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segunda-feira, 4 de março de 2013

The Walking Dead: A Ascensão do Governador: Capítulo 1 - Series Premiere - 1x1


Um pensamento passa pela cabeça de Brian Blake enquanto ele se encolhe na escuridão bolorenta, o terror sufocando o peito e a dor latejante nos joelhos: se ele tivesse um segundo par de mãos, poderia pelo menos cobrir os próprios ouvidos e talvez bloquear o som das cabeças humanas sendo partidas. Infelizmente, as únicas mãos que Brian possui estão ocupadas no momento, cobrindo os ouvidos de uma menininha ao seu lado no armário.
  Ela tem 7 anos e está tremendo nos braços dele, se encolhendo a cada vez que ouve os sons intermitentes de PÉIM-GAHHH-TUM do lado de fora. Então vem o silêncio, interrompido apenas pelo som grudento de botas sobre o chão de cerâmica ensanguentado e uma enxurrada de sussurros raivosos no vestíbulo.
  Brian tosse de novo. Não tem como evitar. Ele luta contra esse maldito resfriado há alguns dias, uma dor incessante nas juntas e nas maçãs do rosto da qual não consegue se livrar. Com ele, acontece sempre no outono, quando os dias na Geórgia começam a ficar mais úmidos e sombrios. A umidade penetra os ossos, consome a energia dele e dificulta a respiração. E agora Brian ainda sente uma rajada de calafrios toda vez que tosse.
  Curvando-se com mais uma saraivada de tosses ritmadas típicas dos asmáticos, ele mantém as mãos sobre as orelhas de Penny. Brian sabe que os sons que emana estão chamando todo tipo de atenção do lado de fora do armário, a casa está na mais completa confusão, mas não tem nada que ele possa fazer. Ele vê pequenos feixes de luz a cada tosse, como se fossem filigranas de fogos de artifício cruzando as pupilas cegas.
  O armário - que tem pouco mais de um metro de largura e talvez um metro de profundidade - é tão escuro quanto um tinteiro e fede a naftalina, cocô de rato e madeira antiga. Invólucros de plástico, cobrindo ternos e casacos, estão pendurados na escuridão, roçando o rosto de Brian. O irmão mais novo dele, Philip, disse que não tinha problema tossir no armário. Aliás, Brian poderia muito bem tossir a plenos pulmões, e acabar atraindo os monstros, mas o fato é que ele não podia passar aquela maldita gripe para a filhinha de Philip. Porque, se isso acontecesse, Philip quebraria a cabeça do irmão.
  O surto de tosse passa.
  Momentos mais tarde, mais uma série de passos irregulares interrompe o silêncio do lado de fora do armário: é mais um morto entrando na zona de guerra. Brian aperta as orelhas de Penny com mais força e a menina estremece diante de mais uma performance de "Cabeça partida" em ré menor.
  Se lhe pedissem para descrever que merda estava acontecendo fora do armário, Brian Blake provavelmente voltaria ao tempo de dono de uma loja de discos falida e diria que o som dos crânios sendo rachados parecia uma sinfonia de percussão que poderia estar tocando no inferno - como um trecho meio louco de uma composição de Edgard Varèse ou um solo de bateria de John Bonham drogado -, com rimas e refrões repetitivos: a respiração ofegante dos seres humanos... os passos arrastados de mais um cadáver em movimento... o silvo agudo de um machado... o som grave do metal penetrando a carne...
  ...e, por fim, o grand finale, o splash de um peso molhado desfalecendo no piso de madeira grudento.
  Uma nova interrupção faz um calafrio percorrer a espinha de Brian. O silêncio volta a tomar conta do ambiente. Com os olhos acostumados à escuridão, Brian vê o primeiro brilho do sangue arterial espesso passando por debaixo da porta. Parece óleo de carro. Suavemente, ele afasta a sobrinha da poça que vai se formando, puxando-a para junto das botas e dos guarda-chuvas encostados na parede.
  A bainha do pequeno vestido jeans de Penny toca o sangue. Imediatamente ela puxa o tecido e esfrega a mancha com força, como se a simples absorção do sangue pudesse, de alguma maneira, infectá-la. Mais um surto de tosse faz Brian se curvar. Ele o segura. Engole em seco como se a garganta inflamada estivesse cheia de cacos de vidro e abraça completamente a menininha. Ele não sabe o que fazer, nem o que dizer. Quer ajudar a sobrinha. Quer sussurrar alguma coisa que passe segurança para ela, mas não consegue pensar em nada que possa inspirar confiança.
  O pai dela é quem saberia o que dizer. Philip saberia. Ele sempre sabe o que falar. Philip Blake é o tipo do cara que diz as coisas que os outros gostariam de ter dito. Fala o que precisa ser falado e faz o que precisa ser feito. Como agora. Ele está lá fora com Bobby e Nick, fazendo o que tem que ser feito... enquanto Brian está escondido na escuridão como um coelho assustado, desejando saber o que falar para a sobrinha.

Escrito por: Robert Kirkman & Jay Bonansinga

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Life of Andrew Mitchell- Piloto - Series Premiere - 1x1 (Reprise)


A vida de Andrew Mitchell é baseado em quatro coisas. Dinheiro, bebida, drogas e principalmente mulheres. Ele é um grande garanhão de Nova York.
  Ele é um homem de negócios, é chefe de uma grande empresa de investimentos em Nova York. È um grande empresário, respeitado por muitas pessoas.
  Mora numa mansão, num bairro muito nobre em Nova York. Ele é solteiro, não tem filhos, nem ex-esposas, nem nada. Ele sempre foi solteiro. Nunca namorou na vida.
  Mesmo com seus 33 anos, ele bebe muito, se droga e transa com diversas mulheres. Ele nunca se cansa. Sempre está fazendo tudo isso com a maior tranquilidade.
  Ele é garanhão desse jeito desde os 15 anos. A partir da aí começou a virar esse homem que é até agora.
  Num dia normal, Andrew vai até o seu trabalho e chegando lá, uma pessoa começa a gritar seu nome. Ela se aproxima e diz:
-Oi Andrew. Se lembra de mim?
  Ele começa a pensar, mas não consegue se lembrar dela. Ele diz:
-Desculpe, mas não me lembro de você.
-Sou eu, a Maya Hastings. Somos amigos de infância.
-Ah, claro. Desculpe Maya, é que faz tanto tempo.
-Pois é. Como você vai?
-Bem e você?
-Bem também. Então é chefe dessa empresa?
-Sim, como sabe?
-Sua mãe me contou.
-Conversou com ela?
-Sim, eu queria saber onde você estava.
-Hum. Que tal ir de noite lá em casa?
-Seria ótimo.
-Combinado. Você está morando aonde?
  Então Maya dá o endereço da casa dela para Andrew e ele diz que vai mandar a limusine até lá, as 20:00. E depois de se despedir, vai ir trabalhar.
  De noite, Andrew manda a limusine ir pegar ela. Algum tempo depois, chega ela na mansão. Ela entra e o mordomo vem avisar Andrew. Ela está linda, com um vestido prateado, longo, batom vermelho, está espetacular. Ela entra e Andrew diz:
-Você está linda Maya.
-Obrigado. Você também está.
-Obrigado.
  Eles conversam e jantam.Depois de tomarem um pouco,Andrew diz para ela:
-Que tal irmos lá pra cima,Maya?
-Seria ótimo.
  Então Andrew leva Maya para seu quarto e começam a se beijar. Ele deita ela na cama, e devargarinho vai tirando a roupa dela. E tira a sua também. Ele fica só de cueca e ela só de lingerie.
  Com mais beijos, Andrew vai calmamente tirando o sutiã de Maya. E começa a chupar o bico dos peitos. Depois se encaminha até a vagina. Ela começa a chupar o clitóris dela. Ela geme bem baixinho.
  Depois ele pega a camisinha que está na gaveta e coloca no seu pênis. E então começa a transar com Maya. Enfia o pênis bem devargarinho na vagina dela e começa a meter. Ele começa devargarinho, mas depois começa a meter rápido. Ela continua gemendo baixinho, ela não é de gemer alto.
  Depois de transarem em umas posições, Andrew acaba gozando. Ele pega, tira a camisinha, amarra e joga fora e diz para Maya:
-Você é perfeita Maya.
-Que nada, você que é demais na cama.
  Depois eles acabam dormindo lá. Maya está cansada, mas Andrew não. Ele tem 33 anos, mas seu físico é de um adolescente.
  No dia seguinte, ele se acorda e vai ao seu trabalho. Ela fica dormindo em sua casa. Ele diz para o mordomo:
-Pete, faça um bonito café da manhã e leve para Maya.
-Ok patrão. Já estou acostumado a fazer isso.
-È mesmo, faça do jeitinho que você faz sempre.
-Ok senhor.
  Andrew Mitchell é um grande pegador.

Escrito por: Rodrigo Naressi

Meu Querido Diário - Piloto - Series Premiere - 1x1 (Reprise)


Meu nome é Aline Magalhães. Eu tenho 13 anos, estou na sétima série do ensino fundamental, moro em Santiago, no Rio Grande do Sul. Gosto muito de conversar com meus amigos e amigas, gosto de ir em festas, gosto de computador, etc. Eu moro num apartamento situado num bairro bom daqui de Santiago. Eu gosto de variados estilos musicais. Meu cantor favorito é o Justin Bieber. Minha cantora favorita é a Rihanna. E minha banda favorita é o Fresno. O meu maior vício e hobbie é escrever no meu diário. Eu escrevo dia e noite dele. Tudo que eu ler, tudo que eu pensar, tudo que me acontece, emfim. Tudo vai até meu diário. Eu levo ele para todo lugar e não deixo ninguém ler.
  Minha melhor amiga é a Helena Pereira. Nós passemos, passamos e vamos passar por muita coisa nessa vida. Ela está sempre ao meu lado e eu no lado dela. Nós somos inseparáveis. Eu conheci ela na quinta série, e nós fiquemos de dupla num trabalho de Ciências. Então começamos a conversar e viramos melhores amigas.
  Meu melhor amigo é o Eduardo Prado. Nós conversamos muito, ele é sempre fofo comigo. Eu conheço ele desde o ano passado e ele veio pra me paquerar e acabei ficando com ele. Mas foi só uma vez. Depois disso, viremos muito amigos. Ele sempre me consola nas horas difíceis, me ajuda, comemora junto comigo nas horas boas, emfim uma maravilhoso amigo.
  Agora eu estou em casa. São 6 e 15 da tarde. Estou mexendo na internet, falando com meus amigos pelo MSN. Eles querem combinar da sair hoje, ir tomar um sorvete no centro. Eu não estou muito afim de sair, mas vou ir com eles. Senão eles podem ficar brabos comigo.
  Nós combinamos de se encontrar na frente da casa da Helena, que fica cinco quadras da minha casa. Eu coloco uma roupinha melhor, arrumo meu cabelo, pego minha bolsa e me encaminho até lá.
  Alguns minutos depois, eu chego lá e estão os dois lá. Eu digo:
-Oi Helena, oi Eduardo.
  Eles também me dizem oi e então se encaminhamos até o centro. Ele não fica longe. No caminho nós conversamos sobre o colégio, sobre a tv, sobre os namoros, etc. Um monte de coisa.
  Chegando lá, nós vamos até o balcão e pedimos três casquinhas. Depois vamos andar pelo calçadão. Hoje não está movimentado o centro, tem poucas pessoas circulando. Mas mesmo assim nós encontramos amigos nossos, conhecidos ou que estudam na nossa escola. Eu, a Helena e o Eduardo estudamos na escola Lucas Araújo, uma escola de ensino fundamental. Somos bem felizes lá, temos nossos amigos, somos bem tratados por todos, emfim. Gostamos daquela escola.
  Então depois de passearmos um pouco, vamos todos embora. Eu me despeço deles e vou pra casa. Lá minha mãe já começa a me encher o saco. Ela pergunta sempre se eu já fiz minhas tarefas. Eu digo que não e ela me manda fazer. Sempre é assim. Mas agora que eu estou na sétima série, ela me cobra mais. Mesmo estando apenas no primeiro mês de aula.
  Eu faço minhas tarefas, fico no computador mais um pouco, tomo banho e vou olhar tv. Eu fico olhando até umas 23:30 e vou dormir. Tenho que acordar as 6:30 da manhã. Eu tenho que tomar banho, fazer chapinha, etc. Eu saio de casa umas 7 e 10, e fico esperando Helena na esquina de uma rua. Essa rua fica duas quadras da minha casa. E depois subimos mais um pouco e passamos na casa do Eduardo. O sinal toca no colégio as 7:45, nós chegamos lá umas 7:40. È díficil nós se atrasar. Muito raramente isso acontece.
  Eu me acordo no outro dia, escovo os dentes, vou tomar banho, me arrumo, faço chapinha, pego minha mochila, pego minha bolsa e vou para o colégio. Espero a minha amiga e subimos até a casa do Eduardo. Depois cheguemos no colégio e ficamos comversando um pouco e depois vamos até nossas salas de aula. Eu sou da 71, a Helena da 72 e o Eduardo da 82.
  Na sala de aula, eu costumo falar com todo mundo. Me dou bem com todos da sala. Me relaciono com todos, pelo jeito todos gostam de mim. Não sei se tem alguém que não gosta de mim.
  No segundo período, eu estou copiando a matéria e a coordenadora vai na sala e diz:
-Com licença professora, eu quero falar com a Aline.
  Eu fico pensando "o que ela quer falar comigo". A professora autoriza e eu acompanho a coordenadora. Ela me leva até a vice-direção e diz:
-Precisamos falar contigo Aline.
  Eu já penso no pior sempre. Eu pergunto:
-O que aconteceu?
-È o seguinte. Nós iremos organizar uma peça teatral aqui na escola. E queremos sua ajuda para organizar.
-Ufa, pensei que fosse algo ruim.
-Você sempre pensa que é algo ruim.
-É.
-Então vai nos ajudar?
-Vou sim.
-Òtimo. Te avisarei das novidades.
-Ok.
  E depois no fim da aula, fui embora com meus amigos e contei a novidade para eles. Eles ficaram empolgados, querendo participar. Eu disse que aviso eles sobre a peça.
  È isso meu querido diário. Essa é minha vida. Vou usar muitas folhas de você. HeHe.

Escrito por: Rodrigo Naressi

Estética: Piloto - Series Premiere - 1x1 (Reprise)


Sean: não se assuste, é uma simples cirurgia. Não há riscos.
Vanessa: eu sei doutor, só que tudo nessa vida, há riscos.
Sean: tudo menos essa cirurgia, agora se acalme.
(injeta a anestesia)
Christian: sou o seu novo assistente, pretendo ser bom, na profissão que vou exercer aqui.
Sean: tenho certeza que sim. Essa cirurgia é para remodelar o nariz.
Christian: então deveríamos quebrar o nariz, e depois remodelar ele como a paciente pediu.
Sean: se eu fosse um cirurgião normal, eu faria isso. Mas como não sou eu faço diferente.
Christian: mas isso não é contra lei?
Sean: contra lei, é deixar o paciente ser triste por causa de uma deformação no rosto. As pessoas que vem aqui não querem ser Bonitas, elas querem mais, querem ser perfeita, nem que custe a vida delas. A beleza é mais importante. E outras coisa, eu trabalho desse jeito, se não concordas, pode indo embora.
Christian: Há anos venho transformando pessoas, mas hoje eu me transformo.
Sean: ótimo, vamos começar... Passe-me os equipamentos.
Christian: aqui estão (entrega)
Sean: ela estará dormindo, por 2 horas a cirurgia vai demorar 3 horas, então ela sentirá por uma hora a cirurgia.
Christian: não seria melhor, aplicarmos outra anestesia?
Sean: Lembra o que eu te falei, quem dar as ordens aqui sou eu: Sean, e qualquer coisa a porta está ali (aponta)
Christian: desculpe.
2 horas depois...
Vanessa: o que está acontecendo, onde estou?
Christian: o que você colocou na anestesia?
Sean: um produto químico, que faz a pessoas esquecer-se de tudo.
Christian: menina serve de consolo a você, querida, você não é a primeira a receber essa cirurgia, mas olhe pelo lado bom, tinhas um belo nariz.
(Sean coloca uma injeção no nariz de Vanessa, e o aparelho de pressão arterial começa apitar)
Christian: o conteúdo químico dessa injeção, ao contato com o sangue poderia ter infectado, assim parando o coração.
(Sean começa a fazer pressão em seu coração)
Sean: ajude-me, tenho família para criar.
Christian: não, claro que não, você que fez isso, agora aguente.
Sean: ela morreu, ela morreu (desespera)
Christian: é isso que dá.
Sean: nem me importo com a morte, ela não queria ser perfeita? Então, ela não iria ficar, mas para os mortos ela está ainda atraente.
Christian: isso é necrofilia.
Sean: não, eu não tenho atração por ela, os mortos têm (risos)
Christian: como pode ser tão frio?
Sean: talvez eu seja um vampiro?
Christian: não estou de brincadeira, eu estou me demitindo.
Sean: você não pode se demitir.
Christian: claro que posso, e ainda por cima vou contar aos detetives.
Sean: conte, é a sua palavra contra a minha, eu sou um cirurgião rico, famoso, e quem você é? Perto de mim, uma poeira.
Christian: A Justiça pode pecar nesse quesito, mas eu sei que os investigadores não.
Sean: poderias me dar licença? Estás poluindo o meu consultório.
Christian: não fico mais nenhum tempo aqui. (sai)
(entra Julia)
Julia: esse homem saiu, muito bravo (grita) O que é isso em sua maca?
Sean: uma mulher morta.
Julia: você matou uma mulher?
Sean: não, claro que não, ela morreu sozinha.
Julia: Sean olha o que você faz, isso não é um ato de um pai!
Sean: pai, não sou pai.
Julia: eu estou grávida, de gêmeos... E você mata uma mulher, bem quando eu ia te contar.
Sean: como eu poderia, imaginar? Mas ninguém vai saber.
Julia: como não, aquele homem que saiu às pragas daqui, participou da cirurgia, eu sei.
Sean: mas ele não vai contar!
Julia: como não, ele vai sim, tenho certeza.
Sean: Julia acalme-se vai fazer mal ao bebê.
Julia: poderias ter pensado isso, antes de matar aquela pessoa.
Sean: Julia, vamos para casa, tenho mais cirurgias amanhã.

Escrito por: Wesley Mees

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Participation in Special- Pilot/Supernatural - Series Premiere - 1x1 (Reprise)


Rodrigo Naressi é um viciado por séries. Ele tem um blog sobre séries, olha muitas séries e faz download de muitas séries também.
  Um dia, ele está andando tranquilamente na rua, e um homem vem falar com ele. Um homem já velho, cabelos grisalhos, usando óculos e alto. Ele pergunta:
-Você é o Rodrigo Naressi?
-Sim. Porquê?
-Venha comigo.
  O velho vai andando e Rodrigo pergunta:
-Quem é você?
-Meu nome é Ashton Gibson.
-È americano?
-Aham. Nasci lá, mas moro aqui no Brasil faz anos.
-E como você me conhece?
-Bem, é uma longa história.
  Ashton conta tudo que conheceu Rodrigo Naressi pelo blog que ele tem, e que quer falar com ele. Rodrigo pergunta:
-Mas aonde estamos indo?
-Ao meu laboratório. Não se preocupe.
  Depois de andar um bocado, ambos chegam no tal laboratório. Tem muita coisa e é bem grande. Rodrigo pergunta:
-Mas o que eu tenho a ver com isso?
-È que eu escolhi você para fazer uma coisa.
-Que coisa?
  Ashton fica quieto e depois de um tempo andando, ele para. Ashton para em alguma coisa que está tapada com um grande lençol em cima e diz:
-Para testar isso!
  Ashton puxa o lençol e então Rodrigo vê uma grande máquina, com uma forma redonda. Rodrigo pergunta:
-O que é isso?
-È uma máquina que eu fiz há pouco tempo.
-E para quê serve?
-Serve para ir em qualquer série do mundo.
  Rodrigo começa a dar risada e diz:
-Muito engraçado.
  Ashton sério diz:
-È verdade.
-Sei.
-Então você quer testar?
-Pode ser. Não vai dar certo mesmo.
-Vai sim.
  Antes da viajem, Ashton dá instruções para Rodrigo:
-Bem, a máquina funciona assim. Eu irei no painel de controle e colocarei a série que você irá viajar.
-Que bobagem.
-Deixa eu terminar. Então você irá ficar na frente da máquina. Eu a ligo e então irá aparecer um portal. Você terá que pular nesse portal e você irá se teletransportar para essa série.
-Vou fingir que acredito. Mas e qualquer série?
-Sim. Tem detalhes. Você não se lembrará dessa série e nem da sua vida. Você viverá a vida do personagem. E na série, não vai ter atores, gravações e tudo mais. Você viverá no mundo da série com os personagens da série.
-È mesmo?
-Sim.
-Mas que personagem eu seria?
-Você será você em toda série que ir. Além de não se lembrar da sua vida real, você se comunicará falando inglês, é claro. E não saberá falar português.
-Interessante. E o tempo na vida real irá parar enquanto eu estiver lá?
-Sim .Quando você sair desse mundo, o tempo para. Quando você voltar, volta onde você saiu.
  Para terminar, Ashton diz:
-E antes de ir a qualquer série, você pode pedir uma coisa para ter na série que você não tem na vida real. E terá 20 anos.
  Agora é só se preparar para ver se essa bizarrice funciona de verdade.

Escrito por: Rodrigo Naressi

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Madrugada Dolorosa - Piloto - Series Premiere - 1x1 (Reprise)


Foi uma semana longa. Passei a semana inteira estudando, me dedicando aos estudos. Estou cursando Agronomia, um sonho meu. Ganhei uma bolsa na UFSM, estou muito feliz. Já estou no 2° semestre.
  Finalmente chegou o fim de semana. Hoje é sábado, então eu e minhas amigas iremos se divertir. Uma deles é muito minha amiga, ela se chama Franciélly e veio comigo junto para cá. Nós somos amigos faz anos, passemos juntos. As outras duas, Júlia e Vanessa, nós as conhecemos aqui.
  É quase onze horas da noite. Elas já chegaram aqui em casa. Vamos sair com o carro da mãe de Vanessa. Entrando no carro, Franciélly diz:
-Demorou Vitor.
-Desculpa. Aonde nós vamos?
-Na Kiss.
-Não conheço.
-É uma boate bem legal.
  Minutos depois, nós chegamos na boate. Ela já tem bastante gente. Eu pergunto pra Franciélly:
-Tem show ao vivo?
-Aham.
-De quem?
-A primeira banda nem me lembro, mas a segunda é a Gurizada Fandangueira.
-Acho que eu conheço.
-Vamos lá.
  Entramos na festa, pegamos a nossa comanda e vamos até a pista. Estamos se divertindo bastante, aproveitando esse final de semana de descanso.
  O show da Gurizada Fandangueira começou. É um grupo bem legal, com músicas empolgantes.
  Num certo momento, algum deles acende um sinalizador. É bonito, mas fiquei preocupado. Está pegando no teto. Será que tem algum perigo? Mas pensei "Não, essa boate é segura".
  Vejo algumas pessoas correndo. Um dos meus colegas de sala passa por mim e diz:
-Vamos sair daqui! Está pegando fogo.
  Eu pego Franciélly pela mão e digo:
-Suba nas minhas costas.
-Por quê?
-Faça isso!
  Ela sobe e então digo para Vanessa:
-Precisamos sair daqui rápido. Vou te pegar no colo.
  Pego ela no colo e digo para Júlia:
-Fique abraçada em mim. Não solte de jeito nenhum. Está entendendo?
-Estou.
  Eu saio o mais rápido que posso. Está muito complicado, tem muitas pessoas na nossa frente. Toda essa força que eu estou fazendo é para me salvar, claro, mas principalmente para salvar as gurias. Se não fosse pela Franciélly, eu nem estaria estudando aqui. Foi ela que me deu apoio, que me ajudou nas horas que eu mais precisei. Eu preciso salvar-lá.
  A boate virou um inferno. Uma fumaça preta domina o ar. Eu já começo a tossir e me sinto sufocado. O ar está acabando. Precisamos sair logo daqui.
  Eu tento chegar na porta, mas é difícil. Vejo pessoas no chão sendo pisadas. Eu quero ajudar, mas não posso. Primeiro preciso tirar minhas amigas desse lugar.
  Com muita luta, consigo chegar na porta. Mas ainda não consigo sair. Tentando sair, alguém segura minha perna. Eu olho para baixo e vejo que é uma garota segurando minha perna. Ela fala:
-Me ajude....
  Isso me afeta demais. Eu não posso fazer nada. Eu preciso salvar as minhas amigas primeiro.
  Quase desmaiando, eu consigo sair da boate. Saio para a rua e solto Vanessa, Franciélly desce e Luiza se solta. Eu pergunto:
-Vocês estão bem?
-Estamos. Cof, Cof.
-Que bom. Eu preciso voltar lá para dentro.
-Você está louco? Não irá para lá não.   -Franciélly diz
-Preciso salvar uma garota. Já volto!
-Não Vitor!
  Eu preciso voltar para dentro. Aquela garota precisa de mim.
  Chegando na porta, eu não encontro ela. Fico procurando e alguns segundos depois, acho ela. Eu a pego no colo e levo para longe. Coloco a minha mão no coração dela e vejo que ainda está batendo. Chegando fora da boate, sinto uma tontura e caio no chão. Sinto que estou morrendo. As garotas se aproximam e eu digo:
-Veja se ela está viva ainda.
  Vanessa coloca a mão no coração dela e nada. Verifica o pulso dela e sente algo. Vanessa me diz:
-Ela ainda está viva.
-A leve para a ambulância.
-Mas e você?
-Faça isso. Meu último pedido.
-O quê?
-Vamos Vanessa! Cof, Cof, Cof.
  Ela finalmente faz o quê eu pedi. Ela leva a guria para a ambulância e socorrem ela. Eu falo para a Franciélly:
-Eu quero que você saiba uma coisa. Eu tinha preparado uma surpresa para você, então pegue do meu bolso.
-Mas...
-Vamos Fran!
  Ela pega o presente do meu bolso. Ela pergunta:
-Não me diga quê...
-É Fran. Eu iria te dar esse colar. E tenho mais uma coisa para dizer: Te amo! Cof, Cof, Cof, Co....f.
  Minha visão escurece. A última coisa que vejo é a Fran chorando e falando:
-Também te amo...

Dirigido por: Patrícia Farias

Escrito por: Rodrigo Naressi

Madrugada Dolorosa - Piloto - Series Premiere - 1x1


Foi uma semana longa. Passei a semana inteira estudando, me dedicando aos estudos. Estou cursando Agronomia, um sonho meu. Ganhei uma bolsa na UFSM, estou muito feliz. Já estou no 2° semestre.
  Finalmente chegou o fim de semana. Hoje é sábado, então eu e minhas amigas iremos se divertir. Uma deles é muito minha amiga, ela se chama Franciélly e veio comigo junto para cá. Nós somos amigos faz anos, passemos juntos. As outras duas, Júlia e Vanessa, nós as conhecemos aqui.
  É quase onze horas da noite. Elas já chegaram aqui em casa. Vamos sair com o carro da mãe de Vanessa. Entrando no carro, Franciélly diz:
-Demorou Vitor.
-Desculpa. Aonde nós vamos?
-Na Kiss.
-Não conheço.
-É uma boate bem legal.
  Minutos depois, nós chegamos na boate. Ela já tem bastante gente. Eu pergunto pra Franciélly:
-Tem show ao vivo?
-Aham.
-De quem?
-A primeira banda nem me lembro, mas a segunda é a Gurizada Fandangueira.
-Acho que eu conheço.
-Vamos lá.
  Entramos na festa, pegamos a nossa comanda e vamos até a pista. Estamos se divertindo bastante, aproveitando esse final de semana de descanso.
  O show da Gurizada Fandangueira começou. É um grupo bem legal, com músicas empolgantes.
  Num certo momento, algum deles acende um sinalizador. É bonito, mas fiquei preocupado. Está pegando no teto. Será que tem algum perigo? Mas pensei "Não, essa boate é segura".
  Vejo algumas pessoas correndo. Um dos meus colegas de sala passa por mim e diz:
-Vamos sair daqui! Está pegando fogo.
  Eu pego Franciélly pela mão e digo:
-Suba nas minhas costas.
-Por quê?
-Faça isso!
  Ela sobe e então digo para Vanessa:
-Precisamos sair daqui rápido. Vou te pegar no colo.
  Pego ela no colo e digo para Júlia:
-Fique abraçada em mim. Não solte de jeito nenhum. Está entendendo?
-Estou.
  Eu saio o mais rápido que posso. Está muito complicado, tem muitas pessoas na nossa frente. Toda essa força que eu estou fazendo é para me salvar, claro, mas principalmente para salvar as gurias. Se não fosse pela Franciélly, eu nem estaria estudando aqui. Foi ela que me deu apoio, que me ajudou nas horas que eu mais precisei. Eu preciso salvar-lá.
  A boate virou um inferno. Uma fumaça preta domina o ar. Eu já começo a tossir e me sinto sufocado. O ar está acabando. Precisamos sair logo daqui.
  Eu tento chegar na porta, mas é difícil. Vejo pessoas no chão sendo pisadas. Eu quero ajudar, mas não posso. Primeiro preciso tirar minhas amigas desse lugar.
  Com muita luta, consigo chegar na porta. Mas ainda não consigo sair. Tentando sair, alguém segura minha perna. Eu olho para baixo e vejo que é uma garota segurando minha perna. Ela fala:
-Me ajude....
  Isso me afeta demais. Eu não posso fazer nada. Eu preciso salvar as minhas amigas primeiro.
  Quase desmaiando, eu consigo sair da boate. Saio para a rua e solto Vanessa, Franciélly desce e Luiza se solta. Eu pergunto:
-Vocês estão bem?
-Estamos. Cof, Cof.
-Que bom. Eu preciso voltar lá para dentro.
-Você está louco? Não irá para lá não.   -Franciélly diz
-Preciso salvar uma garota. Já volto!
-Não Vitor!
  Eu preciso voltar para dentro. Aquela garota precisa de mim.
  Chegando na porta, eu não encontro ela. Fico procurando e alguns segundos depois, acho ela. Eu a pego no colo e levo para longe. Coloco a minha mão no coração dela e vejo que ainda está batendo. Chegando fora da boate, sinto uma tontura e caio no chão. Sinto que estou morrendo. As garotas se aproximam e eu digo:
-Veja se ela está viva ainda.
  Vanessa coloca a mão no coração dela e nada. Verifica o pulso dela e sente algo. Vanessa me diz:
-Ela ainda está viva.
-A leve para a ambulância.
-Mas e você?
-Faça isso. Meu último pedido.
-O quê?
-Vamos Vanessa! Cof, Cof, Cof.
  Ela finalmente faz o quê eu pedi. Ela leva a guria para a ambulância e socorrem ela. Eu falo para a Franciélly:
-Eu quero que você saiba uma coisa. Eu tinha preparado uma surpresa para você, então pegue do meu bolso.
-Mas...
-Vamos Fran!
  Ela pega o presente do meu bolso. Ela pergunta:
-Não me diga quê...
-É Fran. Eu iria te dar esse colar. E tenho mais uma coisa para dizer: Te amo! Cof, Cof, Cof, Co....f.
  Minha visão escurece. A última coisa que vejo é a Fran chorando e falando:
-Também te amo...

Dirigido por: Patrícia Farias

Escrito por: Rodrigo Naressi

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Seth: Piloto - Series Premiere - 1x1 (Reprise)


 Após a saga da vila da Estrela ser terminada, Naruto tem um descanso. Ele está andando pela vila normalmente e é intimado para ir até a sala de Tsunade.
  Ele chega lá e se depara com Inuzuka Kiba e Hyuuga Hinata. Ele pergunta:
-O que foi, Tsunade oba-chan?
  Tsunade começa a dar a ordem:
-Você, Inuzuka Kiba e Hyuuga HInata irão ser mandados para a País da Chuva. Lá vocês terão que pegar uma amostra de uma água misteriosa que começou a aparecer. Porém é muito difícil de achar. Quando acharem, pegue uma amostra e volta para a vila. Podem ir.
  Todos entendem e após se arrumarem partem para o seu destino.
  Após algum tempo de viajem, Naruto, Kiba e Hinata entram numa floresta para chegarem ao destino. Eles vão indo e num momento se deparam com uma casa no meio da floresta.
  Hinata avisa Kiba e Naruto:
-Tem uma casa em frente.
  Kiba pergunta:
-O que você vê?
-Apenas uma casa.
-È perigoso se aproximar?
-Acho que não.
-Então vamos.
  Os três se aproximam da casa e Naruto acaba tropeçando em um fio. Ele cai e diz:
-Droga! Que fio é esse?
  Então Kiba pula em cima de Naruto, fazendo ele cair. Inúmeras shurikens e kunais são disparadas. Hinata então diz:
-Está vindo mais. Se escondem.
  Os três se escondem em árvores e ninguém é atingido. Vendo que parou, eles voltam ao lugar onde estavam. Naruto pergunta:
-O quê foi isso?
  Hinata responde:
-Alguém deve morar nesse casa. E montou todas essas armadilhas.
  Eis que aparece alguém. Um garoto da mesma idade que eles, cabelo preto indo até quase o ombro e tapando toda a testa, olhos azuis, bonito, com uma camisa branca com uma grande chama estampando a camisa, e um casaco preto. Também está com uma calça preta com detalhes vermelhos e tênis normais. Ele então pergunta:
-Quem são vocês?
  Naruto responde:
-Somos de Konoha. Estamos indo até o País da Chuva.
-Konoha né?
-E quem é você?
-Eu sou quem vai derrotá-los.
  Nisso o garoto avança em Kiba, Hinata e Naruto jogando algumas kunais e shurikens. Ele se aproxima de Naruto e usa o ninjutsu Katon no Jutsu. Naruto se desvia e então o garoto recua.
  Então o garoto se aproxima mais uma vez e usa o ninjutsu Jagei Jubaku. Com uma cobra saindo de sua mão, ele consegue pegar Kiba. Então puxa Kiba para si e dá um grande soco nele. Ele voa longe.
  Akamaru ataca o garoto porém o garoto usa o taijutsu próprio Daburu Panchi. Esse taijutsu se consiste em o usuário dar um chute no adversário fazendo ele ir para cima. Então o usuário aparece em cima do usuário. Ele junta as mãos e dá um soco poderoso.
  Então Hinata tenta se aproximar do garoto. Ele pensa:
-Ela se baseia no taijutsu. Não posso deixar ela se aproximar.
  O garoto então usa o genjutsu Kanashibari no Jutsu. Fazendo com que Hinata fique paralisada. Hinata diz:
-Parece que estou amarrada por cordas de aço.
  O garoto diz:
-Haha. Isso mesmo.
  Ele então joga algumas kunais na garota, porém Naruto barra os ataques. Naruto grita:
-Você vai ver!
  Naruto faz cinco kage bunshins e ataca o garoto. Ele derrota os kage bunshin, porém é atacado de surpresa pelo Naruto original de cima. Ele não consegue se desviar é Naruto derrota o inimigo.
  Ele permanece do chão e Hinata se livra do genjutsu. Kiba e Akamaru também já se recuperam.
  Mas quem é esse garoto?

Escrito por: Rodrigo Naressi

domingo, 27 de janeiro de 2013

Errantes- Piloto - Series Premiere - 1x1 (Reprise)


Estamos no ano de 2011. Tudo ocorre normalmente no mundo, e assim como para a maioria da população, é apenas mais um dia de trabalho para o Dr.Shane James, que está á desenvolver um vírus. Com a ajuda de seu assistente, David Squier, as pesquisas e aprimoramentos para que haja sucesso em sua criação estão prestes a terminar.
  Já se foram semanas e semanas de trabalho em laboratório, tudo para se conseguir desenvolver por completo o vírus que ainda não está finalizado.
Em um breve momento ,David pergunta para Shane:
-Como anda a evolução do vírus? Acha que conseguiremos?
-A evolução é visível, quanto a conseguir creio que sim, mas isso só o tempo dirá.
  O vírus é chama-se Virus Lowster-Rarton ou simplesmente Virus-LR. Ele age da seguinte forma: instala-se no cerebro da pessoa, e assim se infiltra no sistema espalhando-se pelo corpo e em pouco tempo é capaz de controla-la. Desta forma provocando um breve desmaio.
 Enquanto estiver desacordada, a pessoa é capaz de ver o que está acontecendo, mas sem ser capaz de tomar o controle de seu corpo. Na verdade seus órgãos já entraram em falência total, a pessoa está parcialmente morta, e com o decorrer do tempo o mesmo acontecerá dando origem a verdadeiros mortos vivos, ou se preferir, Zumbis.
A partir dai começa uma insaciável busca por alimento, e sua fome por carne aumenta cada vez mais.
 Esse vírus foi uma idéia de Shane e está sendo apoiado pelo governo dos Estados Unidos depois da conversa do Presidente Alec Farrow  com o Presidente do laboratório O'Brian, que fechou um acordo que apoiaria a criação e o desenvolvimento do vírus.
  Claro, que isso é tudo em segredo, nada deveria sair do laboratório, nem mesmo comentários de sua possível existência. As razões de o presidente Farrow apoiar esse vírus,ainda não foram reveladas.
  Como sendo um ótimo conhecedor de vírus e infecções,o Dr.Shane James foi o escolhido para comandar toda a operação. E escolheu David Squier como seu principal assistente.
  Depois de meses de desenvolvimento e pesquisas incessante em busca da perfeição, o presidente Farrow retorna para o laboratório para saber como anda o processo. Ele Pergunta para o presidente da corporação:
-Como anda o desenvolvimento do vírus?
-Em andamento.
-Já faz meses que começou esse projeto e nada ainda.
-Certamente Sr.Presidente. O processo é longo e as pesquisas não param.
-Certo, mas e há uma estimativa de tempo para o término?
-Não é certo ,mas mais alguns meses serão necessários.
-Eu estou investindo um grande dinheiro nesse projeto, espero que dê certo.
-Irá dar certo.
-Espero que sim.
  Enquanto isso, Shane e David continuam tentando aperfeiçoar o vírus. David diz:
-Bem,os testes foram positivos. O vírus não encontra nenhuma dificuldade para se infiltrar no sistema do rato, mas mesmo assim o rato acaba morrendo.
  Shane fala:
-Temos que arrumar um jeito de o vírus não causar a morte súbita.
-Mas como?
-Boa pergunta.
  Duas semanas depois, Shane e David conseguem fazer alterações no vírus. E desta vez teve um bom resultado no teste com os ratos. O vírus finalmente  passou por todas as etapas com sucesso. Então Shane comemora:
-Conseguimos David!
  Os dois comemoram muito e então avisam o presidente que tudo deu certo. Ele chama o presidente Farrow E mostra o projeto pra ele. Shane e David explicam como o vírus age, como seria uma possível aplicação em humanos, relatando com detalhe seu funcionamento, etc.
  Logo, o presidente pergunta:
-E como se pega essa vírus:
-Ele não é um vírus que pode ser pego pelo ar.
-Não?
-Não. Só há uma única forma de contraí-lo que é alguém já infectado passar a outra pessoa, por contatos sanguíneos, mais especificamente através de mordidas, que são características. Então a pessoa mordida passa pelo mesmo processo transformando-se desta forma também em um zumbi.
-Entendi.
  O presidente do laboratório diz para o presidente:
-Eu disse que o vírus seria um sucesso.
-Pois é. Agora falta apenas um alvo específico, ou onde usa-lo.
-O senhor pensa em uma infecção mundial?
  O presidente fica quieto e se despede. Não se sabe o que se passa na cabeça do presidente, nem quais são suas expectativas para o seu uso.

Escrito por: Rodrigo Naressi and Roger Godoy

Situações Cotidianas- Piloto - Series Premiere - 1x1 (Reprise)


Um dia, Rodrigo Naressi decidiu escrever séries. Ele sempre gostou de olhar séries e então decidiu começar a escrever séries para postar em seu blog.
  Ele vai escrevendo cada temporada e postando em seu blog. Quando uma temporada acaba, começa uma temporada de outra série, e assim vai indo.
  O seu blog não é visto por muitas pessoas, porém algumas olham e dão críticas positivas e negativas. Aí depende do contéudo das séries.
  Ele também posta séries que não foram de autoria dele, alguns episódios ele até escreve dessas séries de outras pessoas. Mas são pouquíssimas.
  Um dia, alguém o adiciona no MSN. Ele aceita e depois essa pessoa vem conversar com Rodrigo. Ela diz:
-Olá, meu nome é Ricardo Campos. Prazer em conhecê-lo.
-Oi, meu nome é Rodrigo Naressi.
-Você escreve aquelas séries no blog Séries Tv! né?
-Sim. Viu meu msn lá?
-Aham.
-Legal.
-Aham. Eu sou produtor de web-séries e queria saber se você está interessado.
-Em web-séries de verdade?
-Sim. Você poderia também ser um dos produtor e escrever séries. E também poderíamos usar as suas.
-E eu ganho alguma coisa?
-Claro. Você ganhará salário.
  Então Rodrigo Naressi responde:
-Aceito sim.
-Que bom.
-Mas e vocês ficam aonde?
-Como assim.
-Produzem as web-séries em qual estado?
-Em São Paulo e no Rio. Você mora aonde?
-No Rio Grande do Sul.
-Ok. Mas você poderia vim para cá?
-Não sei. Eu estudo aqui e tudo mais.
-Você está em qual série?
-2º ano.
-Sério?
-Aham.
  Então Ricardo pergunta:
-Me dê o número do seu telefone?
-Aham.
  Rodrigo passa e Ricardo diz:
-Eu vou conversar com algumas pessoas e depois te ligo. Certo?
-Certo.
  No dia seguinte, Ricardo liga para Rodrigo. Ele diz:
-Rodrigo, é o seguinte. Nós pagamos a viajem de avião de Porto Alegre para o Rio e então você irá ser matriculado numa escola aqui. Certo?
-Aham.
-Alguma dúvida?
-E eu preciso de algum responsável?
-Será assim: Um membro de nossa equipe irá ir até sua casa e conversar com seu responsável. Assim se seu responsável aceitar, ele escreverá um termo que nos dá a responsabilidade por você. Porém, se ele quiser viajar contigo, ele poderá vir. Entendeu?
-Aham.
  Então agora é esperar a chegada desse membro.

Escrito por: Rodrigo Naressi

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Racing Dangerous- Piloto - Series Premiere - 1x1


Em Los Angeles, um homem controla toda a rede de corridas ilegais de carros nas ruas da cidade. Ele é o Scotty Lasing. Scotty decide chamar três corredores para terem uma conversa. Aliás ,os três melhores corredores. São Joshua Stinson, Chloe Callen e Patrick Hannigan. Scotty diz:
-Eu quero que vocês façam uma coisa pra mim.
  Todos falam que sim e ele continua:
-È o seguinte. Aqui em Los Angeles, tem três áreas de rachas. Eu quero comandar mesmo aquilo lá e ver se vocês são bons mesmos. Então cada um de vocês irão para uma parte.
  Joshua pergunta:
-E qual serão as nossas partes?
-Você irá para a zona sul. Chloe para a zona leste. Patrick para a zona oeste. E aqui no norte fica meu filho.Ok?
  Todos concordam e saiam da sala. Joshua diz:
-Boa sorte para vocês.
  Patrick fala:
-Pra vocês também. Mas nós somos bons, não precisamos se preocupar.
  Chloe diz:
-Eu sou boa, vocês regulares. Eu vou ir comandar a zona leste e depois volto ver como vocês estão.
  Cada um pega seu carro e vai para suas respectivas áreas. Joshua tem uma Lamborghini Murciélago LP 670-4 Super Veloce. Ela chega até 342 km/h. Ele é todo tunado, é preto com detalhes em vermelho.
  Chloe tem um Ford GT. Essa carro chega a 330 km/h e leve 3,8 segundos para chegar aos 100 km/h. Ele é rosa com detalhes em amarelo e roxo.
  Derik tem um Chevrolet Camaro. Ele passa dos 300 quilômetros por hora. Ele é azul, com detalhes em verde-limão. Derik tem ele faz tempo.
  Em todas as partes, Joshua, Chloe e Patrick vão chegar numa zona, que foi informada para eles, que tem uma garagem. Lá fica os carros. E andando mais se encontra um escritório. Lá estarão os seus "fiscais". Eles que irão observar o desempenho de cada um.
  Eles irão morar em apartamentos que são uma quadra depois da garagem. Um grande apartamento, num hotel de luxo. Lá, eles poderão usufruir da maior mordomia.
  Joshua está olhando tv e recebe uma ligação. Ele atende e perguntam:
-È o Joshua?
-Sim.
  Nesse momento Joshua pensou que fosse os tiras. Mas então falam:
-È a Hollie Sykes. Assistente de Scotty Lasing.
-Oi. E o que foi?
-Sò queremos saber se está tudo certo por aí.
-Está sim. Muito bom o hotel.
-Que bom. Amanhã te ligarei no telefone do carro para falar contigo.
-Tá.
-Tchau.
  Hollie liga para todos os três e diz a mesma coisa. Ela é assistente principal de Scotty Lasing. Ela trabalha com ela faz dois anos.
  Todos estão ansiosos para começar as corridas, pois nessas coridas agora será preciso mais empenho do que nunca. Terão que impressionar o chefe principalmente.
  Chloe fica olhando tv no seu quarto e jantando. Ela sabe que não é a melhor, mas tenta demonstrar que é. Por isso que ela é desse jeito, durona.
  Patrick fica lendo um livro no seu quarto. Ele é bem calmo e não se incomoda com quase nada. Ele sempre não dá consideração a coisas bobas.
  Os três já disputaram várias corridas de ruas. Eles são experientes nisso. Joshua corre há dois anos e meio. Chloe há um ano e seis meses. Patrick há um ano e dois meses. Ambos ganham quase todas as corridas que disputem.
  E tem a polícia. Comandada pelo tenente Derek Moore, eles sempre estão no pé dos corredores. Mas eles não são muito bons. A não ser Derek. Esse corre muito com seu carro da polícia.
  Agora é esperar começar as corridas. Eles esperam muito deles principalmente esperam muito de seus carros.

Escrito por: Rodrigo Naressi

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Kirby New Generation - Piloto - Series Premiere - 1x1 (Reprise)

Coisas estranhas acontecem. Kirby se acorda e olha para os lados. Vê que está num vasto campo com flores e árvores. Ele não sabe aonde está.
  Se levanta e começa a andar. Ele vai reconhecendo o lugar,mas não tem certeza. Eis que aparece um ser igual a ele, mas em vez de ser rosa é vermelho. O ser fala:
-Me chamo Mirby. Prazer te conhecer Kirby.
  Como Kirby não sabe falar, ele fica em silêncio. Mirby dá risada e diz:
-Você pode falar. Você sabe.
-Mas...
  Kirby se assusta. Ele pergunta:
-Como isso é possível?
-Um poder estranho caiu em Dreamland. Agora todos falam.
-Estamos em Dreamland?
-Isso.
-No final das contas, eu sempre estou nesse lugar.
-Como veio parar aqui?
-Não sei. Me acordei já estando aqui.
-Estranho.
-Você é parecido comigo. Até o nome.
-È, só a cor é diferente.
-E como isso é possível?
-Eu sou um clone de você.
-Um clone?
-Isso mesmo. O cientista Masahiro foi quem me criou.
-Entendi.
-Vamos conhecer ele?
-Aham.
  Kirby infla e vai voando. Mirby vai caminhando. Kirby desce e pergunta:
-Vamos voando.
-Não consigo.
-Como assim?
-Não consigo voar.
-È só se inflar e voar.
-Mas eu não sei.
-Não é meu clone?
-Sou, mas não tenho seus poderes.
-Não pode voar, absorver e nada?
-Não.
-Porquê?
-Isso o Cientista não conseguiu te clonar.
-Ah...
  Chegando no laboratório,Mirby diz:
-Olha quem está comigo.
  Masahiro fica surpreso e pergunta:
-Kirby?
-Sou eu.
-O lendário Guerreiro das Estrelas do Planeta Pop Star?
-Aham.
-È um prazer te rever.
-Já me conhece?
-Claro. Há anos atrás. Quando você esteve aqui e derrotou o King Dedede.
-Me lembro.
  Kirby quer saber mais de como está Dreamland.

Escrito por: Rodrigo Naressi, Patrícia Farias e Mia Ferraz