quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Twilight: Você Não é Mal, Eu Sei- 1x29
Ele só olhou pra mim, os olhos cheios de uma emoção que eu não conseguia compreender.
"Mas não mau." eu balancei minha cabeça. "Não, eu não acredito que você seja mau."
"Você está errada." A voz dele era praticamente inaudível. Ele olhou pra baixo, roubou a tampa da minha garrafa e começou a rodá-la entre os dedos.. Eu olhei pra ele, imaginando porque eu não sentia medo. Ele falava sério - isso era óbvio. Mas eu só me sentia ansiosa, no limite...e mais que tudo, fascinada. Da mesma forma que eu sempre me sentia quando estava perto dele.
O silêncio durou até que eu percebí que a cafeteria estava quase vazia.
Eu fiquei de pé num pulo." Nós vamos nos atrasar".
"Eu não vou á aula hoje", ele disse rodando a tampa tão rápido que era só um vulto.
"Porque não?"
"É saudável faltar a aula de vez em quando.", ele sorriu pra mim, mas seus olhos ainda pareciam confusos.
"Bom, eu vou indo", eu disse pra ele. Eu era covarde demais pra arriscar ser pega. Ele voltou a atenção pra sua tampinha. "Até mais tarde então."
Eu hesitei, dividida, mas então o sinal tocou e eu saí correndo pela porta- dando uma última olhada pra confirmar que ele não tinha se movido nem um centímetro.
Enquanto eu meio que corria para a minha aula, minha cabeça estava girando mais rápida que uma hélice. Tão poucas perguntas foram respondidas em relação áquelas que foram perguntadas. Ao menos a chuva tinha parado.
Eu estava com sorta; o Sr. Banner ainda não estava na sala quando eu cheguei. Eu me arrumei rapidamente no meu lugar, consciente de que tanto Mike quanto Angela estavam olhando pra mim. Mike parecia ressentido, e Angela parecia surpresa, e até
demonstrou um pouco de reverência.
Sr. Banner entrou então, pedindo ordem na sala. Ele estava equilibrando umas caixinhas pequenas nos braços. Ele colocou eleas na mesa de Mike e pediu pra ele começar a distribuí-las pela classe.
"Tudo bem, pessoal, eu quero que vocês peguem um pedaço de cada caixa.", ele disse enquanto tirava um par de luvas de borracha do seu jaleco e colocava-as nas mãos. O som agudo das luvas de borracha batendo contra o pulso dele pareceu um mal presságio pra mim. "A primeira coisa é uma cartão de instrução", ele continuou, pegando um cartão branco com quatro quadrados marcados nele."A segunda é um aplicador-",ele segurou alguma coisa que parecia ter dentes "-e a terceira é uma micro-agulha
esterilizada". Ele pegou um pacote de plástico azul e abriu. O aparador era quase invisível a essa distância, mas o meu estômago deu voltas.
"Eu vou passar com um conta gotas para preparar os seus cartões, então por favor não comece até que eu chegue em vocês". Ele começou na mesa de Mike de novo, cuidadosamente colocando uma gota de água em cada quadradinho. "Agora eu quero
que cada um de vocês fure o seu dedo cuidadosamente com a agulha..." Ele agarrou a mão de Mike e enfiou a agulha na pontinha do seu dedo do meio. Oh não. Um suor frio começou a sair na minha testa.
"Ponham uma pequena gotinha de sangue em cada quadradinho". Ele demonstrou pegando o dedo de Mike e apertando até o sangue sair. Eu engolí convulssivamente, meu estômago pesando.
"E então aplique no cartão", ele terminou, segurando o cartão com gotas vermelhas pra todos nós vermos. Eu fechei os meus olhos, tentando ouvir além do zumbido nos meus ouvidos.
"A cruz vermelha está vindo á Port Angeles no próximo fim de semana, então eu pensei que todos vocês podiam saber o seu tipo sanguínio". Ele parecia orgulhoso de sí mesmo.
"Aqueles que ainda não tem dezoito anos vão precisar da permissão dos seus pais- eu tenho documentos na minha mesa."
Ele continuou passando na sala com as suas gotinhas de água. Eo cloquei a minha bochecha no topo da mesa fria e tentei me manter consciente. Em todo lugar ao meu redor eu podia ouvir gemidos, reclamações e gargalhadas dos meus colegas de classe
enquanto eles furavam seus dedos. Eu respirava calmamente pra dentro e pra fora pela minha boca.
"Bella, você está bem?" o Sr. Banner perguntou. A voz dele estava perto da minha cabeça, e pareceu alarmada.
"Eu já sei meu tipo sanguíneo Sr. Banner", eu disse com a voz fraca.
Eu estava com medo de levantar a minha cabeça.
"Você está se sentindo desfalecer?"
"Sim, senhor", eu murmurei, me chutando por dentro por não ter faltado a aula quando eu tive a chance.
"Alguém pode levar Bella á enfermaria por favor?", ele pediu.
Eu não precisei olhar pra cima pra saber que Mike foi voluntário.
"Você pode andar?" o Sr. Banner perguntou.
"Sim", eu murmurei. Só me tirem daqui, eu pensei. Eu vou rastejando.
Escrito por: Stephenie Meyer
The Vampire Diaries: The Awakening: Me Solta! - 1x30
Elena arfou, os músculos se contraindo ao redor do seu coração. Parecia que uma pessoa estava parada ali, um gigante com uma cabeça redonda careca. E ela não gostava nem um pouco de estar aqui, entre as pedras de granito gastas e reclinadas de séculos passados. A brilhante luz do luar lançava sombras estranhas, e havia piscinas de escuridão impenetrável em todo lugar.
“É apenas a esfera no topo. Nada para se temer,” disse Tyler, puxando-a consigo para fora do caminho e para cima da lápide brilhante. Era feita de mármore vermelho, e a enorme esfera que a cercava a lembrava da Lua inchada no horizonte. Agora aquela mesma Lua brilhava neles, tão branca como as mãos brancas de Thomas Fell. Elena não pôde conter seu tremor.
“Pobrezinha, ela está com frio. Tenho que aquecê-la,” disse Tyler. Elena tentou empurrá-lo, mas ele era forte demais, enlaçando-a em seus braços, puxando-a contra si.
“Tyler, eu quero ir embora; eu quero ir embora agora. …"
“Claro, querida, nós iremos,” ele disse. “Mas nós temos que aquecê-la primeiro. Credo, você está gelada.”
“Tyler, para,” ela disse. Os braços dele ao seu redor tinham sido meramente irritantes, restringindo-a, mas agora com uma sensação de choque ela sentiu as mãos dele em seu corpo, apalpando a pele nua.
Nunca em sua vida Elena tinha estado numa situação como essa, longe de qualquer ajuda. Ela mirou um salto alto pontudo no peito do pé coberto por couro dele, mas ele se esquivou dela. “Tyle, tire suas mãos de mim.”
“Vamos, Elena, não fique assim, eu só quero te esquentar todinha...”
“Tyler, me solta,” ela cuspiu. Ela tentou puxar-se para longe dele. Tyler tropeçou, e então seu peso todo estava em cima dela, esmagando-a contra uma confusão de hera e ervas daninhas no chão. Elena falou desesperadamente. “Eu vou te matar, Tyler. Eu falo sério. Sai de cima de mim.”
Tyler tentou rolar, rindo repentinamente, seus membros pesados e descoordenados, quase inúteis. “Ah, vamos lá, Elena, não fique brava. Eu só estou te esquentando. Elena a Princesa do Gelo, se esquentando... Você ta ficando quente agora, não tá?” Então Elena sentiu a boca quente e molhada dele em seu rosto. Ela ainda estava presa debaixo dele, e os beijos desleixados dele estavam se movendo para sua garganta. Ela escutou tecido se rasgar.
“Oops,” Tyler murmurou. “Sinto muito por isso.”
Elena torceu sua cabeça, sua boca encontrou a mão de Tyler, acariciando desajeitadamente sua bochecha. Ela a mordeu, afundando seus dentes na palma corpulenta. Ela mordeu forte, sentindo o gosto de sangue, ouvindo o uivo agonizante de Tyler. A mão se afastou.
“Ei! Eu disse que sentia muito!” Tyler parecia ressentido por sua mão mutilada. Então seu rosto se obscureceu, enquanto, ainda encarando-a, ele cerrou sua mão.
É isso, Elena pensou com uma calma de pesadelos. Ele ou vai me nocautear ou vai me matar. Ela se preparou para o golpe.
Stefan tinha resistido em vir ao cemitério, tudo dentro dele tinha gritado contra isso. A última vez que ele estivera aqui foi na noite do velho.
Horror passou pelo seu estômago novamente por causa da recordação. Ele teria jurado que ele não tinha drenado o homem debaixo da ponte, que ele não tinha tirado sangue o suficiente para fazer mal. Mas tudo naquela noite após a onda de Poder estava desorganizado, confuso. Se houvesse tido uma onda de Poder afinal. Talvez aquilo tinha sido a sua própria imaginação, ou mesmo seu próprio feito. Coisas estranhas podiam acontecer quando a necessidade ficava fora de controle.
Ele fechou seus olhos. Quando ele escutou que o velho fora hospitalizado, quase morto, seu choque foi além das palavras. Como ele pôde ter se deixado sair tanto do limite? Matar, quase, quando ele não tinha matado desde...
Ele não iria deixar si mesmo pensar sobre aquilo.
Agora, de pé em frente ao portão do cemitério na escuridão da meia-noite, ele não queria nada mais do que se virar e ir embora. Voltar ao baile onde deixara Caroline, aquela criatura dócil e bronzeada pelo Sol que estava absolutamente a salvo porque ela não significava nada para ele.
Mas ele não podia voltar, porque Elena estava no cemitério. Ele podia sentí-la, e sentir seu crescente sofrimento. Elena estava no cemitério e em perigo, e ele tinha que achá-la.
Ele estava na metade da colina quando a tontura o atingiu. Isso o fez cambalear, lutando em direção à Igreja porque era a única coisa na qual ele podia se focar. Ondas cinzas de neblina passaram pelo seu cérebro, e ele lutou para continuar se movendo. Fraco, ele se sentia tão fraco. E inútil contra o poder absoluto dessa vertigem.
Ele precisava... ir até Elena. Mas ele estava fraco. Ele não podia ser... fraco… se ele tinha que ajudar Elena. Ele precisava... ir…
Escrito por: Lisa Jane Smith
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Rodrigo Naressi
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09/01/13,
1x30,
Soap,
The Vampire Diaries: The Awakening
A Different Christmas- O Sonho se Realizará- 1x3 (Reprise)
Falta dois dias para o Natal. Patrick levanta da cama alegre. Agora que ele terá a ajuda de seus novos amigos, poderá realizar seu sonho.
Numa manhã fria em New York, ele coloca uma roupa quente, pega o Bob e vai ao pátio ver Friendly Snowman. Patrick diz:
-Estamos aqui.
-Tudo bem, vou explicar como vai ser. Não podemos chamar muita atenção, então precisamos ter cuidado. Eu não posso sair daqui, não por enquanto. O Ted terá que se locomover.
-O quê eu precisarei fazer? -Ted pergunta
-Você irá se encontrar com o Ryan, amigo meu. Irão se encontrar em um lugar vazio e tranquilo.
-Mas e como você tem amigos, se fui eu e a Alex que te fizemos? -Patrick pergunta.
-Foi ele que me deu vida.
-Como?
-O amor de vocês por mim tocou os sentimentos dele, então ele veio e me deu vida.
-Mas e o quê ele é?
-Apenas uma pessoa única e especial. Então Ted, você conta tudo para ele e volte. Vão vocês dois e a Alex. Entenderam?
-Sim.
-Iremos te ajudar Patrick, pode ter certeza.
Patrick, Alex e Bob vão falar com Ryan. Chegando lá, Bob vai conversar sozinho com Ryan. Eles conversam um pouco e Ryan vai embora.
Bob diz para Patrick e Alex:
-Vamos embora.
-Ele vai ajudar o Patrick? -Alex pergunta.
-Ele disse que vai tentar. Vamos esperar uma resposta.
-Tá bom... -Patrick fica desanimado.
Patrick volta para casa e vai dormir. Amanhã já é véspera de natal.
Dirigido por: Rodrigo Naressi
Escrito por: Beatriz Magalhães
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Rodrigo Naressi
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Reprise
Frase do Dia
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Rodrigo Naressi
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