dedos quando batem em algum lugar). Naquele momento não precisei de mais nada, fui logo desligando a TV, e rezando tentei dormir.
As 3:10 da manhã acordo com passos no corredor dos quartos, era minha mãe, que logo parou em minha porta e perguntou:
- Cínthia, você foi até a cozinha agora?
Respondi surpresa:
- Não mãe. Por que?
- Acordei assustada com um barulho de tampa de panela caindo no chão, mas quando cheguei lá, não tinha nada fora do lugar.
Neste momento ela me chamou para ir dormir com ela, e no outro dia quando meu pai chegou de viagem, escutei ela comentando sobre o caso com ele.
Agora, o fato que ocorreu no sábado de madrugada do dia 27 é o que mais me intriga.
Fomos para a casa de meu irmão mais velho, que mora em Belo Horizonte com mais dois meninos de minha cidade, pois meu pai faria um concurso para delegado lá no domingo.
Como o apartamento só tem dois quartos, resolvemos eu, meu pai e minha mãe dormir na sala de televisão. Minha mãe dormiu em um colchão perto da mesa de jantar, eu em um sofá da sala e meu pai no outro.
Na madrugada, acordo mais uma vez com minha mãe assustada acordando meu pai e colocando o colchão abaixo de meu sofá dizendo que teve um pesadelo.
No outro dia pergunto para minha mãe sobre a confusão que havia ocorrido, e ela me relata o seguinte sonho:
- Sonhei que havia um homem correndo rapidamente na escuridão, tão rápido que levantava minhas cobertas com o vento que provocava. Não podia ver sua fisionomia, e era tão real que cheguei a pensar que não estava sonhando e que era o Renato (um dos amigos que moram com meu irmão e que faz faculdade de Ed.Física). Mas quando falei com ele, ouvi uma voz rouca dizendo "Vou pegar, estuprar, estuprar..." e vindo em direção ao sofá onde você estava. Neste momento acordei e coloquei meu colchão embaixo de seu sofá.
Realmente não sei o que anda acontecendo, venho tendo sensações ruins, sempre cansada, nervosa, algumas vezes imagino ou vejo "Orbs" flutuando, ou vultos. Talvez pode ser da doença, talvez não, mas sei que minha mãe de alguma forma, está vendo o que anda me aflingindo e sei que irá me proteger sempre que necessário.
História de: Cinthia Andrade
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domingo, 30 de dezembro de 2012
Acontecimentos Sobrenaturais: Espírito Aparece para Esposa-1x17 (Reprise)
O relato que vou contar para vocês é de um homem, que estava morrendo de câncer no hospital e a sua mulher o cuidava o tempo inteiro.
Num dia, a irmã dessa mulher foi visitar o cunhado no hospital. A esposa estava do lado de fora dando uma respirada. Quando sua irmã chegou elas foram diretamente para o quarto para ver como estava o homem.
A irmã abre a porta e entra. A esposa entra e vê um homem barbado, vestido todo de branco ao lado de seu marido. Ela avisa a irmã, mas a irmã não vê nada. O espirito fica olhando para o homem e vai embora. A esposa fica muito assustada com o que acabou de ver.
Mas depois de um certo tempo o homem acaba não resistindo e morre. A esposa e os filhos ficam muitos tristes, mas vão ter que seguir a vida.
Ao passar dos anos a esposa fica morando apenas com o filho, pois a filha foi morar em outro lugar. O marido morreu em maio de 2000. Lá por 2008 numa certa noite, a mulher deita na sua cama e vê coisas assustadoras.
A luz que estava ligada começa a piscar e acaba queimando. Dado um tempo ela sente uma mão no seu ombro. Mas não tem ninguém ao redor dela. Depois ela vê o espírito do seu falecido marido. Ele fica olhando pra ela e depois de um tempo vai embora. Ela fica mais assustada ainda. Mas depois daquela noite ele nunca mais apareceu.
Adaptado por: Rodrigo Naressi
Num dia, a irmã dessa mulher foi visitar o cunhado no hospital. A esposa estava do lado de fora dando uma respirada. Quando sua irmã chegou elas foram diretamente para o quarto para ver como estava o homem.
A irmã abre a porta e entra. A esposa entra e vê um homem barbado, vestido todo de branco ao lado de seu marido. Ela avisa a irmã, mas a irmã não vê nada. O espirito fica olhando para o homem e vai embora. A esposa fica muito assustada com o que acabou de ver.
Mas depois de um certo tempo o homem acaba não resistindo e morre. A esposa e os filhos ficam muitos tristes, mas vão ter que seguir a vida.
Ao passar dos anos a esposa fica morando apenas com o filho, pois a filha foi morar em outro lugar. O marido morreu em maio de 2000. Lá por 2008 numa certa noite, a mulher deita na sua cama e vê coisas assustadoras.
A luz que estava ligada começa a piscar e acaba queimando. Dado um tempo ela sente uma mão no seu ombro. Mas não tem ninguém ao redor dela. Depois ela vê o espírito do seu falecido marido. Ele fica olhando pra ela e depois de um tempo vai embora. Ela fica mais assustada ainda. Mas depois daquela noite ele nunca mais apareceu.
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sábado, 29 de dezembro de 2012
Acontecimentos Sobrenaturais: Aparições de Pessoas Mortas-1x8 (Reprise)
Eu morava para fora. Fui morar num grande sitio eu e meus pais e meu irmão. Acabei me mudando para lá pois a vida na cidade era muito dura e a vida pra fora é mansa, bem calma.
Compramos um sitio bem legal, grande. O antigo morador acabou morrendo e a família resolveu vender o bem. Meu pai resolveu adquirir o bem e fomos morar para lá.
A nossa vó e o vô moravam no lado da casa. A nossa casa era dos nossos tios, mas eles tinham partido faz tempo de lá. Depois disso um homem amigo da família foi morar lá. Ele morava com seu filho. Os dois acabaram morrendo por afogamento num rio que tinha lá perto. Meu vô os achou e os enterrou no sitio.
Um certo dia eu estava jogando bola dentro de casa e chutei a bola para fora da janela. A mãe foi fechar a janela e eu disse para ela:
-Não fecha a janela na cara do homem.
Eu tinha enxergado um homem bem na janela. A mãe pensou que era bobagem minha e nem deu bolas.
Depois de um tempo eu vi uma foto do antigo morador da casa. E era o mesmo homem que eu tinha visto na janela. Ele morreu fazia 15 anos.
Outro dia a mãe estava servindo o almoço e eu olhei para o lado e tinha um gurizinho pedindo comida. Era o filho do homem. Eu disse para a minha mãe, mas ela não via nada.
Era uma casa de madeira,muito sinistra.
Depois de um tempo eu voltei para a cidade e nunca mais vi aquele homem e seu filho.
Adaptado por: Rodrigo Naressi
Compramos um sitio bem legal, grande. O antigo morador acabou morrendo e a família resolveu vender o bem. Meu pai resolveu adquirir o bem e fomos morar para lá.
A nossa vó e o vô moravam no lado da casa. A nossa casa era dos nossos tios, mas eles tinham partido faz tempo de lá. Depois disso um homem amigo da família foi morar lá. Ele morava com seu filho. Os dois acabaram morrendo por afogamento num rio que tinha lá perto. Meu vô os achou e os enterrou no sitio.
Um certo dia eu estava jogando bola dentro de casa e chutei a bola para fora da janela. A mãe foi fechar a janela e eu disse para ela:
-Não fecha a janela na cara do homem.
Eu tinha enxergado um homem bem na janela. A mãe pensou que era bobagem minha e nem deu bolas.
Depois de um tempo eu vi uma foto do antigo morador da casa. E era o mesmo homem que eu tinha visto na janela. Ele morreu fazia 15 anos.
Outro dia a mãe estava servindo o almoço e eu olhei para o lado e tinha um gurizinho pedindo comida. Era o filho do homem. Eu disse para a minha mãe, mas ela não via nada.
Era uma casa de madeira,muito sinistra.
Depois de um tempo eu voltei para a cidade e nunca mais vi aquele homem e seu filho.
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