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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Madrugada Dolorosa: Juntos Até o Fim - Series Finale - 1x5 (Reprise)


 Melissa e Danilo são namorados há sete meses. Eles se conheceram na Boate Kiss, em Santa Maria. Os dois estudam na mesma faculdade, ela faz Veterinária e ele pedagogia. Os dois se amam profundamente, sempre juntos e trocando carinhos.
  Hoje, dia 26/01 é dia do 7º mês de namoro deles.  Danilo sugere:
-Hoje vamos passar o nosso aniversário de namoro no lugar que nos conhecemos.
-Na Kiss?
-Aham. Vai ter show, vai ser legal.
-Tá bom.
  Horas depois, os dois se preparam e vão até a festa. Danilo pergunta:
-Quer beber o quê amor?
-Me traz qualquer coisa.
-Tá bom.
  Os dois começam a beber e se divertir. Mais tarde, já bêbados, Melissa abraça Danilo e diz:
-Como eu te amo Danilo.
-Também te amo Melissa.
-Não quero sair do seu lado.
-Nem eu.
-Apesar de estar bêbado, estou falando isso de coração tá?
-Eu sei, eu também.
-Nunca me deixe tá?
-Nunca irei te deixar Melissa. Você sabe disso.
-Por que sem você eu não iria conseguir viver.
  Durante o show da banda Gurizada Fandangueira, Melissa e Danilo nem prestam muita atenção, apenas ficam bebendo e se beijando. Ele pergunta:
-Está gostando da noite?
-Estou.
-Que bom. Está bem?
-Aham...
-Você está muito bêbada Melissa. Vou te levar ao banheiro.
  Danilo leva Melissa no banheiro e ela vai lavar a cara. Enquanto ele espera no lado de fora, ele vê um monte de pessoa correr. Danilo não entende nada e tenta saber o quê está acontecendo. Ele para alguém e pergunta:
-Por que todos estão fugindo?
-Está pegando fogo!
  A fumaça começa a dominar. Danilo entra no banheiro, pega Melissa pelo braço e diz:
-Precisamos sair daqui.
-O quê está acontecendo?
-Está pegando fogo.
  Os dois saem do banheiro, mas não enxergam nada. A fumaça dominou. Danilo e Melissa entram novamente no banheiro, mas não tem saída. Danilo abraça Melissa e os dois sentam no chão. Danilo diz:
-Não tem jeito de escapar Melissa. Cof, Cof.
-Iremos morrer?
-Pelo jeito sim amor.
-Não acredito...
-Iremos enfrentar isso juntos Melissa.
-Eu não quero morrer.
-Nem eu. O importante é que ficaremos juntos até o fim.
-Danilo, eu te amo muito. Eu não queria morrer agora, pois sempre quis se casar com você, ter filhos com você. Eu nunca amei tanto alguém como você.
-Melissa, eu te amo de uma maneira que não posso explicar. Você é a garota dos meus sonhos, você é minha vida, sem você eu não respiro. Também queria viver para sempre ao seu lado, ter muitos filhos e todo dia dizer que te amo.
  Os dois se beijam e se abraçam. Danilo diz:
-Adeus minha linda. Não se preocupe nos veremos no céu.
-Adeus meu amor. Isso mesmo, nós dois seremos lindos anjos. Hehe.
  Horas depois, os bombeiros encontram Melissa e Danilo no banheiro abraçados.

Dirigido por: Rodrigo Naressi
Escrito por: Letícia Carvalho

Madrugada Dolorosa: Juntos Até o Fim - Series Finale - 1x5


 Melissa e Danilo são namorados há sete meses. Eles se conheceram na Boate Kiss, em Santa Maria. Os dois estudam na mesma faculdade, ela faz Veterinária e ele pedagogia. Os dois se amam profundamente, sempre juntos e trocando carinhos.
  Hoje, dia 26/01 é dia do 7º mês de namoro deles.  Danilo sugere:
-Hoje vamos passar o nosso aniversário de namoro no lugar que nos conhecemos.
-Na Kiss?
-Aham. Vai ter show, vai ser legal.
-Tá bom.
  Horas depois, os dois se preparam e vão até a festa. Danilo pergunta:
-Quer beber o quê amor?
-Me traz qualquer coisa.
-Tá bom.
  Os dois começam a beber e se divertir. Mais tarde, já bêbados, Melissa abraça Danilo e diz:
-Como eu te amo Danilo.
-Também te amo Melissa.
-Não quero sair do seu lado.
-Nem eu.
-Apesar de estar bêbado, estou falando isso de coração tá?
-Eu sei, eu também.
-Nunca me deixe tá?
-Nunca irei te deixar Melissa. Você sabe disso.
-Por que sem você eu não iria conseguir viver.
  Durante o show da banda Gurizada Fandangueira, Melissa e Danilo nem prestam muita atenção, apenas ficam bebendo e se beijando. Ele pergunta:
-Está gostando da noite?
-Estou.
-Que bom. Está bem?
-Aham...
-Você está muito bêbada Melissa. Vou te levar ao banheiro.
  Danilo leva Melissa no banheiro e ela vai lavar a cara. Enquanto ele espera no lado de fora, ele vê um monte de pessoa correr. Danilo não entende nada e tenta saber o quê está acontecendo. Ele para alguém e pergunta:
-Por que todos estão fugindo?
-Está pegando fogo!
  A fumaça começa a dominar. Danilo entra no banheiro, pega Melissa pelo braço e diz:
-Precisamos sair daqui.
-O quê está acontecendo?
-Está pegando fogo.
  Os dois saem do banheiro, mas não enxergam nada. A fumaça dominou. Danilo e Melissa entram novamente no banheiro, mas não tem saída. Danilo abraça Melissa e os dois sentam no chão. Danilo diz:
-Não tem jeito de escapar Melissa. Cof, Cof.
-Iremos morrer?
-Pelo jeito sim amor.
-Não acredito...
-Iremos enfrentar isso juntos Melissa.
-Eu não quero morrer.
-Nem eu. O importante é que ficaremos juntos até o fim.
-Danilo, eu te amo muito. Eu não queria morrer agora, pois sempre quis se casar com você, ter filhos com você. Eu nunca amei tanto alguém como você.
-Melissa, eu te amo de uma maneira que não posso explicar. Você é a garota dos meus sonhos, você é minha vida, sem você eu não respiro. Também queria viver para sempre ao seu lado, ter muitos filhos e todo dia dizer que te amo.
  Os dois se beijam e se abraçam. Danilo diz:
-Adeus minha linda. Não se preocupe nos veremos no céu.
-Adeus meu amor. Isso mesmo, nós dois seremos lindos anjos. Hehe.
  Horas depois, os bombeiros encontram Melissa e Danilo no banheiro abraçados.

Dirigido por: Rodrigo Naressi
Escrito por: Letícia Carvalho

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Madrugada Dolorosa: Paixão Incondicional - 1x4 (Reprise)


-Não faça isso Cláudia! Você não precisa fazer isso!
-Eu preciso. Terei que fazer.
-Eu e você vamos superar juntas amiga.
-Desculpe amiga... Mas eu preciso.
-Não!!!

  Boate Kiss, 01h23min
-Está gostando da festa amiga?
-Claro. E você?
-Estou amando. Tá bem legal.
-Pois é.
-Te encontrei Cláudia. Estava te procurando.
-Onde você estava amor?
-Tinha ido falar com alguns amigos. Então te perdi.
-Não saia mais perto de mim Marcelo.
-Sim senhora.
-Eu vou lá fora um pouco. Já volto.
-Tá bom amiga, não demora.

  Frente da Boate Kiss, 01h30min
-Oi Amanda. Como você está?
-Oi Taís. Estou bem e você?
-Também estou. Como está a festa?
-Está bem legal. Está chegando agora?
-Na verdade, estou indo embora. Só vou esperar meu irmão.
-Já?
-É que eu estou com um mau pressentimento.
-Como assim?
-Sinto que alguma coisa ruim vai acontecer hoje.
-Onde?
-Aqui na boate. Insisti para meu irmão e ele concordou em ir embora.
-Que pressentimento é esse?
-Não sei explicar, é estranho. Aí está ele. Vou indo. Se cuida.
-Você também.

  Boate Kiss, 01h48min
-Sério Cláudia, ela parecia estar tão certa do quê falou.
-A Taís é assim, sempre com seus pressentimentos.
-Fiquei preocupada.
-Bobagem Amanda, esquece isso.
-Irei tentar.

  Boate Kiss, 02h17min
-Estou indo embora Cláudia.
-Por causa do quê aquela louca falou?
-Ela não é louca, pode estar certa.
-Não deixe ela estragar a sua noite, fique conosco.
-Vou sair daqui Cláudia. Se falamos amanhã. Se cuida.

  Frente da Boate Kiss, 02h22min
-Hehe. Você é tão divertido Paulo.
-Acha graça do quê eu falo Amanda?
-Claro. Sempre achei.
-Que bom. Está sentindo algo?
-Um cheiro de fumaça.
-Socorro!!! Fogo!!!
-O quê está acontecendo?
-Eu vou lá ver. Fique aí Amanda.
-Preciso achar a Cláudia.
Dependências da Boate Kiss, 02h24min.
-Te peguei Cláudia. Vamos para a ambulância.
-Mas o Marcelo...
-Irão salvar ele, mas antes você precisa se salvar.

  Hospital Universitário, 11h25min
-Que bom que acordou Cláudia. Seus pais já estão chegando.
-Onde está o Marcelo?
-Ele...
-Onde ele está Amanda?
-Ele foi encontrando morto no banheiro da Kiss. Ele tentou sair pela porta, mas não conseguiu. Foi ao banheiro, mas morreu pela fumaça.
-Ele estava no meu lado quando eu desmaiei. Como eu consegui sair?
-Eu te encontrei lá. Mas ele não o vi.
-Eu não acredito nisso...
-Calma amiga. O importante é sua recuperação.
-Não quero mais viver.
-Que faca é essa Cláudia?
-Sempre ando com ela. Depois que fui assaltada aquela vez, me protejo.
-O quê você quer fazer com isso?
-A pessoa que eu mais amei na minha vida morreu. Não quero mais ficar aqui.
-Não faça isso Cláudia! Você não precisa fazer isso!
-Eu preciso. Terei que fazer.
-Eu e você vamos superar isso juntas amiga.
-Desculpe amiga... Mas eu preciso.
-Não!!!
-O quê aconteceu?
-A Cláudia... Se matou.
-Meu Deus. Ajude-me aqui Carla. Uma paciente cortou o pulso.

  Cemitério, 18h25min
-Os dois eram apaixonados. Não saíam perto um do outro. Eu era melhor amiga dela, sabia bem disso. Os dois nasceram para ficar juntos. Eram feitos um para o outro. A paixão entre eles era incondicional, falavam que nunca queriam se separar, que iriam ficar perto um do outro até a morte. Mas ninguém esperava que fosse tão cedo. Que eles continuem juntos e felizes para sempre!

Dirigido por: Patrícia Farias

Escrito por: Flávia Scherer

Madrugada Dolorosa: Paixão Incondicional - 1x4


-Não faça isso Cláudia! Você não precisa fazer isso!
-Eu preciso. Terei que fazer.
-Eu e você vamos superar juntas amiga.
-Desculpe amiga... Mas eu preciso.
-Não!!!

  Boate Kiss, 01h23min
-Está gostando da festa amiga?
-Claro. E você?
-Estou amando. Tá bem legal.
-Pois é.
-Te encontrei Cláudia. Estava te procurando.
-Onde você estava amor?
-Tinha ido falar com alguns amigos. Então te perdi.
-Não saia mais perto de mim Marcelo.
-Sim senhora.
-Eu vou lá fora um pouco. Já volto.
-Tá bom amiga, não demora.

  Frente da Boate Kiss, 01h30min
-Oi Amanda. Como você está?
-Oi Taís. Estou bem e você?
-Também estou. Como está a festa?
-Está bem legal. Está chegando agora?
-Na verdade, estou indo embora. Só vou esperar meu irmão.
-Já?
-É que eu estou com um mau pressentimento.
-Como assim?
-Sinto que alguma coisa ruim vai acontecer hoje.
-Onde?
-Aqui na boate. Insisti para meu irmão e ele concordou em ir embora.
-Que pressentimento é esse?
-Não sei explicar, é estranho. Aí está ele. Vou indo. Se cuida.
-Você também.

  Boate Kiss, 01h48min
-Sério Cláudia, ela parecia estar tão certa do quê falou.
-A Taís é assim, sempre com seus pressentimentos.
-Fiquei preocupada.
-Bobagem Amanda, esquece isso.
-Irei tentar.

  Boate Kiss, 02h17min
-Estou indo embora Cláudia.
-Por causa do quê aquela louca falou?
-Ela não é louca, pode estar certa.
-Não deixe ela estragar a sua noite, fique conosco.
-Vou sair daqui Cláudia. Se falamos amanhã. Se cuida.

  Frente da Boate Kiss, 02h22min
-Hehe. Você é tão divertido Paulo.
-Acha graça do quê eu falo Amanda?
-Claro. Sempre achei.
-Que bom. Está sentindo algo?
-Um cheiro de fumaça.
-Socorro!!! Fogo!!!
-O quê está acontecendo?
-Eu vou lá ver. Fique aí Amanda.
-Preciso achar a Cláudia.
Dependências da Boate Kiss, 02h24min.
-Te peguei Cláudia. Vamos para a ambulância.
-Mas o Marcelo...
-Irão salvar ele, mas antes você precisa se salvar.

  Hospital Universitário, 11h25min
-Que bom que acordou Cláudia. Seus pais já estão chegando.
-Onde está o Marcelo?
-Ele...
-Onde ele está Amanda?
-Ele foi encontrando morto no banheiro da Kiss. Ele tentou sair pela porta, mas não conseguiu. Foi ao banheiro, mas morreu pela fumaça.
-Ele estava no meu lado quando eu desmaiei. Como eu consegui sair?
-Eu te encontrei lá. Mas ele não o vi.
-Eu não acredito nisso...
-Calma amiga. O importante é sua recuperação.
-Não quero mais viver.
-Que faca é essa Cláudia?
-Sempre ando com ela. Depois que fui assaltada aquela vez, me protejo.
-O quê você quer fazer com isso?
-A pessoa que eu mais amei na minha vida morreu. Não quero mais ficar aqui.
-Não faça isso Cláudia! Você não precisa fazer isso!
-Eu preciso. Terei que fazer.
-Eu e você vamos superar isso juntas amiga.
-Desculpe amiga... Mas eu preciso.
-Não!!!
-O quê aconteceu?
-A Cláudia... Se matou.
-Meu Deus. Ajude-me aqui Carla. Uma paciente cortou o pulso.

  Cemitério, 18h25min
-Os dois eram apaixonados. Não saíam perto um do outro. Eu era melhor amiga dela, sabia bem disso. Os dois nasceram para ficar juntos. Eram feitos um para o outro. A paixão entre eles era incondicional, falavam que nunca queriam se separar, que iriam ficar perto um do outro até a morte. Mas ninguém esperava que fosse tão cedo. Que eles continuem juntos e felizes para sempre!

Dirigido por: Patrícia Farias

Escrito por: Flávia Scherer

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Madrugada Dolorosa - Diário de uma Guerreira - 1x3 (Reprise)


Bom dia diário. Hoje é sábado, dia 26/01/13. Eu me acordei há pouco, já é quase três horas. Hoje será uma noite massa. Irei numa balada realizada por algumas turmas da UFSM, fui convidada por amigos.
  Meu principal interesse é o Bruno. Ele é muito lindo e gostoso, quero ficar com ele. Só sei que ele é da sala de Zootecnia, e estará na festa. Irei chegar nele hoje.
  Á noite, eu e minhas amigas iremos para lá. Daqui a pouco vou para a casa de uma deles e depois iremos dar uma volta e nos arrumar. Então vamos para a boate Kiss.
  Tchau diário. Revelo todos os detalhes depois.

  Oi novamente diário. Agora é quatro da manhã, 27/01, domingo. Eu estou num lugar desconhecido, deitada numa cama suja. Estou num quarto escuro, apenas com uma vela acesa. Eu irei tentar sair daqui agora, e caso alguma coisa aconteça comigo, resolvi escrever em você antes. Sorte que sempre levo você na minha bolsa.
  Eu irei me levantar e tentar abrir a porta. Espero que não esteja em um lugar perigoso. Me deseje sorte diário.

  Olá diário. Agora é quatro e vinte da manhã, estamos vivendo uma situação difícil. Eu me chamo Bruno, mas sei que você já me conhece. Li que a Marina já falou de mim. Vim contar tudo o quê aconteceu, a pedido da Marina.
  Tudo começou quando nós estávamos se divertindo na Kiss. A festa estava ótima, todos estavam se divertindo pákas. Mas num momento, todo mundo começou a se desesperar. Eles começaram a gritar "Fogo!" e eu me lembro de ver o teto pegando fogo. Eu estava junto com a Marina, nós estávamos ficando. Como ela havia dito aqui, ela chegou em mim mesmo. Logo de início já gostei bastante dela, sabendo que era uma garota divertida e adorável.
  Nós dois saímos correndo para tentar escapar. Chegando na porta, ela caiu. Eu a levantei e falei:
-Nós vamos sair daqui. Iremos conseguir.
  Cada vez que passada, nós tossíamos cada vez mais. Tinha muita gente na nossa frente, não conseguiríamos sair. Vendo um pequeno espaço em aberto, eu a segurei e disse:
-Vá Marina. Eu irei em seguida.
-Não deixarei você aqui...
-Agora!
  Ela conseguiu sair e então não lembro do quê aconteceu. A minha primeira lembrnaça depois disso, foi de escutar um amigo meu falando:
-Vamos Bruno! Acorde!
  Eu senti que ele estava batendo no meu peito e então abri os olhos. Eu perguntei:
-O quê está acontecendo?
-Consegui te tirar de lá. Que bom que você está vivo.
-Viu a Marina?
-Não.
  Mesmo com muita dificuldade, eu consegui me levantar e falei:
-Precisamos achar ela, Carlinhos.
-Ela deve estar lá dentro. Sinto muito, mas deve ter morrido.
-Não, eu vi ela sair. Preciso achar ela.
  Saí desesperado procurando ela. Depois de falar com muitos amigos, uma amiga dela me disse:
-Eu não sei direito. Eu estava deitada no chão, vi que o Antônio estava com ela no colo.
-O Antônio?
-Sim, ele estava com ela, mas não sei para onde foi.
-Eu acho que sei...
  Eu conheço esse Antônio. Sei que ele tem um lugar onde faz algumas festas. È uma casa que é dos seus pais, mas eles se mudaram, e deixaram a casa abandonada. Fica umas quatro quadras daqui. Fui para lá, mas andando três quadras, eu caí no chão. Estava tossindo demais, sinto uma grande tontura. Mas me levantei e continuei. Eu preciso saber o quê aconteceu com ela. È meu dever.
  Eu cheguei na casa e logo fui entrando. Não encontrei Antônio, mas encontrei Marina. Ela estava um pouco antes da porta, caída. Chequei os batimentos e o pulso dela, mas nada. Marina morreu.
  Começei a chorar e me sentei numa cadeira perto. Alguns instantes depois, eu vejo ela sussurrar. Eu me aproximo e digo:
-Pensei que estava morta Marina.
-Preciso que faça uma coisa...
-Fale.
-Escreva tudo o quê aconteceu no meu diário. Depois, fique com você. Aí você pode fazer o quê quiser.
-Não vai mais escrever nele?
-Não consigo, estou morta já. Não irei durar muito tempo. Mas quero que você escreva algo.
-Ok.
  Eu pego o diário e digo:
-Pode falar.
-Tá.
-Oi diário. Quero falar minhas últimas palavras. Eu não aproveitei tudo o quê queria nessa vida, mas ela foi boa. Tive diversos momentos felizes. Faltou eu me casar, que sempre foi o meu sonho e ter uma filha. Sempre sonhei em ter uma família, mas não será mais possível. Não poderei mais me ver em um vestido de noiva no altar com meu noivo lindo, nem trocar as fraldas da minha princesinha e vê-la crescer...mas chegou a hora de partir. Espero que no céu eu vire uma anja e possa a minha irmã com um filho futuramente. Adeus...
  10 segundos depois, Marina morre. Ela foi uma guerreira, mas não resistiu. O quê eu irei fazer com você diário? Irei divulgá-lo, para todo mundo saber a história de Marina. Todos devem saber quem foi essa incrível mulher.

Dirigido por: Milena Garcia

Escrito por: Patrícia Farias

Madrugada Dolorosa: Diário de uma Guerreira - 1x3 (Reprise)


Bom dia diário. Hoje é sábado, dia 26/01/13. Eu me acordei há pouco, já é quase três horas. Hoje será uma noite massa. Irei numa balada realizada por algumas turmas da UFSM, fui convidada por amigos.
  Meu principal interesse é o Bruno. Ele é muito lindo e gostoso, quero ficar com ele. Só sei que ele é da sala de Zootecnia, e estará na festa. Irei chegar nele hoje.
  Á noite, eu e minhas amigas iremos para lá. Daqui a pouco vou para a casa de uma deles e depois iremos dar uma volta e nos arrumar. Então vamos para a boate Kiss.
  Tchau diário. Revelo todos os detalhes depois.

  Oi novamente diário. Agora é quatro da manhã, 27/01, domingo. Eu estou num lugar desconhecido, deitada numa cama suja. Estou num quarto escuro, apenas com uma vela acesa. Eu irei tentar sair daqui agora, e caso alguma coisa aconteça comigo, resolvi escrever em você antes. Sorte que sempre levo você na minha bolsa.
  Eu irei me levantar e tentar abrir a porta. Espero que não esteja em um lugar perigoso. Me deseje sorte diário.

  Olá diário. Agora é quatro e vinte da manhã, estamos vivendo uma situação difícil. Eu me chamo Bruno, mas sei que você já me conhece. Li que a Marina já falou de mim. Vim contar tudo o quê aconteceu, a pedido da Marina.
  Tudo começou quando nós estávamos se divertindo na Kiss. A festa estava ótima, todos estavam se divertindo pákas. Mas num momento, todo mundo começou a se desesperar. Eles começaram a gritar "Fogo!" e eu me lembro de ver o teto pegando fogo. Eu estava junto com a Marina, nós estávamos ficando. Como ela havia dito aqui, ela chegou em mim mesmo. Logo de início já gostei bastante dela, sabendo que era uma garota divertida e adorável.
  Nós dois saímos correndo para tentar escapar. Chegando na porta, ela caiu. Eu a levantei e falei:
-Nós vamos sair daqui. Iremos conseguir.
  Cada vez que passada, nós tossíamos cada vez mais. Tinha muita gente na nossa frente, não conseguiríamos sair. Vendo um pequeno espaço em aberto, eu a segurei e disse:
-Vá Marina. Eu irei em seguida.
-Não deixarei você aqui...
-Agora!
  Ela conseguiu sair e então não lembro do quê aconteceu. A minha primeira lembrnaça depois disso, foi de escutar um amigo meu falando:
-Vamos Bruno! Acorde!
  Eu senti que ele estava batendo no meu peito e então abri os olhos. Eu perguntei:
-O quê está acontecendo?
-Consegui te tirar de lá. Que bom que você está vivo.
-Viu a Marina?
-Não.
  Mesmo com muita dificuldade, eu consegui me levantar e falei:
-Precisamos achar ela, Carlinhos.
-Ela deve estar lá dentro. Sinto muito, mas deve ter morrido.
-Não, eu vi ela sair. Preciso achar ela.
  Saí desesperado procurando ela. Depois de falar com muitos amigos, uma amiga dela me disse:
-Eu não sei direito. Eu estava deitada no chão, vi que o Antônio estava com ela no colo.
-O Antônio?
-Sim, ele estava com ela, mas não sei para onde foi.
-Eu acho que sei...
  Eu conheço esse Antônio. Sei que ele tem um lugar onde faz algumas festas. È uma casa que é dos seus pais, mas eles se mudaram, e deixaram a casa abandonada. Fica umas quatro quadras daqui. Fui para lá, mas andando três quadras, eu caí no chão. Estava tossindo demais, sinto uma grande tontura. Mas me levantei e continuei. Eu preciso saber o quê aconteceu com ela. È meu dever.
  Eu cheguei na casa e logo fui entrando. Não encontrei Antônio, mas encontrei Marina. Ela estava um pouco antes da porta, caída. Chequei os batimentos e o pulso dela, mas nada. Marina morreu.
  Começei a chorar e me sentei numa cadeira perto. Alguns instantes depois, eu vejo ela sussurrar. Eu me aproximo e digo:
-Pensei que estava morta Marina.
-Preciso que faça uma coisa...
-Fale.
-Escreva tudo o quê aconteceu no meu diário. Depois, fique com você. Aí você pode fazer o quê quiser.
-Não vai mais escrever nele?
-Não consigo, estou morta já. Não irei durar muito tempo. Mas quero que você escreva algo.
-Ok.
  Eu pego o diário e digo:
-Pode falar.
-Tá.
-Oi diário. Quero falar minhas últimas palavras. Eu não aproveitei tudo o quê queria nessa vida, mas ela foi boa. Tive diversos momentos felizes. Faltou eu me casar, que sempre foi o meu sonho e ter uma filha. Sempre sonhei em ter uma família, mas não será mais possível. Não poderei mais me ver em um vestido de noiva no altar com meu noivo lindo, nem trocar as fraldas da minha princesinha e vê-la crescer...mas chegou a hora de partir. Espero que no céu eu vire uma anja e possa a minha irmã com um filho futuramente. Adeus...
  10 segundos depois, Marina morre. Ela foi uma guerreira, mas não resistiu. O quê eu irei fazer com você diário? Irei divulgá-lo, para todo mundo saber a história de Marina. Todos devem saber quem foi essa incrível mulher.

Dirigido por: Milena Garcia

Escrito por: Patrícia Farias

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Madrugada Dolorosa: Anja Mais Linda - 1x2 (Reprise)


Oi, me chamo Matheus. Eu tenho vinte e dois anos, moro em Santa Maria, Rio Grande do Sul. Minha cidade natal é Três de Maio, mas vim para cá estudar. Estou cursando a faculdade de Pedagogia, já no 4° semestre.
  Hoje é 27/01/13, domingo. È dez da manhã, e agora estou num hospital, em estado grave. Algumas horas atrás, vivi o pior momento da minha vida, algo que não irei esquecer. Foi triste, muito triste.
  Tudo começou quando eu e minha irmãzinha de 16 anos, Sophia, estávamos na boate Kiss, aqui em Santa Maria. Eu a convidei, mesmo ela não querendo muito:
-Vamos comigo irmãzinha.
-Não quero sair hoje.
-Para disso. Vamos, você vai gostar.
-Ok...eu vou.
-Isso irmãzinha. Se anime!
  Nós chegamos na boate perto da meia noite. Já entramos bebendo bastante, dançando freneticamente. Estávamos curtindo demais a festa.
  Pela uma e meia da madrugada, eu conheço uma garota. Nós começamos a conversar e ficamos. Ela se chama Manuela, é uma loira muito linda. Após darmos alguns beijos e tudo mais, decidimos sair da boate. Fomos para o meu carro, fazer algumas coisas más.
  Chegamos nele e fomos para um lugar calmo, uma quadra depois da boate. Não quero deixar minha irmã muito tempo sozinha, então não vamos demorar muito.
  Por volta das duas e meia, Manuela recebe uma ligação. Ela atendeu e depois me falou:
-Vamos voltar para a boate agora! Parece que está pegando fogo!
-Está tão boa a festa assim?
-Não é isso. Está tendo um incêndio!!
-Mas o quê?
-Vamos logo!
  Nós dois se vestimos e saímos correndo. Chegando no local, eu fico espantado. Uma visão do inferno. Muitas pessoas caídas no chão, algumas gritando "Ele está morto!" e muita gente chorando. Eu saí procurar a Sophia, mas não a encontrei. Depois de procurar bastate, encontro uma garota de bruços no chão com as roupas de Sophia. Começo a chorar e me aproximo. Eu me agacho e digo:
-Não irmãzinha! Fique comigo.
  Eu a virei e vi que não era a Sophia. Era a Aline, uma das melhores amigas da Sophia aqui na cidade. As roupas são as da Sophie, tive certeza. Não tem como a camiseta e a saia serem iguais.
  Não sabia o quê fazer. Fiquei procurando pela multidão. Eis que achei Júlio, um garoto que Sophia estava interessado. Perguntei imediatamente:
-Cadê a Sophia?
-Não a vi.
-Quando foi a última vez que a viu?
-Na hora que eu fugi, ela estava na minha frente. Mas por causa da fumaça, não a vi mais.
-Será que ela está lá dentro?
-Não sei.
  Tomei uma decisão. Cheguei na porta da Kiss e vi que tinha alguns quebrando a parede. Eu tento entrar, mas alguém me segura pelo braço. Eu virei e vi que é um amigo meu. Ele pergunta:
-Aonde está indo?
-Lá dentro. Preciso achar a minha irmã.
-Ela não está lá dentro.
-Então aonde ela está?
-Você precisa ficar calmo Matheus.
-Aonde ela está!?
-Venha comigo.
  Eu segui ele e chegamos aonde ela está. Parecia que estava morta, começei a chorar e falei:
-Não irmãzinha...
-Sinto muito Matheus.
  Minha irmãzinha morreu. A culpa foi minha, por ter insistido em levar ela para a festa. Sinceramente, não sei se quero mais viver, não quero viver para sempre com esse sentimento de culpa. Mas eu preciso melhorar, minha família precisa de mim.
  Eu me lembro as últimas palavras que falei para ela: "Você será a anja mais linda do céu Sophia. Obrigado por ter me abençoado por ser minha irmã. Você está levando uma parte do meu coração, nunca a esquecerei. Vá com Deus minha querida."

Dirigido por: Rodrigo Naressi

Escrito por: Beatriz Magalhães

Madrugada Dolorosa: Anja Mais Linda - 1x2


Oi, me chamo Matheus. Eu tenho vinte e dois anos, moro em Santa Maria, Rio Grande do Sul. Minha cidade natal é Três de Maio, mas vim para cá estudar. Estou cursando a faculdade de Pedagogia, já no 4° semestre.
  Hoje é 27/01/13, domingo. È dez da manhã, e agora estou num hospital, em estado grave. Algumas horas atrás, vivi o pior momento da minha vida, algo que não irei esquecer. Foi triste, muito triste.
  Tudo começou quando eu e minha irmãzinha de 16 anos, Sophia, estávamos na boate Kiss, aqui em Santa Maria. Eu a convidei, mesmo ela não querendo muito:
-Vamos comigo irmãzinha.
-Não quero sair hoje.
-Para disso. Vamos, você vai gostar.
-Ok...eu vou.
-Isso irmãzinha. Se anime!
  Nós chegamos na boate perto da meia noite. Já entramos bebendo bastante, dançando freneticamente. Estávamos curtindo demais a festa.
  Pela uma e meia da madrugada, eu conheço uma garota. Nós começamos a conversar e ficamos. Ela se chama Manuela, é uma loira muito linda. Após darmos alguns beijos e tudo mais, decidimos sair da boate. Fomos para o meu carro, fazer algumas coisas más.
  Chegamos nele e fomos para um lugar calmo, uma quadra depois da boate. Não quero deixar minha irmã muito tempo sozinha, então não vamos demorar muito.
  Por volta das duas e meia, Manuela recebe uma ligação. Ela atendeu e depois me falou:
-Vamos voltar para a boate agora! Parece que está pegando fogo!
-Está tão boa a festa assim?
-Não é isso. Está tendo um incêndio!!
-Mas o quê?
-Vamos logo!
  Nós dois se vestimos e saímos correndo. Chegando no local, eu fico espantado. Uma visão do inferno. Muitas pessoas caídas no chão, algumas gritando "Ele está morto!" e muita gente chorando. Eu saí procurar a Sophia, mas não a encontrei. Depois de procurar bastate, encontro uma garota de bruços no chão com as roupas de Sophia. Começo a chorar e me aproximo. Eu me agacho e digo:
-Não irmãzinha! Fique comigo.
  Eu a virei e vi que não era a Sophia. Era a Aline, uma das melhores amigas da Sophia aqui na cidade. As roupas são as da Sophie, tive certeza. Não tem como a camiseta e a saia serem iguais.
  Não sabia o quê fazer. Fiquei procurando pela multidão. Eis que achei Júlio, um garoto que Sophia estava interessado. Perguntei imediatamente:
-Cadê a Sophia?
-Não a vi.
-Quando foi a última vez que a viu?
-Na hora que eu fugi, ela estava na minha frente. Mas por causa da fumaça, não a vi mais.
-Será que ela está lá dentro?
-Não sei.
  Tomei uma decisão. Cheguei na porta da Kiss e vi que tinha alguns quebrando a parede. Eu tento entrar, mas alguém me segura pelo braço. Eu virei e vi que é um amigo meu. Ele pergunta:
-Aonde está indo?
-Lá dentro. Preciso achar a minha irmã.
-Ela não está lá dentro.
-Então aonde ela está?
-Você precisa ficar calmo Matheus.
-Aonde ela está!?
-Venha comigo.
  Eu segui ele e chegamos aonde ela está. Parecia que estava morta, começei a chorar e falei:
-Não irmãzinha...
-Sinto muito Matheus.
  Minha irmãzinha morreu. A culpa foi minha, por ter insistido em levar ela para a festa. Sinceramente, não sei se quero mais viver, não quero viver para sempre com esse sentimento de culpa. Mas eu preciso melhorar, minha família precisa de mim.
  Eu me lembro as últimas palavras que falei para ela: "Você será a anja mais linda do céu Sophia. Obrigado por ter me abençoado por ser minha irmã. Você está levando uma parte do meu coração, nunca a esquecerei. Vá com Deus minha querida."

Dirigido por: Rodrigo Naressi

Escrito por: Beatriz Magalhães

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Madrugada Dolorosa - Piloto - Series Premiere - 1x1 (Reprise)


Foi uma semana longa. Passei a semana inteira estudando, me dedicando aos estudos. Estou cursando Agronomia, um sonho meu. Ganhei uma bolsa na UFSM, estou muito feliz. Já estou no 2° semestre.
  Finalmente chegou o fim de semana. Hoje é sábado, então eu e minhas amigas iremos se divertir. Uma deles é muito minha amiga, ela se chama Franciélly e veio comigo junto para cá. Nós somos amigos faz anos, passemos juntos. As outras duas, Júlia e Vanessa, nós as conhecemos aqui.
  É quase onze horas da noite. Elas já chegaram aqui em casa. Vamos sair com o carro da mãe de Vanessa. Entrando no carro, Franciélly diz:
-Demorou Vitor.
-Desculpa. Aonde nós vamos?
-Na Kiss.
-Não conheço.
-É uma boate bem legal.
  Minutos depois, nós chegamos na boate. Ela já tem bastante gente. Eu pergunto pra Franciélly:
-Tem show ao vivo?
-Aham.
-De quem?
-A primeira banda nem me lembro, mas a segunda é a Gurizada Fandangueira.
-Acho que eu conheço.
-Vamos lá.
  Entramos na festa, pegamos a nossa comanda e vamos até a pista. Estamos se divertindo bastante, aproveitando esse final de semana de descanso.
  O show da Gurizada Fandangueira começou. É um grupo bem legal, com músicas empolgantes.
  Num certo momento, algum deles acende um sinalizador. É bonito, mas fiquei preocupado. Está pegando no teto. Será que tem algum perigo? Mas pensei "Não, essa boate é segura".
  Vejo algumas pessoas correndo. Um dos meus colegas de sala passa por mim e diz:
-Vamos sair daqui! Está pegando fogo.
  Eu pego Franciélly pela mão e digo:
-Suba nas minhas costas.
-Por quê?
-Faça isso!
  Ela sobe e então digo para Vanessa:
-Precisamos sair daqui rápido. Vou te pegar no colo.
  Pego ela no colo e digo para Júlia:
-Fique abraçada em mim. Não solte de jeito nenhum. Está entendendo?
-Estou.
  Eu saio o mais rápido que posso. Está muito complicado, tem muitas pessoas na nossa frente. Toda essa força que eu estou fazendo é para me salvar, claro, mas principalmente para salvar as gurias. Se não fosse pela Franciélly, eu nem estaria estudando aqui. Foi ela que me deu apoio, que me ajudou nas horas que eu mais precisei. Eu preciso salvar-lá.
  A boate virou um inferno. Uma fumaça preta domina o ar. Eu já começo a tossir e me sinto sufocado. O ar está acabando. Precisamos sair logo daqui.
  Eu tento chegar na porta, mas é difícil. Vejo pessoas no chão sendo pisadas. Eu quero ajudar, mas não posso. Primeiro preciso tirar minhas amigas desse lugar.
  Com muita luta, consigo chegar na porta. Mas ainda não consigo sair. Tentando sair, alguém segura minha perna. Eu olho para baixo e vejo que é uma garota segurando minha perna. Ela fala:
-Me ajude....
  Isso me afeta demais. Eu não posso fazer nada. Eu preciso salvar as minhas amigas primeiro.
  Quase desmaiando, eu consigo sair da boate. Saio para a rua e solto Vanessa, Franciélly desce e Luiza se solta. Eu pergunto:
-Vocês estão bem?
-Estamos. Cof, Cof.
-Que bom. Eu preciso voltar lá para dentro.
-Você está louco? Não irá para lá não.   -Franciélly diz
-Preciso salvar uma garota. Já volto!
-Não Vitor!
  Eu preciso voltar para dentro. Aquela garota precisa de mim.
  Chegando na porta, eu não encontro ela. Fico procurando e alguns segundos depois, acho ela. Eu a pego no colo e levo para longe. Coloco a minha mão no coração dela e vejo que ainda está batendo. Chegando fora da boate, sinto uma tontura e caio no chão. Sinto que estou morrendo. As garotas se aproximam e eu digo:
-Veja se ela está viva ainda.
  Vanessa coloca a mão no coração dela e nada. Verifica o pulso dela e sente algo. Vanessa me diz:
-Ela ainda está viva.
-A leve para a ambulância.
-Mas e você?
-Faça isso. Meu último pedido.
-O quê?
-Vamos Vanessa! Cof, Cof, Cof.
  Ela finalmente faz o quê eu pedi. Ela leva a guria para a ambulância e socorrem ela. Eu falo para a Franciélly:
-Eu quero que você saiba uma coisa. Eu tinha preparado uma surpresa para você, então pegue do meu bolso.
-Mas...
-Vamos Fran!
  Ela pega o presente do meu bolso. Ela pergunta:
-Não me diga quê...
-É Fran. Eu iria te dar esse colar. E tenho mais uma coisa para dizer: Te amo! Cof, Cof, Cof, Co....f.
  Minha visão escurece. A última coisa que vejo é a Fran chorando e falando:
-Também te amo...

Dirigido por: Patrícia Farias

Escrito por: Rodrigo Naressi

Madrugada Dolorosa - Piloto - Series Premiere - 1x1


Foi uma semana longa. Passei a semana inteira estudando, me dedicando aos estudos. Estou cursando Agronomia, um sonho meu. Ganhei uma bolsa na UFSM, estou muito feliz. Já estou no 2° semestre.
  Finalmente chegou o fim de semana. Hoje é sábado, então eu e minhas amigas iremos se divertir. Uma deles é muito minha amiga, ela se chama Franciélly e veio comigo junto para cá. Nós somos amigos faz anos, passemos juntos. As outras duas, Júlia e Vanessa, nós as conhecemos aqui.
  É quase onze horas da noite. Elas já chegaram aqui em casa. Vamos sair com o carro da mãe de Vanessa. Entrando no carro, Franciélly diz:
-Demorou Vitor.
-Desculpa. Aonde nós vamos?
-Na Kiss.
-Não conheço.
-É uma boate bem legal.
  Minutos depois, nós chegamos na boate. Ela já tem bastante gente. Eu pergunto pra Franciélly:
-Tem show ao vivo?
-Aham.
-De quem?
-A primeira banda nem me lembro, mas a segunda é a Gurizada Fandangueira.
-Acho que eu conheço.
-Vamos lá.
  Entramos na festa, pegamos a nossa comanda e vamos até a pista. Estamos se divertindo bastante, aproveitando esse final de semana de descanso.
  O show da Gurizada Fandangueira começou. É um grupo bem legal, com músicas empolgantes.
  Num certo momento, algum deles acende um sinalizador. É bonito, mas fiquei preocupado. Está pegando no teto. Será que tem algum perigo? Mas pensei "Não, essa boate é segura".
  Vejo algumas pessoas correndo. Um dos meus colegas de sala passa por mim e diz:
-Vamos sair daqui! Está pegando fogo.
  Eu pego Franciélly pela mão e digo:
-Suba nas minhas costas.
-Por quê?
-Faça isso!
  Ela sobe e então digo para Vanessa:
-Precisamos sair daqui rápido. Vou te pegar no colo.
  Pego ela no colo e digo para Júlia:
-Fique abraçada em mim. Não solte de jeito nenhum. Está entendendo?
-Estou.
  Eu saio o mais rápido que posso. Está muito complicado, tem muitas pessoas na nossa frente. Toda essa força que eu estou fazendo é para me salvar, claro, mas principalmente para salvar as gurias. Se não fosse pela Franciélly, eu nem estaria estudando aqui. Foi ela que me deu apoio, que me ajudou nas horas que eu mais precisei. Eu preciso salvar-lá.
  A boate virou um inferno. Uma fumaça preta domina o ar. Eu já começo a tossir e me sinto sufocado. O ar está acabando. Precisamos sair logo daqui.
  Eu tento chegar na porta, mas é difícil. Vejo pessoas no chão sendo pisadas. Eu quero ajudar, mas não posso. Primeiro preciso tirar minhas amigas desse lugar.
  Com muita luta, consigo chegar na porta. Mas ainda não consigo sair. Tentando sair, alguém segura minha perna. Eu olho para baixo e vejo que é uma garota segurando minha perna. Ela fala:
-Me ajude....
  Isso me afeta demais. Eu não posso fazer nada. Eu preciso salvar as minhas amigas primeiro.
  Quase desmaiando, eu consigo sair da boate. Saio para a rua e solto Vanessa, Franciélly desce e Luiza se solta. Eu pergunto:
-Vocês estão bem?
-Estamos. Cof, Cof.
-Que bom. Eu preciso voltar lá para dentro.
-Você está louco? Não irá para lá não.   -Franciélly diz
-Preciso salvar uma garota. Já volto!
-Não Vitor!
  Eu preciso voltar para dentro. Aquela garota precisa de mim.
  Chegando na porta, eu não encontro ela. Fico procurando e alguns segundos depois, acho ela. Eu a pego no colo e levo para longe. Coloco a minha mão no coração dela e vejo que ainda está batendo. Chegando fora da boate, sinto uma tontura e caio no chão. Sinto que estou morrendo. As garotas se aproximam e eu digo:
-Veja se ela está viva ainda.
  Vanessa coloca a mão no coração dela e nada. Verifica o pulso dela e sente algo. Vanessa me diz:
-Ela ainda está viva.
-A leve para a ambulância.
-Mas e você?
-Faça isso. Meu último pedido.
-O quê?
-Vamos Vanessa! Cof, Cof, Cof.
  Ela finalmente faz o quê eu pedi. Ela leva a guria para a ambulância e socorrem ela. Eu falo para a Franciélly:
-Eu quero que você saiba uma coisa. Eu tinha preparado uma surpresa para você, então pegue do meu bolso.
-Mas...
-Vamos Fran!
  Ela pega o presente do meu bolso. Ela pergunta:
-Não me diga quê...
-É Fran. Eu iria te dar esse colar. E tenho mais uma coisa para dizer: Te amo! Cof, Cof, Cof, Co....f.
  Minha visão escurece. A última coisa que vejo é a Fran chorando e falando:
-Também te amo...

Dirigido por: Patrícia Farias

Escrito por: Rodrigo Naressi

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Especial STV: Anúncios

(Patrícia Farias) Oi amores. Hoje eu e boa parte da equipe do Séries TV  estamos reunidos para fazer alguns anúncios.

(Beatriz Magalhães) É isso mesmo pessoal. Teremos dois anúncios especiais para vocês.

(Rodrigo Naressi) Darei o primeiro anúncio. Em poucos dias, será lançado o site Spoiler STV. Após fazer muito sucesso no LifeSeries, o programa ganhará um site só para ele. Beatriz Magalhães, Juliana Medeiros e    Suellen Paz, nova contratada da Rede STV.

(Patrícia Farias) E a segunda novidade é o anúncio da nova minissérie do STV. A minissérie se chamará "Madrugada Dolorosa" e terá cinco relatos fictícios dos jovens presentes na tragédia da boate Kiss, em Santa Maria. Apesar de ser fictício, será baseada em fatos reais, conforme as informações dos sobreviventes. A minissérie irá estrear na segunda que vem, com cinco episódios, cinco relatos diferentes. A equipe será a seguinte:

PRODUTORES EXECUTIVOS

Rodrigo Naressi
Letícia Carvalho

COLABORADORES

Marcos Simões(Jornalista)
Arthur Dornelles(Amigo de Duas Vítimas da Tragédia)

DIRETORES

Rodrigo Naressi
Patrícia Farias
Milena Garcia

ROTEIRISTAS

Letícia Carvalho
Rodrigo Naressi
Patrícia Farias
Beatriz Magalhães
Flávia Scherer(Moradora de Santa Maria)

(Rodrigo Naressi) Agradeço especialmente ao Marcos Simões, jornalista de Santo Ângelo que está cobrindo essa tragédia e aceitou o convite de nos ajudar dando alguns detalhes, também agradeço ao Arthur Dornelles, amigo de Letícia, que aceitou o convite de colaborar também. Duas das vítimas do incêndio eram amigas dele. Obrigado por esse momento de dor, você possa nos ajudar. E agradeço a Flávia Scherer, amiga minha que mora em Santa Maria e cursa a faculdade de Ciências Contábeis na UFSM. Ela irá escrever um episódio. Obrigado amiga.

(Letícia Carvalho) É isso que queríamos falar. Mais detalhes no Facebook do STV.